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sábado, 22 de janeiro de 2011

O Céu Nocturno no Smartphone

Boas

E se alguma vez, por alguma razão, olharem para as estrelas à noite e quiserem saber o que se passa nesse instante?

E se bastasse apenas um smartphone pra isso?

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Norbsoft SkyMap is a unique application unveiling a host of nearly 10,000 stars, all planets of the Solar System and objects such as nebulae and galaxies – all on your phone.

To make the use of our sky map even more pleasant, we have introduced a convenient, eye-friendly night mode. If you want to get specific information, the integrated search function will find it in a matter of seconds.

SkyMap has a built-in gallery which contains a collection of the relevant celestial objects.
Norbsoft SkyMap

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Ovi Store



Fiquei fã.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Sem buracos negros. Ainda...MUAHAHAHAHA!!!!

Boas

Para quem anda a pensar que isto ia criar o fim do mundo, alivie-se. Ainda não se conseguiu, lol

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The Large Hadron Collider has not yet seen any of the microscopic black holes that inspired numerous scare stories in recent years.

Many theorists actually hope the collider, based near Geneva, Switzerland, will create short-lived, miniature black holes. These would not pose a threat to Earth, but they would provide evidence for hypothetical extra dimensions that might lie beyond the 3D world we normally experience.

If these dimensions exist, gravitons, the particles thought to transmit the force of gravity, could leak into them, providing a much-needed explanation for why gravity is much weaker than the other forces.

At the high energies created inside the LHC, though, colliding protons could be affected even by gravitons in the extra dimensions, making gravity strong enough to create fleeting black holes. So far, however, they have not emerged.

Inside the LHC, black holes would produce an excess of high-energy particles at right angles to the proton beam. Yet researchers working on the Compact Muon Solenoid (CMS) detector at the LHC report that they have not seen this signal so far. This rules out the emergence of miniature black holes at energies between 3.5 and 4.5 trillion electron volts or TeV (arxiv.org/abs/1012.3375).

Extra dimensions may yet exist as miniature black holes could still be produced at higher energies, says CMS spokesperson Guido Tonelli. "The search will continue as usual." But the new result does rule out some variations on the extra dimensions hypothesis. And it means extra dimensions, if they do exist, are harder to detect than some hoped.

"It puts an important constraint that theorists will have to abide by," says Dmitri Kharzeev of Brookhaven National Laboratory in New York.

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in New Scientist

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjRhc9zbktcFRKBoLVffQsB1dt13SM_iM3IQe5VZkF4kyQLqS_5FMspPBMq9pquPbEQbzKpcqgA9RApGE-MhSFxg2yREQVr7eVECd0PkdCun11R5ZAOFmL_XQGzaZdXGlitI6igZaylmnA/s1600/lhc.jpg

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Chuva de Estrelas

O Espaço...apetecia-me andar por lá à deriva...

Sozinho, musica por companhia. Vendo, aprendendo, sem chatices, preocupações, apenas mergulhado no imenso tudo que do nada veio, duma grandeza composta por meros átomos aglomerados.

Um dia, mais ou menos daqui a 6 milhões de anos, todos os meus átomos serão vaporizados quando o Sol engolir a Terra naquele que será o último sopro deste planeta e o penúltimo do Sol.

E serei livre. Para me juntar ao meu Universo verdadeiro.

Numa chuva de estrelas...

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Geminids Meteor Shower: 'Up All Night' With NASA!

http://www.nasa.gov/images/content/503490main_geminids2008.jpg
False-color composite view of 2008 Geminid meteor shower. (NASA/MSFC/B. Cooke, NASA's Meteoroid Environment Office)


Baby, it's cold outside -- but you can still enjoy the best meteor shower of the year. The 2010 Geminid meteor shower promises to be lively, with realistic viewing rates of 50-80 meteors per hour and potential peaks reaching 120 meteors per hour. Anytime between Dec. 12-16 is a valid window for Geminid-watching, but the night of Dec. 13-14 is the anticipated peak.

About the Chats

You have two opportunities to learn more about the Geminids from meteor experts based at NASA's Marshall Space Flight Center. On Monday, Dec. 13 from 3:00 to 4:00 p.m. EST, meteor experts Danielle Moser and Rhiannon Blaauw will answer your questions, then you can stay "up all night" to observe the Geminids with NASA astronomer Bill Cooke. Have the coffee ready, then join them online from 11:00 p.m. to 5:00 a.m. EST as the Geminids peak in the skies over Earth.

Joining the chats is easy. Simply return to this page a few minutes before each of the chat start times list above. The chat module will appear at the bottom of this page. After you log in, wait for the chat module to be activated, then ask your questions. Here's to a spectacular viewing!

More About the Geminids

Geminids are pieces of debris from an object called 3200 Phaethon. Long thought to be an asteroid, Phaethon is now classified as an extinct comet. Basically it is the rocky skeleton of a comet that lost its ice after too many close encounters with the sun. Earth runs into a stream of debris from 3200 Phaethon every year in mid-December, causing meteors to fly from the constellation Gemini. When the Geminids first appeared in the late 19th century, shortly before the U.S. Civil War, the shower was weak and attracted little attention. There was no hint that it would ever become a major display.
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in NASA

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Depois do Big Bang, o Universo era liquido

Boas

Ora, hoje fiquei simplesmente espantado ao ler esta notícia:

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Primeiros resultados do LHC: universo primordial era líquido

Esta é uma imagem de uma colisão real de núcleos de chumbo, captada pelo experimento ALICE. Os riscos representam o caminho das partículas, os "cacos" que voam para todos os lados depois da colisão.[Imagem: Cern]

Universo líquido

Logo depois do Big Bang, nos primeiros instantes de sua existência, o Universo primordial não era apenas muito quente e denso, mas também tinha a consistência de um líquido.

Este é o primeiro resultado dos mini Big Bangs criados pelo LHC.

Os mini Big Bangs, reproduções em escala reduzida daquilo que deve ter acontecido quando nosso Universo foi criado, foram gerados quando íons de chumbo começaram a colidir depois de acelerados nos 27 km do anel do Grande Colisor de Hádrons.

Os experimentos com átomos de chumbo começaram no último dia 7 de Novembro.

A análise das primeiras colisões foi divulgada em dois artigos científicos divulgados preliminarmente, ainda não avaliados para publicação em periódicos revisados - embora os artigos sejam assinados por quase mil cientistas.

Plasma de quarks-glúons

O experimento ALICE, um dos quatro grandes detectores do LHC, desenvolvido especialmente para estudar os mini Big Bangs, detectou cerca de 18.000 partículas depois de cada colisão entre os íons de chumbo.

Os cálculos indicam que os choques estão gerando temperaturas de até 10 milhões de graus.

A essas temperaturas, os cientistas calculam que a matéria normal derreta-se em uma espécie de "sopa" primordial, conhecida como plasma de quarks-glúons.

Os primeiros resultados das colisões de chumbo já descartaram uma série de modelos da física teórica, inclusive aqueles que previam que o plasma de quarks-glúons criado nesses níveis de energia deveria se comportar como um gás.

Embora pesquisas anteriores, feitas no acelerador RHIC, nos Estados Unidos, em energias mais baixas, indicassem que as bolas de fogo produzidas em colisões de núcleos atômicos se comportassem como um líquido, muitos físicos ainda esperavam que o plasma de quarks-glúons se comportasse como um gás nas energias muito mais elevadas do LHC.

Mas não foi isso o que aconteceu. "Estes primeiros resultados parecem sugerir que o Universo teria-se comportado como um líquido super-quente imediatamente após o Big Bang," diz o Dr. David Evans, coordenador do experimento ALICE.

Viscosidade do plasma

Outros pesquisadores, contudo, sugerem maior cautela. Peter Jacobs, outro membro da equipe, afirma que é muito cedo para traduzir as medições em uma afirmação taxativa sobre a viscosidade do plasma de quarks-glúons formado nas colisões do LHC.

"Nossa medição do fluxo elíptico é final, mas serão necessárias muitas discussões com os teóricos antes que saibamos o que esses resultados significam em termos de viscosidade," diz Jacobs.

Primeiros resultados do LHC: universo primordial era líquido
O detector ALICE foi especialmente projetado para estudar as condições do Universo primordial, logo depois do Big Bang. [Imagem: Cern]

A equipe também descobriu que, nessas colisões frontais de núcleos atômicos, produz-se mais partículas sub-atômicas do que alguns modelos teóricos previam.

A bola de fogo resultante da colisão dura apenas um período muito curto de tempo, mas quando a "sopa" esfria, os pesquisadores são capazes de ver milhares de partículas saindo.

É o caminho dessas partículas que é visto nas imagens. Analisando esses "detritos", os cientistas tiram conclusões sobre o comportamento da própria sopa.

Detectores do LHC

Embora a referência seja sempre feita ao LHC, que é o acelerador como um todo, suas peças principais são os sensores que detectam os resultados dos impactos das partículas que colidem.

São quatro aparelhos: ALICE (A Large Ion Collider Experiment), LHCb (LHC Beauty), ATLAS (A Toroidal LHC Apparatus) e CMS (Compact Muon Solenoid).

Veja mais a respeito do funcionamento do LHC na reportagem Em busca da "Partícula de Deus".

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in Inovação Tecnológica

Ou seja, pelo que me dá a entender, a transformação de Energia pura, para matéria, gasosa (gás, calor, etc), teve afinal um passo intermédio no BB.

Fantástico. Benditas horas que passei a contribuir activamente para este projecto =)

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Uma mão sem dedos?!

Boas

Ele há cada ideia que é de bradar aos céus!

Mas depois, quando funciona, é de ficar especado a ver...

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Mão sem dedos

As mãos robóticas estão por aí já há algum tempo, algumas muito rápidas, enquanto outras são dotadas de sensibilidade. Há até aquelas controladas apenas pelo pensamento.

Mas será possível construir uma "mão" robótica sem dedos?

Um grupo de pesquisadores norte-americanos demonstrou que sim. Embora eles a chamem de "pegador robótico", essa espécie de pinça universal dá um verdadeiro baile de destreza em outras mãos robóticas, com dedos e tudo.

De levantar um pesado amortecedor de automóvel, até escrever, usando delicadamente uma caneta, a pinça robótica faz coisas difíceis de acreditar.

Mais difícil ainda de acreditar é como ela funciona: uma altíssima tecnologia resultado da junção de uma bexiga de festa com um punhado de café moído.

A solução inusitada e, inegavelmente, muito elegante, foi proposta por Hod Lipson (Universidade de Cornell), Heinrich Jaeger (Universidade de Chicago) e Chris Jones (iRobot Corp).

Garra robótica

A garra propriamente dita, e aí está a grande inovação, consiste unicamente de uma bexiga de aniversário cheia de café moído, o que lhe dá a flexibilidade para se deformar ao redor do objeto a ser agarrado. A garra fica presa a um braço robótico comum.

Ao se conformar ao objeto, uma mangueira de sucção suga todo o ar do balão, "solidificando" o material em seu interior e prendendo o objeto com firmeza.

Quando o vácuo é liberado, o balão recupera sua maciez e flexibilidade e solta o objeto.

O café em pó, como outros materiais particulados, possui uma característica chamada "transição de aglomeração", que faz seu comportamento passar de algo próximo a um fluido, para algo próximo a um sólido.

Isto ocorre porque, na ausência de pressão, os grãos do pó de café podem deslizar uns sobre os outros com certa facilidade. Mas, como os grãos não são lisos - são na verdade muito irregulares - sob a ação da pressão, eles "travam" uns nos outros, inibindo qualquer movimento.

Mão robótica sem dedos é feita com bexiga e café moído
Quando o vácuo é liberado, o balão recupera sua maciez e flexibilidade e solta o objeto. [Imagem: Jaeger Lab]

É este fenômeno que explica porque um pacote de café a vácuo é tão duro, enquanto um pacote de café em embalagem comum é totalmente mole.

A areia tem uma transição de aglomeração mais elevada, resultando em um "agarramento" mais firme, mas ela é pesada demais para ser prática, segundo os pesquisadores.

Pinça universal

A pinça robótica é considerada "universal" no sentido que se dá às ferramentas, já que ele se conforma perfeitamente ao objeto que está agarrando, em vez de ser projetado para objetos específicos, como as chaves, que têm tamanhos adequados a cada parafuso.

"Esta é uma das mais coisas mais próximas de chegar ao mercado que já fizemos," afirma Lipson. Segundo ele, o fato de ser universal torna as possíveis aplicações da pinça robótica virtualmente ilimitadas - equipar braços robóticos nas fábricas, funcionar como pés para um robô que poderá andar pelas paredes e próteses médicas são alguns exemplos.

"O que é particularmente elegante com nossa pinça robótica é que aqui temos um caso onde um novo conceito de ciência básica forneceu uma nova perspectiva em uma área muito diferente - a robótica - e, em seguida, abriu a porta para aplicações que nenhum de nós tinha inicialmente pensado", afirmou Jaeger.


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in Inovação Tecnológica

Tou simplesmente espantado.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Isto para a crise era porreiro pá!

Cientistas criam buraco negro artificial

Cientistas criam buraco negro artificial
A energia das ondas eletromagnéticas absorvidas é convertida em calor com uma taxa de eficiência de 99%. Por isso, o dispositivo se comporta como um "corpo negro eletromagnético", ou "buraco negro eletromagnético".[Imagem: IOP]

Pesquisadores chineses construíram uma espécie de "buraco negro artificial", um dispositivo capaz de absorver as ondas eletromagnéticas na frequência das micro-ondas.

O dispositivo abre uma nova linha de pesquisas que poderá levar à criação de formas avançadas de varredura e captação de ondas eletromagnéticas, assim como de proteção de áreas determinadas contra essas ondas.

Absorvedor eletromagnético omnidirecional

O dispositivo consiste em um cilindro contendo 60 anéis concêntricos de metamateriais, materiais artificiais que adquirem propriedades não encontradas em materiais naturais.

Por ser capaz de absorver a radiação eletromagnética à sua volta - na faixa das micro-ondas - os cientistas o comparam a um buraco negro astrofísico, que, no mundo real, absorve tanto matéria quanto luz.

Oficialmente, Qiang Cheng e Tie Jun Cui, da Universidade de Nanjing, chamam seu dispositivo de absorção de "absorvedor eletromagnético omnidirecional".

Metamateriais

Eles projetaram e construíram seu absorvedor usando 60 tiras de placa de circuito impresso dispostas em camadas concêntricas e revestidas com cobre.

Cada camada é impressa com padrões alternados, que entram ou não em ressonância com as ondas eletromagnéticas.

A estrutura passa assim a apresentar um comportamento característico, classificando-se na classe dos metamateriais.

Metamateriais são materiais artificiais como esses, capazes, por exemplo, de curvar a luz para o lado errado, que estão por trás dos experimentos de invisibilidade.

Buraco negro artificial

Cientistas criam buraco negro artificial
Cada camada é impressa com padrões alternados, que entram ou não em ressonância com as ondas eletromagnéticas. [Imagem: IOP]

O dispositivo é capaz de capturar e absorver as ondas eletromagnéticas provenientes de todas as direções, fazendo a radiação espiralar para o seu interior.

A energia das ondas eletromagnéticas absorvidas é convertida em calor com uma taxa de eficiência de 99%. Por isso, o dispositivo se comporta como um "corpo negro eletromagnético", ou "buraco negro eletromagnético".

No momento, o buraco negro artificial só funciona com micro-ondas, mas os pesquisadores estão planejando desenvolver a seguir um buraco negro para a luz visível.

Antenas e blindagem

Os resultados da pesquisa podem encontrar aplicações em micro-ondas, tanto em antenas quanto em dispositivos de blindagem contra ondas eletromagnéticas.

Segundo os cientistas, "A boa concordância entre os resultados teóricos e os resultados experimentais mostrou a excelente capacidade dos metamateriais como candidatos para a construção de dispositivos de absorção artificial omnidirecionais."

"Como o núcleo dissipativo pode converter energia eletromagnética em energia térmica, esperamos que o dispositivo proposto possa encontrar aplicações importantes em emissores térmicos e captura de ondas eletromagnéticas," concluem eles.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Energia do Futuro, barata e abundante?

Boas

Ao tempo que bato na tecla que a Energia do futuro passa forçosamente por dominar a Fusão Nuclear, a energia que as estrelas libertam, por ser a solução que melhor pode substituir os combustíveis fosseis a médio prazo e fornecer energia abundante e barata.

E não nos esqueçamos que não há mais petróleo daqui a 45/50 anos.

Felizmente que agora começam a ser aprofundadas novas tecnologias que podem ser promissoras.

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Sociedade do Lítio: da água do mar ao hidrogênio


Sociedade do lítio: da água do mar ao hidrogênio
Cientistas japoneses descobriram uma forma de armazenar quimicamente a luz do Sol e depois utilizá-la para quebrar as moléculas de água e produzir hidrogênio de uma forma limpa e sustentável. [Imagem: ChemSusChem]

Cientistas japoneses descobriram uma forma de armazenar quimicamente a luz do Sol e depois utilizá-la para quebrar as moléculas de água e produzir hidrogênio de uma forma limpa e sustentável.

Embora estejam sendo feitos progressos nas células a combustível, uma espécie de gerador capaz de produzir eletricidade a partir do hidrogênio ou etanol, gerando apenas água como subproduto, a produção do hidrogênio ainda é um gargalo a ser vencido caso se queira que o gás torne-se algum dia o combustível do presente.

Até lá, o hidrogênio permanecerá como um combustível do futuro.

Rota química

Agora, a equipe do professor Haoshen Zhou, do Instituto de Pesquisas em Tecnologias Energéticas, do Japão, descobriu como usar uma rota química para produzir hidrogênio.

E, o que parece ser ainda mais vantajoso, o novo processo não gera apenas o gás, mas também produz eletricidade.

Os cientistas usaram o mesmo processo que já espantou milhões de estudantes ao redor do mundo, no qual o professor de química demonstra a violenta reação entre o sódio e a água, na qual o sódio é reduzido.

Hidrogênio e eletricidade

Os metais que demonstram esse comportamento são os chamados metais alcalinos, um grupo que inclui também o potássio, o césio, e o lítio - o mesmo lítio das baterias recarregáveis.

O que a equipe do Dr. Zhou fez foi controlar a reação entre o lítio e a água, mantendo-a no interior de um sistema fechado.

No processo controlado, dois objetivos podem ser atingidos simultaneamente: a reação química gera hidrogênio e ainda produz uma corrente elétrica que pode ser aproveitada.

Célula de combustível

O processo funciona em uma espécie de célula de combustível fechada, composta por dois compartimentos separados por uma membrana: um compartimento contém uma solução de lítio (anodo) em um solvente orgânico, enquanto o outro contém uma solução aquosa com um eletrólito (catodo).

A oxidação do lítio gera elétrons, que fluem do anodo para o catodo, produzindo uma corrente elétrica.

Quando os elétrons chegam ao catodo, eles reduzem a água, quebrando a molécula para produzir oxigênio e hidrogênio. O controle da corrente elétrica que flui ao longo da célula também controla a taxa de geração do hidrogênio.

Armazenando a luz do Sol

Outro aspecto atrativo desta tecnologia é que o lítio metálico pode ser produzido a partir de soluções salinas (por exemplo, água do mar), usando a luz solar.

Em outras palavras, a energia do Sol pode ser "armazenada" no metal, e usada quando necessário na reação do lítio no interior da célula de combustível.

Recarregar essa "bateria" seria uma questão de substituir a célula de lítio metálico - para comparação, veja outra tecnologia que permite "completar a bateria" na reportagem Baterias poderão ser reabastecidas com carga.

Sociedade do lítio

"O lítio, que já é largamente utilizado nas baterias de íons de lítio, e também será usado no futuro nas células de combustível de ar-lítio e neste novo sistema de célula lítio-água/hidrogênio/combustível, poderá levar a humanidade a uma 'sociedade do lítio' totalmente sustentável, baseada em redes inteligentes de produção de energia a partir do lítio," vislumbra o Dr. Zhou.

Vários grupos de pesquisadores ao redor do mundo trabalham na utilização da luz do Sol para produzir eletricidade limpa e hidrogênio. A maioria dos esforços até agora se concentrava nos processos conhecidos como fotossíntese artificial.

Esta é a primeira vez que se demonstra que o lítio pode ser a base para a produção totalmente sustentável de energia.

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in Inovação Tecnológica

Aqui parece haver uma dupla vantagem. Além do Hidrogénio que se pode obter para usos energéticos, obter electricidade é um outro bónus bem-vindo.

É engraçado que ainda há pouco tempo tinha lido sobre o YeZ. que é um carro com um principio semelhante a esta fotossintese artificial que se fala aqui.

http://i.i.com.com/cnwk.1d/i/tim//2010/05/20/leaf_550x315.jpg

Basicamente, aspira CO2 e expira O2, como uma planta. Simples.

Realmente, há coisas que têm vindo a ser apresentadas nestes últimos 3/4 anos que me fazem pensar se realmente alguém as queria desenvolver antes...

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Uma estrela impossível pela Física. Ou não...

Boas

Ainda há muito que aprender, e nenhuma verdade é absoluta. Mesmo no campo da Física, que tem tido ultimamente, e de forma regular, descobertas que fazem com que os livros sejam- re-escritos de novo.

Esta é mais uma dessas situações.

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Telescópio Herschel encontra estrela impossível e nova fase da água


Telescópio Herschel encontra estrela impossível e nova fase da água
A nuvem de formação de estrelas RCW 120 revela uma estrela em estado embrionário que irá se transformar, ao que parece, numa das maiores e mais brilhantes estrelas na nossa galáxia.[Imagem: ESA/PACS/SPIRE/HOBYS Consortia]

Nascimento de estrelas

Os primeiros resultados científicos do Telescópio Espacial Herschel, da Agência Espacial Europeia (ESA), revelam detalhes inéditos da formação das estrelas.

As novas imagens, divulgadas hoje, mostram milhares de galáxias distantes em um processo vigoroso de formação de estrelas, além de belíssimas nuvens de formação estelar espalhadas ao longo da Via Láctea.

Mas a imagem que mais chamou a atenção mostra o que os astrônomos até hoje consideravam impossível: o nascimento de uma estrela "grande demais para ser verdade."

Estrela gigante

Apresentados hoje durante um simpósio científico promovido pela ESA, os resultados desafiam as ideias atuais sobre o nascimento das estrelas e abrem novos caminhos para pesquisas futuras.

A nuvem de formação de estrelas RCW 120, por exemplo, revelou uma estrela em estado embrionário que irá se transformar, ao que parece, numa das maiores e mais brilhantes estrelas na nossa galáxia, nas próximas centenas de milhares de anos.

Hoje ela já tem de oito a dez vezes a massa do Sol e está rodeada de gás e poeira, com cerca de duas mil massas solares, que poderão vir a agregar-se à estrela gigante, tornando-a ainda maior.

"Esta estrela só poderá crescer," disse Annie Zavagno, do Laboratório de Astrofísica de Marseille.

Estrela impossível

Estrelas dessa dimensão são raras e duram pouco. Captar uma delas durante a sua formação é uma oportunidade de ouro para resolver um paradoxo de longa data na astronomia.

"De acordo com o entendimento atual, estrelas com mais de oito massas solares simplesmente não deveriam existir," diz Zavagno.

A teoria atualmente aceita estabelece que a intensa luz emitida por uma estrela tão grande deveria afastar as nuvens de poeira que lhe serviram de berço, antes que ela pudesse acumular mais matéria.

Mas a realidade não obedeceu à teoria, e as imagens do Herschel comprovam que super estrelas podem de fato se formar.

Algumas destas estrelas "impossíveis" são já conhecidas, e chegam a apresentar massas de 150 sóis. O fato de o Herschel ter avistado uma no início da sua vida irá permitir aos astrônomos investiguem onde está o erro da teoria.

Telescópio Herschel encontra estrela impossível e nova fase da água
Região de formação de estrelas localizada na constelação Águia, mais próxima do centro da Via Láctea do que o nosso Sistema Solar. [Imagem: ESA/Hi-GAL Consortium]

Outra teoria que sucumbe

Outra imagem divulgada hoje, onde se vê um grande número de maternidades de estrelas na Via Láctea, mostra como é que isso acontece. Os embriões estelares aparecem primeiro no interior de filamentos de gás brilhante e pó espalhados pela galáxia.

Formam-se assim cadeias de maternidades estelares, com dezenas de anos-luz de comprimento, enrolando a Galáxia numa verdadeira teia de nascimento de estrelas.

O Herschel também está inspecionando o espaço profundo, muito além da Via Láctea, medindo a luz infravermelha de milhares de outras galáxias, espalhadas ao longo de bilhões de anos-luz do Universo.

Cada galáxia aparece como um simples ponto, mas o seu brilho permite aos astrônomos determinar a taxa de aparecimento de novas estrelas no seu interior. Em linhas gerais, quanto mais brilho, mais estrelas em formação.

Também aqui o Herschel já desafiou os conhecimentos atuais, mostrando que as galáxias evoluíram ao longo do tempo muito mais rapidamente do que se pensava. Os astrônomos acreditavam que as galáxias vinham formando estrelas mais ou menos no mesmo ritmo nos últimos bilhões de anos. O Herschel mostrou que isto não é verdade.

No passado, havia muito mais galáxias com alto índice de formação de estrelas, formando estrelas a um ritmo 10 a 15 vezes superior ao que se registra hoje na Via Láctea. Mas o que desencadeou essa atividade frenética ainda não foi totalmente entendido. "O Herschel agora nos possibilitará investigar as razões para este comportamento," diz Steve Eales, da Universidade de Cardiff.

Nova fase da água

O Herschel é também um instrumento de detecção das mais pequenas formas de matéria: as moléculas. Ele identificou pela primeira vez no espaço uma nova fase da água.

Essa "água espacial" está carregada eletricamente e, ao contrário das outras fases mais familiares, - a líquida, a gasosa e a sólida - essa nova fase da água não ocorre naturalmente na Terra.

No entanto, nas nuvens que rodeiam as estrelas jovens, onde a luz ultravioleta está sendo arremessada através do gás, esta irradiação pode arrancar um elétron da molécula de água, deixando-a carregada eletricamente.

"Essa detecção de vapor de água ionizada foi uma surpresa," diz Arnold Benz, do ETH de Zurique. "Ela nos diz que há processos violentos ocorrendo durante as fases iniciais de nascimento das estrelas, o que leva à propagação de radiação energética através da nuvem."

Telescópio Herschel encontra estrela impossível e nova fase da água
Localizada na constelação da Raposa, esta imagem mostra o que os astrônomos estão chamando de "linha de produção de estrelas". [Imagem: ESA/Hi-GAL Consortium]

Maior telescópio espacial

À medida que as estrelas começam a formar-se, o gás e a poeira que as rodeiam aquecem até algumas dezenas de graus acima do zero absoluto, emitindo radiação no comprimento de onda do infravermelho.

A atmosfera da Terra bloqueia a maior parte desses comprimentos de onda, o que praticamente restringe sua observação a telescópios espaciais.

O Herschel é o maior telescópio espacial já lançado e ele varre o céu justamente no faixa do infravermelho.

O diâmetro do seu espelho principal é quatro vezes superior ao dos telescópios espaciais de infravermelho lançados até então e é uma vez e meia maior do que o do Hubble.

Graças à sua resolução e sensibilidade sem precedentes, o Herschel está começando a gerar um censo das regiões de formação de estrelas da nossa galáxia.

"Antes do Herschel, não era clara a forma como se juntava o material na Via Láctea, em densidade suficientemente elevada e a temperaturas adequadamente baixas para a formação de estrelas," diz Sergio Molinari, do Instituto de Física do Espaço Interplanetário, em Roma.

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in Inovação Tecnológica

Ainda existe tanto lá fora que se julga ser certeza, mas que a verdade é bem diferente...

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Hidrogénio a partir de poluição sonora. Fantástico!

Boas

Se bem que eu seja 100% a favor da electrificação pura dos automóveis, porque sei que o hidrogénio é difícil de separar do oxigénio a partir da água, quem sabe se com isto, eu não mude um pouco a minha opinião sobre o combustível do futuro:

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Energia super verde: hidrogénio é gerado com som e água

Energia super verde: hidrogênio é gerado com som e água

Os cristais vibram agitados por ruídos da poluição sonora e geram o mais verde dos combustíveis, o hidrogênio.[Imagem: Hong et al./J. Phys. Chem.]

Cientistas criaram um novo tipo de cristal que, quando mergulhado em água, absorve as vibrações do ambiente, criando fortes cargas negativas e positivas em suas extremidades.

As cargas elétricas são suficientes para quebrar as moléculas de água ao redor, liberando hidrogênio e oxigênio.

Energia verde

Parece bom demais para ser verdade: os cristais podem aproveitar uma espécie de poluição - o barulho e as vibrações das ruas e estradas, por exemplo - para gerar o mais verde dos combustíveis, o hidrogênio, que pode abastecer carros ou usinas elétricas liberando apenas água como resíduo.

"É uma espécie de almoço grátis," explica o Dr. Huifang Xu, da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos. "Você captura energia do ambiente da mesma forma que as células solares capturam energia a partir da luz do Sol."

Efeito piezoeletroquímico

A fotossíntese artificial é um objetivo longamente perseguido pelos cientistas. Recentemente cientistas do MIT utilizaram até um vírus para quebrar as moléculas de água e gerar hidrogênio.

Xu e seus colegas adotaram uma via muito mais simples: eles geraram hidrogênio usando uma nova variedade de cristais piezoelétricos, materiais que geram energia quando pressionados e que estão sendo largamente estudados como uma forma de gerar eletricidade a partir do movimento.

Os novos cristais, contudo, feitos de óxido de zinco, foram projetados para operaram submersos, de forma que a eletricidade que geram, em vez de ser transportada por um fio, é liberada diretamente na água, quebrando as moléculas e liberando o oxigênio e o hidrogênio.

Os pesquisadores batizaram o novo fenômeno de efeito piezoeletroquímico.

Energia das vibrações

Ao crescerem, os cristais assumem a forma de finas microfibras altamente flexíveis. Uma vibração, oriunda de ondas sonoras, por exemplo, é suficiente para dobrá-las, fazendo-as gerar eletricidade.

Os pesquisadores demonstraram que vibrações ultrassônicas fazem as fibras piezoeletroquímicas curvarem suas extremidades entre 5 e 10 graus, criando um campo elétrico com uma tensão suficiente para quebrar as moléculas de água, liberando oxigênio e hidrogênio.

A taxa de eficiência das microfibras de óxido de zinco atinge 18%, medida em termos de sua capacidade de converter as vibrações em energia contida nas moléculas de hidrogênio produzidas. Os cristais piezoelétricos tradicionais apresentam uma taxa de conversão de 10%.

Para aproveitar as vibrações disponíveis em cada ambiente, basta crescer fibras de tamanhos variados, que se tornam sensíveis a frequências diferentes.

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in Inovação Tecnológica

Apenas duas palavras me ocorrem. Brilhante! e Obrigado!

Tudo o que possa levar a um corte como Mérdio Oriente, eu agradeço!

terça-feira, 23 de março de 2010

The Cold Fusion Effect

http://www.motorsportsartist.com/nogod/wp-content/uploads/2009/04/cold-fusion-timejpg.jpeg

Boas

Já tenho aqui alguns artigos em que me refiro que a energia do futuro é a Fusão Nuclear, o domar o poder das estrelas.
Por aqui também está a teoria, os princípios de funcionamento, os benefícios, por isso vou-me escusar a mais explicações sobre o tema, procurem por cá se quiserem.

Mas!, hoje andava aqui a ver noticias e descobri uma que ao tempo pensava morta e enterrada.

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Fusão a frio volta a ser levada a sério pela comunidade científica


Contra o preconceito


http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/imagens/010115100323-fusao-a-frio.jpg

Um novo "calorímetro", que aqui aparece mergulhado em um tanque de água, pode ser o primeiro equipamento de laboratório simples e barato o suficiente para dar novo impulso às pesquisas na área da fusão nuclear a frio.[Imagem: Melvin Miles]

Uma nova fonte de energia tão controversa que alguns cientistas chegaram a taxá-la de "lixo científico" parece agora estar mais perto de ser aceita pela comunidade científica.

Esta pelo menos é a conclusão do organizador do maior evento científico já realizado sobre o tema.

A fusão nuclear a frio foi discutida nos últimos dois dias, durante o Encontro Nacional da American Chemical Society (ACS), nos Estados Unidos.

"Até alguns anos atrás, muitos cientistas tinham medo de falar sobre a "fusão fria" para um público de elite," disse Jan Marwan, que organizou o simpósio. Agora, ele conseguiu reunir nada menos do que 50 apresentações descrevendo as últimas descobertas sobre o tema.

Progressos na fusão a frio

Uma das apresentações que mais chamou a atenção descreveu a invenção de um novo dispositivo de medição de baixo custo que poderá permitir que um número maior de laboratórios comece a pesquisar a fusão a frio.

Marwan ressalta que muitas das apresentações sugerem que a fusão a frio é real, com potencial para contribuir para o abastecimento de energia ainda no século 21, criando uma nova fonte de energia limpa.

Um grupo, por exemplo, relatou progressos rumo a uma bateria baseada em fusão a frio. Outra apresentação sugeriu que a fusão a frio pode ocorrer naturalmente em certas bactérias.

"Mais e mais pessoas estão se interessando pela fusão a frio. Ainda há alguma resistência a este campo. Mas nós temos simplesmente que continuar fazendo o que temos feito até agora, explorando a fusão a frio passo a passo, e isto irá torná-la uma fonte de energia alternativa bem-sucedida. Com tempo e paciência, eu estou muito otimista que podemos fazer isso," diz Marwan.

Fusão nuclear a frio

O termo "fusão nuclear a frio" surgiu em 1989, quando Martin Fleishmann e Stanley Pons reivindicaram a realização da fusão nuclear em temperatura ambiente, usando um dispositivo pequeno e barato, que cabia em cima de uma mesa.

O anúncio causou sensação, porque a fusão nuclear tem potencial para dar ao mundo uma fonte praticamente inesgotável de energia. A fusão nuclear é a reação que alimenta as estrelas, quando átomos se juntam, liberando quantidades enormes de energia.

Mas, nas estrelas, a fusão nuclear ocorre sob temperaturas e pressões gigantescas. Por isto o anúncio também gerou uma grande onda de ceticismo no próprio mundo científico, porque a ciência convencional afirma que a fusão nuclear equivaleria a "domar uma estrela" - e construir uma estrela artificial exigiria algum tipo de reator operando a dezenas de milhões de graus Celsius - como o reator experimental ITER ou o Hiper.

Embora domar uma estrela possa parecer difícil, as promessas da fusão nuclear são suficientes para justificar a empreitada: o combustível para a fusão nuclear é a água do mar normal, e as estimativas indicam que 1 litro de água do mar contém uma energia equivalente a 16 litros de gasolina. E retirar essa energia não gera lixo radioativo, como a fissão nuclear que alimenta os reatores nucleares atuais.

Por isto, a possibilidade de fazer a fusão nuclear a frio parecia algo bom demais para ser verdade.

Reações nucleares de baixa energia

Fusão nuclear a frio - Experimentos e teorias
A "fusão nuclear a quente" consiste na criação de uma espécie de estrela artificial, no interior de reatores como o ITER, no qual campos magnéticos mantêm confinado um plasma de altíssima temperatura, onde ocorreriam as reações de fusão. [Imagem: ITER]

Como outros cientistas não conseguiram reproduzir os resultados relatados por Pons e Fleishmann, a pesquisa sobre a fusão a frio caiu em descrédito. Humilhados pela elite científica e com a reputação totalmente arruinada, Pons e Fleishmann fecharam seus laboratórios, mudaram-se de país e caíram no ostracismo.

O punhado de cientistas que decidiu dar continuidade à investigação passou a rejeitar o termo "fusão a frio". Em vez disso, eles começaram a usar o termo "reações nucleares de baixa energia" (LENR - Low Energy Nuclear Reactions).

Mas, neste simpósio, os artigos científicos apresentados voltaram a se referir abertamente à "fusão a frio", e alguns a chamam de "Efeito Fleishmann-Pons", em homenagem aos pioneiros da área.

"O campo agora está experimentando um renascimento no interesse e nos esforços de pesquisa, com evidências que sugerem que a fusão a frio pode ser uma realidade," continua Marwan. Ele observou, por exemplo, que o número de apresentações sobre o tema nas reuniões da ACS quadruplicou desde 2007.

Aparelho para medir a fusão a frio

Entre as mais de 50 apresentações, algumas merecem destaque.

George Miley, da Universidade de Illinois, relatou progressos rumo a um novo tipo de bateria que funciona através de um novo processo de fusão a frio e que teria uma vida útil mais longa do que as baterias convencionais.

Já o trabalho do Dr. Melvin Miles, do Dixie State College, descreveu a criação do primeiro instrumento laboratorial de baixo custo para identificar de forma confiável os sinais das reações de fusão a frio, ou seja, uma produção excedente de calor.

Segundo Miles, os "calorímetros" atuais são complicados demais e pouco confiáveis para medições muito precisas. Sua expectativa é que seu novo aparelho, que mantém a tradição de caber em cima de uma mesa, poderá acelerar o campo da fusão a frio em laboratórios do mundo todo.

Fusão bacteriana

Vladimir Vysotskii, da Universidade Nacional de Kiev, na Ucrânia, apresentou evidências experimentais de que as bactérias podem sofrer um tipo de processo de fusão a frio e poderiam ser utilizadas para eliminar resíduos nucleares.

O cientista apresentou ainda estudos de transmutação nuclear - a transformação de um elemento em outro - de isótopos estáveis e radioativos em sistemas biológicos.

Excedente de calor

Tadahiko Mizuno, da Universidade de Hokkaido, no Japão, apresentou um outro dispositivo de fusão a frio, totalmente diferente dos discutidos até hoje, que utiliza como reagente o fenantreno, uma substância encontrada no carvão e no petróleo.

Ele afirma que seu dispositivo gera um excedente de calor e de radiação gama. "A produção de calor total excedeu qualquer reação química concebível por duas ordens de grandeza," afirmou Mizuno.

Teoria da fusão a frio

A área teórica também teve trabalhos.

Peter Hagelstein, do MIT (Massachusetts Institute of Technology) descreveu novos modelos teóricos para ajudar a explicar a produção de calor em excesso durante a fusão a frio, talvez o aspecto mais controverso da área.

Hagelstein observa que, em uma reação nuclear, seria de se esperar que a energia produzida apareceria como energia cinética nos produtos, mas no experimento de Fleischmann-Pons não aparecem partículas energéticas em quantidade compatível com a energia observada.

Seus modelos mais simples pretendem explicar as transformações de energia observadas, incluindo o tipo e a quantidade de energia produzida.

Xing Zhong Li, da Universidade de Tsinghua, na China, veio em seu auxílio, apresentando uma pesquisa que demonstra que a fusão a frio pode ocorrer sem a produção de radiação nuclear forte. Li afirma estar desenvolvendo um reator de fusão a frio que demonstra este princípio.

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in Inovação Tecnológica

A vantagem duma fusão a frio é a de que o rendimento será muito maior para o mesmo efeito desejado.

Se por exemplo, para criar 40 milhões de Volt, forem precisos 20 milhões para alimentar os super-lasers que criam o aquecimento do material, criando o plasma super-aquecido que vai fundir os átomos, não precisar nem dum terço dessa energia terá uma vantagem adicional.

Tinha ouvido falar nesta pesquisa à coisa duns 4 ou 5 anos, mas mesmo pelo meu parco entendimento da coisa, achava fruta a mais e não liguei, tal como o resto da comunidade científica.

Mas para se falar de novo nisto, chamando os bois pelos nomes, desperta a atenção.
Certo é que lentamente começo a ver sinais encorajadores de pesquisa que na minha óptica está 15 anos atrasada.

Agora resta esperar que seja ainda no meu tempo que eu possa ver uma energia limpa, abundante e barata. Como curioso destas coisas, daria-me muito prazer assistir a esse nascimento.


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Now playing: Vanishing Point - [The Fourth Season #02] The Tyranny of Distance [foobar2000 v1.0]

terça-feira, 9 de março de 2010

Go West!

Boas

Quem não se lembra dos Pet Shop Boys com este tema?



[os mais atentos irão notar que este video está "as is" no tamanho e conteúdo, não como o de bléck ai piss do blog sobre a selecção. É que isto é excelente pop, B.E.P. é merda!]

Já sei, 99% das crianças presentes.

Eu lembro-me, mas não tem nada, muito, a ver com o que vou pôr aqui a seguir.
Imaginem uma cidade inteira a ser deslocada para Oeste pela força da Natureza.

Imaginaram? Boa. Porque não é preciso imaginarem mais...aconteceu mesmo. E a mais que uma!

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South American Cities Moved in Chile Quake


With disasters striking Haiti, Chile and most recently Turkey, it seems like there is no end in sight for the earthquake-weary.

New evidence released from Ohio State University (OSU) shows that the 8.8-magnitude mega-quake that struck off the coast of Chile last month was so powerful that multiple South American cities were picked up and physically moved from their original locations.

The effects of the temblor that struck Concepcion, Chile, were felt as far away as Brazil and the Falkland Islands in what is believed to be the fifth largest quake ever recorded.

Here's the break down of the shake-up:

  • Conception, Chile, shifted 10 feet to the west.
  • Santiago, Chile’s capital, was displaced about 11 inches to the west-southwest.
  • Buenos Aires, the capital of Argentina, moved about 1 inch to the west.
And Buenos Aires sits on the other side of the continent!

The cities of Valparaiso and Mendoza, Argentina, northeast of Concepcion, also showed significant movement.

Chile-quake-map

Image shows a map of the preliminary recorded movement readings of city displacement caused by the 8.8-magnitude quake, based on the team's GPS measurements. Map produced by James Foster and Ben Brooks.

So how do you measure how an entire city moves?

Researchers from four universities and several agencies -- including geophysicists on the ground in Chile -- gathered readings at 25 GPS locator stations set up prior to the major quake and then compared them to readings taken 10 days later to come up with their preliminary numbers.

The measuring project is called Project CAP: Central and Southern Andes GPS Project.

Ben Brooks, an associate researcher with the School of Ocean and Earth Science and Technology at the University of Hawaii and co-principal investigator on the project, worked with a team of researchers from OSU, University of Memphis and several others to analyze the data.

"The GPS stations are located on stable monuments at various places in Chile, Argentina, and surrounding countries," Brooks told Discovery News in an email. "Each place is different but the OSU/UHawaii/Memphis group always tries to place its monuments in rock or very deeply anchored tripods to insure we are measuring crustal movement and not just local displacements."

"The fact that there is so much consistency in the preliminary GPS solution that we have presented (meaning there is not wild variation between neighboring points) means that our results are valid for large regions," Brooks explained. "So a region as large as a city moved three meters (9.8 feet) to the west, but neighboring regions did so by almost as much."

The California Institute of Technology is also participating in the project, as well as the Instituto Geografica Militar, the Universidad de Concepcion and the Centro de Estudios Cientificos, all in Chile, according to OSU's press release.

In Argentina, the Instituto Geografica Militar, the Universidad Nacional de Cuyo in Mendoza and the Universidad Nacional de Buenos Aires are collaborating in the work. UNAVCO, a consortium of more than 50 institutions and agencies involved in research in the geosciences, is providing equipment for the project, the OSU press release said.


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in Discovery News

Estou absolutamente perplexo e aterrorizado com o poder de Gaia...

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Frio com um Iceberg. Pior, só dois Icebergs.

Isto é mau. E não culpem o aquecimento global, não foi culpa do Homem. É mesmo o ciclo da Natureza. Demorou mais de 20 anos a acontecer.

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Collision Calves Iceberg from Mertz Glacier Tongue, Antarctica

Posted February 27, 2010
Collision Calves Iceberg from Mertz Glacier Tongue, Antarctica
download large image (1008 KB, JPEG) acquired February 7, 2010
Collision Calves Iceberg from Mertz Glacier Tongue, Antarctica
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Collision Calves Iceberg from Mertz Glacier Tongue, Antarctica
download large image (1 MB, JPEG) acquired February 26, 2010
download Google Earth file (10 KB, KMZ) acquired February 7 - 26, 2010

At 94 kilometers (58 miles) by 39 kilometers (24 miles) in size, the B-09B iceberg is comparable to the state of Rhode Island, which is wider but not quite so long. After lingering near the Mertz Glacier in Eastern Antarctica for several years, the massive iceberg collided with the glacier tongue on February 12 or 13, breaking it away from the rest of the glacier. The former glacier tongue formed a new iceberg nearly as large as B-09B. These images, all from the Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer (MODIS) sensor on NASA’s Aqua satellite, show the iceberg and glacier tongue immediately before and after the collision.

The top image is from February 7, 2010, when B-09B was approaching the Mertz Glacier Tongue. Chunks of sea ice float in the water between the smooth iceberg and the coast. It is clear that the iceberg and the glacier tongue are trapping the ice in place. The water beyond the tongue and the iceberg is black in these images, and contains far less ice. The ice tongue itself is an extension of the Mertz Glacier, created as the ice flows down the mountain and onto the water. Glacier tongues grow longer year by year until they eventually break off, calving a new iceberg. The Mertz Glacier Tongue was beginning to break before the B-09B iceberg rammed it. Dark horizontal cracks were visible in the ice tongue on February 7.

Sometime on February 12 or 13, B-09B struck the ice tongue. Clouds hid the event in MODIS satellite images, but on the afternoon of February 13, the clouds had thinned just enough to reveal that the ice tongue had broken away in the collision. The next cloud-free view of the region on February 20 (center image) shows the two icebergs. The glacier tongue had clearly broken along the rifts that were visible in early February. Over the course of the next week, the former Mertz Glacier Tongue pivoted away from the glacier like a door hinged at the point where B-09B hit it (lower image).

The iceberg formed from the Mertz Glacier Tongue is 78 kilometers (48 miles) long by 39 kilometers (24 miles) wide and has a mass of 700-800 billion tons, reported BBC News. The glacier tongue had previously contributed to keeping a section of the ocean free of ice, a condition known as a polynya. The polynya provided a significant feeding site for wildlife like penguins. The shorter tongue may not protect the area from sea ice, reducing or even eliminating the polynya and the access to food it provided.

The B9 iceberg broke from the Ross Ice Shelf in West Antarctica some time in 1987. It took the massive iceberg more than two decades to drift slowly out of the Ross Sea and along the coast to the Mertz Glacier in East Antarctica. Along the way, it broke apart, one segment becoming the massive B-09B iceberg that collided with the glacier tongue in February 2010.

The large images are the highest resolution version of the image available. The February 26, February 20, February 13, and February 7 images are all available in additional resolutions from the MODIS Rapid Response Team.

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in NASA.gov

Isto quer dizer que:

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Um iceberg do tamanho do Luxemburgo desprendeu-se da Antárctida depois de uma colisão com outro bloco de gelo gigante, revelaram, esta sexta-feira, cientistas australianos, que alertam que o fenómeno pode causar alterações climáticas.

O pedaço de gelo com 78km de comprimento e 39km de largura separou-se do glaciar Mertz, uma língua de gelo de 160km e está neste momento flutuar no sul da Austrália, podendo bloquear uma importante área geográfica que produz um quarto de toda água gelada do mar, noticia a BBC.

O bloqueio, alertam os cientistas, pode ter efeitos perigosos sobre o clima, havendo fortes probabilidades de diminuição das temperaturas no Atlântico Norte, durante os invernos.

Os efeitos não serão sentidos imediatamente, afirma Neal Young, do Centro de Pesquisa de Ecossistemas e Clima Antárctico na Tasmânia, que alerta ainda para futuras «implicações para os pinguins e outros animais selvagens que normalmente usam esta área para alimentar-se», referiu o cientista.

Mertz: Um glaciar com 5 mil quilómetros quadrados

Esta não é a primeira fractura na língua de gelo. Há duas décadas o enorme bloco já apresentava uma grande falha, tendo a segunda sido detectada no início deste século.

O glaciar Mertz resultou da desfragmentação de um iceberg com mais de 5 mil quilómetros quadrados, que se desprendeu, em 1987, tornando-se num dos maiores da Antárctida.
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in IOL

A única coisa que penso é no tamanho do copo e na quantidade de uisquedo que é preciso para combinar esta pedra de gelo...

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Geysers em Enceladus

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Saturn Moon Riddled with Gushing Geysers, New Images Reveal

Like sprinklers hidden beneath the surface, a series of geysers — more than previously thought — are gushing water ice from fissures near the south pole of Saturn's icy moon Enceladus, new images reveal.

The newly released images from NASA's Cassini spacecraft show the geysers of Enceladus in stunning detail. The photos caught a bounty of previously unknown plumes alongside known ones, and show at least one gusher that's lost power since NASA's last look at the moon.

The new images were taken during Cassini's flyby on Nov. 21, 2009, and include the best 3-D look ever obtained of a "tiger stripe" — a fissure that sprays icy particles, water vapor and organic compounds. They also show regions of Enceladus that were not well-mapped in previous flybys, including a southern area with crudely circular tectonic patterns.

Both large and small plumes were seen spouting from these famed tigers stripes along Enceladus' south pole. In one mosaic, created by two high-resolution images captured by the narrow-angle camera, 30 individual jets can be seen. More than 20 of them had not been identified before.

By photographing the jets over time, Cassini scientists can study the consistency of their activity.

"This last flyby confirms what we suspected," said Carolyn Porco, Cassini's imaging team lead at the Space Science Institute in Boulder, Colo. "The vigor of individual jets can vary with time, and many jets, large and small, erupt all along the tiger stripes."

The scientists also combined the visible-light images with heat data to create a map of a 25-mile (40-km) segment of the longest stripe, known as Baghdad Sulcus. The map illustrates the link between the geologically youthful surface fractures and the anomalously warm temperatures that have been recorded in the south polar region.

In these measurements, peak temperatures along Baghdad Sulcus exceed minus 135 degrees Fahrenheit (minus 93 degrees Celsius), and may be higher than minus 100 degrees F (minus 73 degrees C). The temperatures, considered warm for Enceladus, probably result from heating of the fracture flanks by the warm, upwelling water vapor that propels the moon's ice-particle jets.

"The fractures are chilly by Earth standards, but they're a cozy oasis compared to the numbing 50 Kelvin (minus 370 Fahrenheit) of their surroundings," said John Spencer, a composite infrared spectrometer team member based at Southwest Research Institute also in Boulder. "The huge amount of heat pouring out of the tiger stripe fractures may be enough to melt the ice underground."

Some Cassini scientists infer that the warmer the temperatures are at the surface, the greater the likelihood that jets erupt from liquid.

The Nov. 21 flyby, which brought the spacecraft to within 1,000 miles (1,600 km) of the moon's surface, was the eighth targeted encounter with Enceladus. It's the last look at Enceladus' south polar surface before that region goes into 15 years of darkness, NASA officials said.

And now that the Cassini mission has been extended through 2017, with 11 Enceladus flybys slated for the extension period, there are plenty of chances to capture more images of this icy moon. The spacecraft launched in 1997 and has been orbiting Saturn since 2004.

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in Space.com

Ora, isto já é sabido ao tempo, que esta pequena lua de Saturno é um mundo gelado, provavelmente com elementos que provavelmente podem dar origem provavelmente a algum tipo de vida.

O que agora se pode ver em grande detalhe é que na realidade, não é uma Lua amorfa e sem dinâmica, antes pelo contrário, para a existência de actividade deste tipo, há actividade no seu núcleo, e com isso, aumentam as probabilidades dum ecossistema extra-terrestre.

Esperam-nos grandes descobertas nos próximos anos :)

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

O princípio da Era Moderna do Homem?

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Giant laser reaches key milestone for fusion 

 




The world's largest laser is approaching the long-sought goal of igniting a fusion reaction that produces more energy than the laser delivers.
Lasers are intended to do this by super-heating a fusion fuel pellet until it implodes, heating and compressing its central core to the temperatures and pressures needed for nuclear fusion.

Past experiments have been plagued by irregular implosions that wasted most of the input energy. But now, researchers led by Brian MacGowan of the Lawrence Livermore National Laboratory in California have managed to squeeze targets of material into spheres rather than pancakes or more lopsided shapes, paving the way for future attempts at fusion.

The work was performed at Livermore's 192-laser beam National Ignition Facility (NIF), which began operating in 2009.

The team used targets that did not contain the key ingredients for fusion – two isotopes of hydrogen known as deuterium and tritium. But the symmetrical implosion of the targets suggests that NIF should be able to ignite fusion with laser pulses of 1.2 to 1.3 megajoules – well below its full 1.8-megajoule capacity.
"From everything we can see, we're on the right path here," Jeff Wisoff, a top NIF manager told New Scientist.

Researchers spent last year slowly cranking up the output of the laser, ultimately reaching a total energy of more than 1 megajoules. Now they're pausing to mount new instruments on the 10-centimetre-thick aluminium target chamber and to install giant concrete doors to contain neutrons they expect to produce in future fusion experiments.

In a few months, they will begin testing a series of new targets designed to assess beam interactions and compression. If all goes well, they could try for fusion ignition by the end of the year. 
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in NewScientist

Isto a ser conseguido, vai ser um grande passo à frente. Energia limpa, abundante e barata, auto-sustentável.Quero fusão nuclear o mais rápido possível!

Andem lá com isso crl!!!

http://www.lancs.ac.uk/ug/hussainw/fusion.jpg

domingo, 24 de janeiro de 2010

Há Vida na Terra!!!! Wooooow...

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Sonda lunar detecta vida no Planeta Azul

Redação do Site Inovação Tecnológica - 11/08/2009
Sonda lunar detecta vida no Planeta Azul
Imagens da Terra captadas pela sonda LCROSS a uma distância de aproximadamente 360.000 km.[Imagem: NASA/Ames Research Center]




Há, possivelmente, vida na Terra
Uma sonda espacial orbitando a Lua detectou sinais de vida na Terra! Seus instrumentos científicos ultraprecisos detectaram, na atmosfera do planeta azul, sinais de água, ozônio, metano, oxigênio, dióxido de carbono e, possivelmente, vegetação!

Não, você não leu errado e isto não é uma brincadeira. Mas é um treinamento. É o "treinamento" dos instrumentos científicos a bordo da sonda lunar LCROSS, cujo principal objetivo é localizar água na Lua.

Impacto profundo na Lua

Para tentar encontrar água nas crateras congeladas da Lua, o último estágio do foguete Atlas que colocou a LCROSS no espaço será usado como um projétil que deverá alvejar uma cratera no lado escuro da Lua.
A própria sonda estará logo atrás, na mesma rota do projétil, e usará seus instrumentos científicos para mapear a "assinatura química" da poeira lunar que se levantará em razão do impacto.

Etapa de calibração

Todos os instrumentos científicos a bordo das naves e sondas espaciais precisam passar por um período mais ou menos longo de calibragem, durante o qual os cientistas se certificam de que os equipamentos estão se adaptando bem às condições do espaço.

No último sábado, os cientistas responsáveis pela LCROSS resolveram fazer o teste definitivo da precisão dos seus instrumentos. Eles viraram a sonda para a Terra e procuraram traços dos mesmos elementos que estão procurando na Lua. E, bingo!, há chances realmente muito grandes de haver vida na Terra, disseram os instrumentos.

Olhando a Terra do espaço

Durante o exercício, os cientistas comprovaram o funcionamento de todos os instrumentos científicos, checaram seu alinhamento e fizeram a calibração final dos comprimentos de onda captados.
"A olhada para a Terra foi um sucesso," disse Tony Colaprete, coordenador da LCROSS. "Os instrumentos estão todos funcionando bem e as equipes científicas foram capazes de coletar dados adicionais que irão nos ajudar a refinar nossas calibrações desses instrumentos."

O choque da LCROSS com a superfície lunar está previsto para acontecer no próximo dia 9 de Outubro.

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in Inovação Tecnológica

Antes de mais...duh, né?Isto já aconteceu, mas aparentemente esqueci-me de submeter o blog e estava apenas como rascunho. Damn. Enfim, como acabei de mudar as opções de edição daqui do blogger, aproveitei para des-rascunhar isto.

Falando sobre o tema, estes novos instrumentos teriam dado jeito era nas "Voyager´s".

Agora que estão na fronteira final da Heliosfera, quase em espaço profundo, fora da influência do Sol, ficam com mais hipóteses de se aproximarem dum exoplaneta. Talvez um dia haja novas sondas com mais recursos a pesquisar vida fora desta Bola Azul.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Aquecimento Global...ou Lavagem Cerebral?...


http://mikeely.files.wordpress.com/2009/12/global_warming.jpg

Boas

Eu por acaso sou daqueles que sempre foram meio cépticos quanto à totalidade da culpa do Homem Moderno...ou melhor, Homem Pré-Histórico do meu blog sobre a extinção, em relação a isto do Aquecimento Global.

Há várias coisas que não fazem sentido nisto tudo. Mas que fazem, se as respostas que procuramos forem encontradas pelas perguntas que eles (políticos) não querem que se faça.

Tomem o caso dos incentivos ao abate. Dão dinheiro para comprar um carro novo, que gaste menos e polua menos.
Acontece que vários estudos já começam a indicar que é mais "limpo" manter um carro velho a andar, que fazer um de raiz.

E esta, hein? As coisas que eu sei pá...

Na realidade, esta coisa dos incentivos é apenas uma forma de financiar a indústria automóvel numa época de recessão. Apenas e tão somente isso, porque novos carros, maiores impostos e maiores taxas de circulação para cada Estado, fora as taxas adicionais.

Isso e a hipocrisia dos híbridos da moda.

Muita gente arma-se em amiga do ambiente, só porque tem um "lentium" destes. Fazem questão de se gabar que é um carro "verde".

Bom, este é verde:

http://photos.webridestv.com/datastore/images/user/6cb17209f9350f5be85bbceb05a8c6ce/fake_solar_prius_103743_20080708_l.jpg

e este também:

http://www.bmwblog.com/wp-content/uploads/green1.jpg

Belos tons de verde, não acham? E pensam agora que tou parvo, e é um absurdo eu estar a insinuar que são duas faces duma mesma "verdeza".

Acontece que eu desde que vi isto alguns tempos atrás, confirmou o que pensava. Mas vejam por vocês mesmos:



Ou seja, esta coisa do motor eléctrico, baterias e "verdeza", esbate-se num ponto crítico, que é o peso que aquele motor 1.5l tem que aguentar, e acaba por poluir mais que um BMW M3 em confronto directo, bem como no seu fabrico de raiz.

Num dos meus blogs mais antigos, frisei na altura que continuo à espera que haja mais formas de locomoção a serem "tratadas" da forma persecutória que o carro, e automobilistas, o são.

Um super-cargueiro polui mais que um carro.

Melhor dito, 15 dos maiores navios do Mundo, poluem mais que todos os carros presentes no Mundo, actualmente.

Nem vale a pena falar em aviões, bem perto da atmosfera, e no numero cada vez maior de ligações aéreas.

Nem vale a pena falar nas industrias, cuja poluição nem é sequer fiscalizada como um carro tem que ser, na inspecção obrigatória anual.

Aliás, isso é apenas mais uma taxa que pagamos para nos reprovarem carros velhos, temos que pôr merdas que não põem a segurança em causa e pagarmos IVA das mesmas, para dar ainda mais dinheiro ao Estado.

Porque eles querem é um carro novo nas estradas, rende-lhes mais!

Duvidam?

Tenho um caso engraçado como meu anterior Punto, onde o meu "mija-mija" traseiro não funcionava. Foi-me anotado que teria que arranjar aquilo porque é uma falha de "segurança", porque sem ele, não posso olhar para trás se estiver sujo.

Certo. E eu perguntei:

"-Se você está a gozar comigo, tudo bem. Se não está, diga-me porque tenho eu que fazer isso por causa da "segurança" e aquele Mercedes C180 ali à frente não precisa!"

http://images03.olx.com.br/ui/1/96/85/42659185_1.jpg

Não soube responder, ficou atrapalhado, mas como o meu Punto tinha aquilo, tinha que ter tudo a trabalhar.
Lógica? Nenhuma. Palhaçada? Alguma. Taxa adicional? Completamente!

Ou seja, sobra para nós, motociclistas e automobilistas, que precisamos duma mota ou carro para nos deslocarmos sem termos que preocupar com o facto de, fora das cidades, em algumas zonas mais rurais, não haver transportes o dia todo. Alguns idiotas de merda esquecem-se disso! Se fizessem turnos nessas terreolas, pensariam melhor!

Estes políticos da treta, que fizeram uma palhaçada total em Copenhaga, que fazem enormes viagens, seja por estrada ou ar, às nossas expensas, poluem mais que eu, mas não pagam mais que eu, que me venham agora explicar, já que me acusam de ser poluidor só porque preciso dum meio próprio de locomoção, o porquê disto!:

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Century-Old Antarctic Station Shows Warming

Weather data from the past 107 years have revealed a warming trend since the 1950s.


Records of more than a century of weather data from the southern hemisphere's oldest, coldest weather station have revealed an extraordinary burst of warming since 1950 -- but it's not all caused by global warming.
The base at the Islas Orcadas, a remote band of land that looks as if it's been whipped off the tip of the Antarctic Peninsula, was founded by Scots in 1903, and has been manned by Argentines ever since, all of whom collected daily weather data.
That longevity is paying off in terms of getting a better grasp of southern climate changes, explains NOAA climate researcher Susan Solomon and her colleagues in the Jan. 2010 issue of the Journal of Climate.
The Orcadas weather data were the culmination of years of searching for old records that contained daily weather information from the Antarctic. Such records are especially useful because they reveal extreme warm and cold weather days, all of which are lost in the easier to locate monthly mean records, she explained.
"It turns out to be a fascinating record," Solomon told Discovery News. "What it shows is that there have been changes in the extremes and changes in the actual cycles."
The Orcadas record shows that summers at the base have been warming up since the 1950s. However the warming is probably not primarily caused by global warming, Solomon said.
"A big chunk of that is how the way ozone changed the circulation patterns," she said. A gigantic ozone hole has been forming over Antarctica every southern spring since the 1970s.
The ozone hole has cooled the stratosphere over Antarctica. That cooling has filtered down to the lower, much thicker part of the atmosphere where all the weather happens: the troposphere.
That extra bit of cooling tends to reinforce the circular cold airmass that can form atop Antarctica called the polar vortex.
"The region outside of the vortex, like Orcadas, is much warmer," Solomon said. "So Orcadas is in a special situation where it's getting much less of the cold waves."
"There was a little bit of that effect before the ozone," she added, which can be attributed to global warming.
"It's quite difficult to tease these out," said climatologist Gareth Marshall of the British Antarctic Survey. One of the things that supports the ozone hole scenario is computer modeling, which reproduces the effect, he said.
Whatever the cause, said Marshall, "Orcadas has probably warmed more than any other area in the last 50 years." And that alone makes it worth a closer look.
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in Discovery News
Andavam na net alguns rumores que isto já era conhecido faz tempo. Não gosto de falar em rumores até haver coisas palpáveis. Como esta.
Leiam. Leiam tudo o que está nessa página. Juntem o que escrevi acima, o vídeo acima e comecem a fazer as perguntas que eles não querem que se achem as respostas!
O facto é que adormecidos no capitalismo, que mesmo assim, prefiro à ditadura ou ao comunismo, vamos continuando cegos com estas jogadas de bastidores, estes alertas, este gerar de pânico.
Um pouco como as gripes estranhas que do nada aparecem, e laboratórios milagrosamente têm uma cura, vendendo que nem uns loucos e facturando que nem uns malucos.
Certo é que a gripe suína e a gripe A fizeram menos mortes que as gripes normais...
Estranhas coincidências e modus operandi estes, hein?...
Olhem, a Guerra do Iraque, por exemplo. Ahhhh e tal, ameaças, medo, pânico, restrição de liberdades, privacidades devassadas e o crl, e afinal...pffft.

Acham mesmo que Copenhaga ia resolver alguma coisa agora? Eles sabem que não. Não é preciso.
Basta apenas manter no ar a ameaça do aquecimento global e fornecerem-nos brinquedos ecológicos para compra, para lhes pagar os ordenados e os tachos.


Em planeta de cegos, quem tem dois olhos é Rei!
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[Edit]- A GRANDE FARSA DO AQUECIMENTO GLOBAL 1 / 8

 A GRANDE FARSA DO AQUECIMENTO GLOBAL 2 / 8

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