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domingo, 1 de julho de 2012

Epic game is epic

http://img36.imageshack.us/img36/5764/01072012959.jpg

E chegou, finalmente. Fiquei a saber que a Shop.to.net já não trabalha com os CTT, o que é muito fatelo.

De resto, voltemos ao jogo.

O que é que pode correr mal aqui?

Uma cheerleader bombástica com mamas grandes, a matar zombies com uma serra mecânica enquanto tem a cabeça do namorado agarrada à peida.

epic game concept is epic xD



(Este blog foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.)

domingo, 6 de maio de 2012

Peugeot 908 HDI FAP - 24h Nürburgring no GT5, noite






The Nürburgring type V.






Night time, lap 60, 8:17ish hour of 24. Gran Turismo 5

No, it's not my PSP's camera fault that one can not see a bloddy thing. It is just like this for real!

Fucking awesome! One mistake, you're out. One hesitation, you're out. A slight miscalculation overlapping, you're out. If you don't know every single corner, you're so out. Babe texts when exiting the pits, almost got out! xD (yes, the Final Fantasy VII victory music is my text music)

I love Nurburbring!

(the reason why I don't have any laptimes, speedo and stuff is because I get momentarily distracted with something and crash out.

p.s. - High beams suck big time! They are good for nothing 99,9999% of the time. What's the fucking point in that Poliphony Digital?! )

(Este blog foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.)

domingo, 22 de abril de 2012

Boas
Antes de começar, ESTE NOVO LOOK DO BLOGGER É UMA MERDA!

 E finalmente, tá feito. Ao todo completei as 24h, mais uns pózinhos, em Le Mans.


Apesar de ter feito isto numa semana, foi absolutamente intenso fazer esta prova, especialmente tendo em conta que pelo menos 18/19h foram feitas com chuva a 100%, tal como me tinha acontecido nos 1000Km de Suzuka.

Comecei a corrida em modo "sprint", onde apostei numa combinação macios/médios, dando bons tempos, mas depois de ver que não conseguia fazer mais que 2/3 voltas de jeito, comecei a usar duros/duros, que me permitia fazer 6/7 voltas, e em cada pit, a meter cerca de 55/60Lt de combustível, porque era mais ou menos ela por ela com o consumo dos pneus.

Até à quantidade de chuva ser de 65%, os slicks trabalhavam mais ou menos, mas aos 70%, intermédios tornaram-se obrigatórios. Aos 97%, pneus de chuva mesmo, e foram até ao fim.
Em modo FEM (fuel economy mode), conseguia tirar cerca de 12 voltas deles, mais 3 ou 4 que os outros carros, e acabou por ser uma boa táctica para ganhar vantagem.
Adorei ter feito isto, e para as 24H de Nurburbring, já tenho um novo carro:


                                                         Peugeout hDI 908 FAP

Pelo menos este é Premium e se chover, tenho limpa pára-brisas e melhor iluminação.

Fica então aqui o "filme" das várias fases até ao vídeo das últimas 3 voltas que felizmente deu para mostrar bem as dificuldades que na vida real devem ser para estes pilotos.

Muito, mas muito respeito por estes pilotos.


 

(Este blog foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.)

sábado, 11 de fevereiro de 2012

D.L.C. - Dinheiro Levado Compensa?

Boas

Antigamente, no tempo dos dinossauros e Lili Caneças, que infelizmente sobreviveu ao meteoro, a malta gamer quando investia num jogo esperava que esse jogo viesse completo.

Claro que no tempo do ZX Spectrum havia quem "abrisse" o jogo para fazer uns cheats e umas "melhorias", mas isso é outra conversa.

Fosse a Master System, NES, Megadrive ou SNES, Saturn ou N 64, mesmo o Atari 2600 ou o Commodore Amiga, quando comprávamos um jogo, o jogo encerrava-se num cartucho, ou num CD nas PSX's/Dreamcast, ou recentemente num DVD como PS2 e Xbox.

Claro que bugs seriam impossíveis de melhorar e evitar o seu uso para a batota, mas pronto, existia um limite físico de capacidade no suporte, mais a capacidade do hardware de leitura dos dados, mas o que comprávamos, comprávamos como jogo completo.

Feito.

Terminado.

Finito.

Isso valia o dinheiro empregue. Os nossos feitos seriam sempre isso. Feitos. Com skill ou cheat. Mas seriam iguais para todos. Lembrem-se disto.

Com o advento das consolas com ligação à net, a coisa mudou de figura. Não tanto ao início, mas de repente, alguém teve a ideia de, já que os jogos são instalados no disco, se podem melhorar bugs e afins, para uma melhor jogabilidade:

Patchs.

Pah, por mim, tudo bem. Já que estão a transformar um item de divertimento ocasional numa espécie de PC, é o mínimo para transformar os jogos em algo cada vez melhor, sem bugs ou problemas a correr no hardware.

Infelizmente, alguém pensou que poderiam cobrar por conteúdo adicional apenas por vaidade, futilidade ou obter benefícios sobre todos os outros.

O famoso DLC
- Downloadable Content.


http://4logpc.com/wp-content/uploads/2012/01/DLC.jpg

Por um lado, concordo com o conceito. Sendo que os jogos são muito caros, quanto mais se aumentar a longevidade, a um preço acessível, com coisas novas, tudo bem.
É sempre uma boa razão para, depois de 5 ou 6 meses, dar uma lufada de ar fresco a esse jogo já encostado às boxes.

Acaba por valorizar novamente um título.

Bons exemplos dum bom DLC são os Liberty City Episodes, jogos por direito próprio, os Guitar Hero com novas faixas, e as várias mesas do Zen Pinball, por exemplo, onde perco horas e horas.
Aliás, tudo o que seja Rockstar é bom.

Infelizmente, a ganância anda a mudar a indústria.

  • Temos jogos em que o DLC está bloqueado no próprio BR.
  • Temos jogos que são amputados de episódios-chave e não fazem todo o sentido.
  • Temos jogos que ainda nem lançados foram no mercado, já estão a anunciar que vão ter DLC's, que é a coisa mais ridícula que existe! Anunciar que vão cobrar a mais, por jogo a menos! Patético!
  • Temos jogos onde podemos passar 30h a fazer leveling para passar um nível e com uns cobres, compram-se as armas mais poderosas, melhores armaduras, papinha feita.

Significa que qualquer tótó pode ter do melhor sem esforço, basta abrir a carteira, e gabar-se disso.

Pra mim é estúpido.

Ou seja, pagamos do belo por um jogo incompleto. E se queremos algo completo, temos que o pagar, muitas vezes às prestações.

Sinceramente, não entendo a panca dos mapas nos FPS's. Yá, andam por ali, bang bang bang, gastam 20/30€ e daí a uns anos, quando o servidor for desligado, é dinheiro sem uso.

Porque é preciso mapas adicionais com prazos de validade?...I don't get it. Não há um jogo pago?!
Porque não fornece ele os locais logo de origem, especialmente pra multiplayer? E vocês vão nisso!?

Pah, eu ando a jogar Sega GT na minha Dreamcast, e é de 2000! Tenho um jogo completo! E se enfiar o cartucho do Streets of Rage na Megadrive, tenho um jogo completo.

Mas claro que vão nisso. Por isso é que cada vez vos vão chular mais e mais.

Quem aqui com todos os mapas do K2 que continua a jogar todos os dias, levante a mão.


http://farm1.static.flickr.com/181/382581837_0d2a404b33.jpg


Bem me pareceu.

Mas podemos jogar na mesma a qualquer dia, hora e ano, Zen Pinball, ou The Ballad of Tony Gay, ou o Lost and Damned. Ou dar cabo de Zombies no Read Dead Redemption : Undead Nightmare.

Continuar a correr com novos carros/pistas do Motorstorm, Shift ou GT 5 (LOL!), continuar com fatos novos no LBP, etc.

Esta é, quanto a mim, a utilização que um DLC deveria ter. Algo novo para jogar indefinidamente, que acrescenta, mas que não completa algo deixado a semi-feito, como tem sido hábito e costume.
Não uma renda. E não com um fim à vista quando desligarem os servers.

Gostam de comprar jogos incompletos?

Eu não.

O Dinheiro Levado Compensa-vos?

Façam as contas a todos os DLC's que deixaram de usar. Juntem ao preço dos jogos. Questionem-se se realmente eles eram necessários para o preço a que se compram os jogos.

Questionem a forma fácil como pagam por migalhas.

Depois admirem-se de levarem com novas formas de serem ainda mais chulados. Mas nada como pertencer à "Elite". Ser "especial".

Esse tipo de pensamento está a dar cabo dos jogos. Depois queixem-se.



(Este texto foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.
)

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Pode a indústria dos videojogos ajudar na crise?...

Boas

Eu sou um tipo que há longos anos, mas já passando da dezena, me tenho batido contra o preço praticado em Portugal pela Música. E consequentemente, do meu segundo vício, os videojogos.

Nunca percebi a inflação dos mesmos, especialmente quando me comecei a dar conta mais a fundo dos preços practicados lá fora.
Apesar de tudo, fui um dos muitos resistentes à chamada "pirataria" consumista.

Um dos meus maiores prazeres era pegar no motão, ir à Virgin, ou Casa da Musica, ou Bimotor, ou à Carbono e trazer 15/20 CD's todos os meses. Ao fazê-lo, estava a contribuir com o IVA (na altura, 19%) para sustentar a máquina do Estado. Para pagar pensões aos velhinhos com pensões de miséria, hospitais, creches, etc..

Isto pode parecer mariquice, mas continua a ser a razão pela qual pago os meus impostos e as minhas contas religiosamente. Acredito no meu papel individual na Sociedade colectiva.

E ocasionalmente, uns jogos PSX, depois PS2, tudo inserido no meu budget mensal.

No fundo, fazia circular o que ganhava. Apesar de, como disse, estar contra a tributação de algo que é no fundo Cultura, a 19%.

Nunca vi diferença entre um livro e um CD. Ou um jogo. Logo, entrei nas petições e diversas manifestações para que fosse equiparada a taxa desses produtos duma forma fervorosa.

À medida que fui crescendo, e a taxação de 19% para 21% também cresceu, a "pirataria" começou a ser uma forma de separar o trigo do joio. Já não me podia dar ao luxo de comprar flops, como o White Irisis Blind
dos Scorn, por exemplo. Tive que começar a ser selectivo. Para grande tristeza minha, porque adorava pegar num álbum, "senti-lo" e decidir se o levava ou não.

Quase que o sentia mesmo. Era um jogo que adorava fazer, e quando o álbum era bom, ficava mesmo satisfeito pelo meu "instinto metálico" ser tão apurado.

Mas com os aumentos, reduzi drasticamente o consumo de originais, seja musical ou de videojogos. Logo, o que eu acrescentava ao Estado, por culpa da sua própria ganância imediatista, decresceu.

Isto que acabei de descrever acima deve ser entendido como um prefácio. Uma introdução.


Nos dias de hoje, com todo o conhecimento a mais, torna-se óbvio que há coisas por explicar nos preços practicados. Não consigo conceber como dei 21€ cada há uns 9 meses atrás pelo Testimony of the Ancients ('91) e o Consuming Impulse ('90) dos Pestilence
(porque andava a refazer em CD tudo o que tenho em vinil) e esses mesmos trabalhos são vendidos a pouco mais de 8/9€ já com portes vindos do UK.

O mesmo com os jogos, como todos sabemos. Não concebo como um jogo com um retail value de X, lá fora é vendido a uma taxa Y com um preço Z, mas cá é influenciado por factores estranhos que o aumentam a Z++.

E isso é fácil de ver consoante as taxas practicadas nos países
.

Se um jogo tiver um valor de, imaginemos, 45€ à cabeça, e se tiver uma taxa de 20% no UK (que na realidade são 17,5 actualmente), dá-nos um valor de 54€ (sem portes) . Note-se que fui para a taxa máxima.

Esse mesmo jogo, em Portugal, é-nos taxado a 22%, logo 71€ actualmente é o preço normal.

São 17€ perdidos algures.

O mesmo "algures" que faz com que eu tivesse pago 21€ por algo que é vendido, com portes, a 8/9€ na música.

Isso explica ter pago 48€ pelo FF XIII na Amazon.uk e não 70€, valor cá. Eu dei 5% de VAT aos bifes (OMG! Eles consideram um bem essencial um videojogo...tal como cá o golfe para elites ou ginásio para meninas ricas...), e não o valor correspondente ao Estado português.

Duma forma interpretativa muito liberal, escapo-me ao fisco pelo mesmo bem consumido duma forma absolutamente legal.

Claro que o meu caso pessoal, é o meu caso pessoal. Mas vamos ver uma coisa. Quantos de nós, gamers e musicólogos, existem?

A resposta é simples: muitos. E alguns consomem imenso.

Portugal é um país muito dado à cultura, seja sob que tipo de arte for. Isso explica, por exemplo, que se continue a ir ao cinema com preços absurdos, em salas que são uma merda, para ver filmes que, muitas vezes com 1 ou 2 dias de projecção, já têm riscos. E eu vi isso no LoTR 3, Matrix Reloaded e Harry Potter 2!

Explica a imensa afluência aos festivais de musica, ao acarinharmos bandas como Guano Apes ou Skunk Anase mesmo antes de subirem ao estrelado, ou à nossa preferência por videojogos.

Fã-clubs da Sega (que eu, orgulhosamente ainda tenho o cartão na carteira. Sou Sega fã até morrer!) ou Nintendo, revistas a elas dedicadas na altura, revistas para consolas generalistas actuais ou especializadas, todos temos a perfeita noção que nós, gamers, somos mais que muitos.

Sim, existe toda uma indústria associada que com a nossa contribuição, comprando-as, reverte para o Estado, cria emprego, dinamiza a Economia.

Todos nós dispostos a desembolsarmos dinheiro para o Estado, em software, hardware ou consumíveis diversos, nas mais variadas plataformas. Nós, Sony fãs, Xbox fãs, Nintendo fãs, PC fãs, todos nós, no mesmo barco.
Adoramos as nossas máquinas, queremos os melhores títulos e divertirmos-nos.

E o que faz o Estado com tanta vontade e gosto pela Cultura? Aumenta para 23% o IVA e cerceia a nossa vontade de sustentar o Estado, "obrigando-nos" a dar o dinheiro de impostos a países terceiros.

Acho que este é um passo errado. Porque existem as tais alternativas. E sempre que compramos lá fora, o Estado perde.

Eu adoro Portugal. Acho que, mesmo mal como tudo, no panorama político, mesmo sendo constantemente fodidos porque o alvo a abater pelas agências de rating é o Euro, não nós, somos o mais democrático, ordeiro e belo país da Europa, e do Mundo.

Não é à toa que todas as bandas que cà vêm nos adoram. Somos apaixonados. Vivemos anos sob ditadura, aprendemos a crescer, temos os nossos defeitos, é certo, mas continuo a amar esta país.

De modos que me dá pena ver que os governantes continuam a não pensar num simples facto:

O Português gosta de comer, passear e divertir-se.

Aumentar ainda mais a carga fiscal que incide nestes factores só vai fazer com que não só haja uma retracção no consumo de bens, como cada vez mais, e com mais divulgação em diversos sites e fóruns da net, o dinheiro que poderia ir parar ao Estado, vá parar a outros.

Sim, porque quando lemos que é o consumo interno a mola da economia, seguida das exportações, parece-me óbvio que é a galinha de ouro que deve ser fomentada a continuar a dar ovos.

Acredito que o nosso mundo gamer, e falo novamente de todas as plataformas, poderia ter uma importante palavra no crescimento económico caso nos sejam dadas as devidas condições,
porque temos uma das mentalidades que regem o Mundo actualmente.

Somos consumistas impulsivos, o capitalismo no seu melhor.

Só isso explica que se paguem DLC's e afins por jogos incompletos, como já anteriormente escrevi. Mesmo num país com baixos salários e fraca auto-estima.

Estamos dispostos a abdicar duma poupança minimamente confortável por mais umas horas num disco prateado, ligado a uma máquina que consome tanto como um frigorífico, logo maior conta da luz, logo mais dinheiro para o Estado, com um periférico engraçado, logo mais IVA, logo mais dinheiro para o Estado, tudo com uma percentagem destinada a pensões e subvenções vitalícias duma cambada de chulos que estão bem na vida, mas mesmo assim ainda querem mais dos mesmos de sempre.

Os chulos de sempre do Estado!

Pode a indústria dos videojogos ajudar na crise?

Sim, pode e faria isso mesmo caso condições mais vantajosas nos fossem fornecidas!

Façamos um "suponhamos":

Preferem ganhar (preço referência 45€) 10,35€ (55,35€) com IVA a 23% em 10 jogos vendidos ou 30 jogos vendidos com um ganho de 6,75€ (51,75€) numa taxa de 15%?

Falo de 103,50€ contra 202,5€ arrecadados em IVA de forma imediata nesta forma hipotética de cálculo simplista e leigo. O mais barato vende!

Menos 3,6€ por jogo, num jogo a 45€, quer dizer que a cada 12 jogos, teríamos um "de borla".

O que me irrita é que apesar disto ser hipotético, poderia muito bem ser uma realidade parecida.

Como é que alguém não vê isto, a nossa vontade de consumir, é algo que me causa estupefacção. E revolta. Porque continuaria a gostar de ajudar o meu país, fazendo circular o meu dinheiro nas coisas que gosto, para as pessoas que o merecem por determinadas agruras da vida os impedirem de ir mais à frente. Não toxicodependentes nem preguiçosos que recebem subsídios de inserção sem sequer estarem inscritos num centro de emprego!

Mas assim, é insustentável.

Irão argumentar que é imperativo resolver tudo agora, em meia dúzia de meses. Mas não se fazem omeletes sem ovos.

Um dia, quando abrirem os olhos, vão começar a querer taxar os jogos/semelhantes importados, tal como fizeram aos carros comprados lá fora ou mais recentemente, ao limite de gasolina que se pode comprar e transportar vinda de Espanha.

Mas aí eu pergunto:

"-Se a União Europeia é sinónimo de livre circulação de pessoas e bens, como é que me podem cobrar a mais por algo que eu tenho pleno direito como cidadão europeu, que é comprar onde eu quiser e bem me apetecer, com os preços nativos practicados?"


E no fim, vou continuar sem resposta quanto ao facto dos jogos encarecerem 17€ em média no território luso...


(Este texto foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.)

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Terá Alma uma história interminável?

Boas

Todos nós, meninos e meninas, temos gostos diferentes no tipo de jogos.

Ora gostamos de RPG's, FPS's, plataformas, beat-em-ups, uma mescla de todos, enfim, há sempre algo que nos faz um "clik" cá bem fundo.

Existe para mim um jogo, minto, dois, pronto, pronto, três, ok, quatro, que, acima de todos, que me marcaram ao ponto de os ter jogado incontáveis vezes apenas pelo prazer insofismável de me provocarem sempre, mas sempre o mesmo sorriso de prazer intenso de os jogar.

E eles são:

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgIHmAXxqtRUemq-WC2Q7kzptH51BYTjiOlrnppb3SG98zxG0rztSrokPHZc5HptYRrXxP6XobDAsxZVVSsmBXCxRUAem-vTWwpZuPKiaYBlzDXMXklHKroIMR4xYWnDSmm2QQZWQNYo0Q/s1600/Streets-Of-Rage-Megadrive-EUR.jpg


http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQHVLwPTlgOkZemOs9qhY9lvi0zyLhaxFmRUvL-y7UJz9ynHnB6Xyfkqs8B8Q

http://www.videogamesblogger.com/wp-content/uploads/2009/12/wing-commander-iv-ps1-box.jpg

http://downloadgamesgratis.net/wp-content/uploads/2011/05/052436e2r_solid_pal.jpg

Sim, eu sei que cheira e tresanda a bolor, mas estes títulos, todos eles, foram para mim um marco. Porque me apaixonei por eles por serem únicos, no seu estilo, no seu visual.

No "Streets of Rage", ainda hoje não há nada que iguale pegar num tubo e partir os gajos de cabelo espetado, o gordo e as gajas de chicote.

No "Final Fantasy IX", ainda hoje não há nada, mas absolutamente nada, que me retire a emoção que senti ao ver o Vivi pela primeira vez e a emoção que me deu quando ele descobre na realidade de onde veio.

No "Wing Commander IV" porque o elenco é de luxo e o guião é digno dum grande Sci-Fi de Hollywood!!! Colonel Christopher 'Maverick' Blair
(Mark Hamill
), Todd 'Maniac' Marshall
(Tom Wilson
) e Admiral Geoffrey Tolwyn
(Malcolm McDowell
)!

Ver desenrolar aquela trama impecavelmente bem realizada ao longo destes 4 belos CD's, naquela pequena máquina limitada, e fazer todos os seus finais foi absolutamente épico e glorioso! Um autêntico filme que me deu horas de prazer.

E finalmente, "Metal Gear Solid". Não descansei enquanto não salvei o Otacon e a Meryl! Tinha que conseguir aguentar a cena de tortura! Parti 4859 dedos a carregar o 0, mas consegui! Salvei o dia!


O facto é que, para mim, todos estes jogos acabaram aqui. Têm tanta riqueza, tanto empenho, que são únicos e inimitáveis. Têm Alma. Carisma. Intemporais.
Deviam ter ficado ali. Como Marylin Monroe, sempre jovem e eterna, sem envelhecer como a Sophia Loren ou a Brigitte Bardot hoje em dia.

Preservados num tempo que não passa.

Infelizmente, hoje em dia, raros são os títulos que não são únicos. O Tomb Raider é um exemplo da exploração dum filão incessante que secou, a partir de certa altura. Não se devem lançar jogos ano a ano. Deve-se criar expectativas, saudades, vontade de jogar após algum tempo, IMO.

E pior que isso, alguns passaram a ser repetições de si mesmos, com uma ou outra alteração. Eu tenho montes de beat-em-ups para a Megadrive e nenhum para a PSX. Simplesmente enjoei de coisas mais ou menos iguais.

Acontece que um dado novo começou a instalar-se na indústria de jogos.

Nunca compreendi, a partir de certa altura, lançamentos anuais de jogos de futebol como PES ou os FIFA. Lembro-me que ainda nem todo o meu PES 5 tinha acabado totalmente, nos seus múltiplos modos de jogo e campeonatos, já havia um PES 6, com a mesma mecânica, visuais um pouco mais refinados e até com os nomes reais, mas na essência, o mesmo jogo.

Que raio, gosto de jogar um jogo, saboreá-lo e apreciá-lo com tempo, não de me empanturrar feito gordo badocha a devorar uma prateleira de éclairs e pasteis de nata numa qualquer pastelaria!

E muitas vezes, nem se vê diferença entre os bolos.

Olho para estes CoD's e MW's e a mecânica é a mesma, um ecrã, uma arma dum lado para o outro, nem há preocupações em animar como deve ser a personagem, e o sumo da história, o guião, a ser abandonado a favor dum consumismo imediatista do multiplayer.

Deu-me gozo jogar o K2 porque havia uma história por trás, mas que caramba, este jogo tem um carisma impressionante!, e estas coisas de FPS's a mim nem me assistem.
E sim, o Medal of Honor Frontline foi algo que adorei jogar, mas chega a um ponto que já há tanta coisa igual, que me saturou, tal como antes os beat-em-ups.

Da mesma forma, o God of War tem 3 dos melhores títulos de sempre em 2 plataformas Sony, com uma prequela deveras impressionante na PSP. É o guião, mais que tudo, e a beleza da mitologia grega, que nos mantém agarrados a fazer button mashing como se não houvesse amanhã.

No entanto, até já esta franchise, como pomposamente começaram a chamar, começa a ser demais. O "Ghost of Sparta" já está a mais, e todos nós sabemos que o GoW4 seria uma realidade depois daquele final.

Houve o "inFamous", original, mas apressaram-se a fazer um 2.0 quase logo a seguir, o "Uncharted", com os seus descendentes a uma taxa de lançamento quase pegado, vamos ter o Prototype 2, The Darkness 2 e por aí agora, todos com pequenas mudanças no visual, mas começa a saturar o que realmente faz um jogo. A história, a sua razão de ser.

Porquê?

Porque esgotam o filão das boas ideias? Porque não deixam esses jogos descansarem mais tempo? 3/ 4 anos entre eles. Não digo os 10 anos do Duke Nukem, que isso foi ridículo!, mas porque mandam tudo ao mesmo tempo, com pouco espaço entre eles, saturando o mercado com ideias já vistas, onde as novidades se resumem a alterações que muitas vezes até podem ser feitas no jogo original via um DLC?

Afinal, o motor gráfico é 99% das vezes, o mesmo!

Mas é isso e as modas.

Temos o exemplo do GoW3, Dante's Inferno e Darksiders, tudo lançado num espaço de menos de 6 meses. Tudo num mesmo filão.
Temos o FF XII, Valkyria Chronicles e o White Knight Chronicles também num mesmo tempo espectral de lançamento.
Agora, CoD4, BF 3 e MW3, seguidinho.

Porquê? Torno a perguntar.

Porque é bom para a carteira deles, dirão vós. Mas este confronto de editoras com produtos semelhantes só me satura.

Sou um "romântico" ingénuo em muitas coisas, admito-o. E sem problemas.
Custa-me pagar por coisas que nada mais são que cópias.

Talvez seja por isso que os mais atentos tenham reparado que as minhas escolhas acima são jogos antigos. É que mesmo os que tiveram direito a sequelas, com tempo de descanso entre eles para não enjoar, foram, no mínimo, escritos de novo.

"Tudo o que tem um Princípio, tem um Fim."



É quando terminam de vez que se tornam especiais.

Grande parte dos jogos intermináveis actuais de "copy/paste" são coisa que a mim não me assiste!



(Este texto foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.)

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

PSP2 revelada

Boas

Depois de muitos rumores, eis que sai a PSP2. E posso desde já adiantar quer...tou desapontado.

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Next Generation Portable (NGP): All The Early Details

Today in Tokyo, Sony Computer Entertainment Inc. announced the next generation portable entertainment system (codename: NGP). NGP will make its debut at the end of the 2011, but here’s everything you need to know right now.

Key NGP features:

  • Multi-touch 5-inch organic light emitting display (OLED) as the front display
  • Multi-touch pad on the rear of the device
  • Dual analog sticks
  • Two cameras (front and rear)
  • Software titles on small, dedicated flash memory-based cards
  • Three motion sensors, gyroscope, accelerometer and electronic compass
  • Wi-Fi and 3G network connectivity
  • PlayStation Network access, including “”LiveArea™”, “Near” and “Activity” log features Trophy Support
  • NGP will be able to play PSP titles, minis, PS one classics and video from the PlayStation Store, as well as all games newly released via PlayStation Suite.

Technical Specs:

CPU ARM® Cortex™-A9 core (4 core)
GPU SGX543MP4+
External Dimensions Approx. 182.0 x 18.6 x 83.5mm (width x height x depth) (tentative, excludes largest projection)
Screen
(Touch screen)
5 inches (16:9), 960 x 544, Approx. 16 million colors, OLED
Multi touch screen (capacitive type)
Rear touch pad Multi touch pad (capacitive type)
Cameras Front camera, Rear camera
Sound Built-in stereo speakers
Built-in microphone
Sensors Six-axis motion sensing system (three-axis gyroscope, three-axis accelerometer), Three-axis electronic compass
Location Built-in GPS
Wi-Fi location service support
Keys / Switches PS button
Power button
Directional buttons (Up/Down/Right/Left)
Action buttons (Triangle, Circle, Cross, Square)
Shoulder buttons (Right/Left)
Right stick, Left stick
START button, SELECT button
Volume buttons (+/-)
Wireless communications Mobile network connectivity (3G)
IEEE 802.11b/g/n (n = 1×1) (Wi-Fi) (Infrastructure mode/Ad-hoc mode)
Bluetooth® 2.1+EDR (A2DP/AVRCP/HSP)

Games Shown or Mentioned (Titles Not Final):

  • Killzone
  • Uncharted
  • WipEout
  • LittleBigPlanet
  • Call of Duty
  • Resistance
  • Little Deviants
  • Hot Shots Golf
  • Reality Fighters
  • Gravity Daze
  • Smart As
  • Broken
  • Hustle Kings

It’s still early going, so we understand that you likely have questions not addressed here. Details such as release date, price, and more will be announced in due course. We’ll keep you updated.

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in blog.eu.playstation

Os rumores apontavam para algo mais tipo smartphone. Isto é uma PSP com esteróides.

Suporte 3G, mas não vejo UMTS nem GPRS para zonas sem cobertura, não vi confirmado o Android como SO. Logo, tou de pé atrás.

Organic OLED e capacitive touchscreen levam-me a crer que a bateria tem uma duração de pouco mais de 2h se tanto. Não acredito que coisas destas que puxam muito por carga se tenham tornado económicas, ou que haja uma central nuclear como bateria.

Que eles não mencionam sequer, o que é estranho, pois estou muito mal habituado a ter a minha mais de 9h ligada como leitor mp3 ou 3.30h a jogar intensamente.

De resto, funções in built.

SixAxis, dispenso. Tal como os 2 analógicos. O GPS, se for como a banhada do Go! Explore, vai ficar sem updates, o que cedo o torna inútil.

Mas pior que isso é que o tamanho pouco é alterado. Os rumores apontavam para um smartphone, um pouco na bitola dum iPhone, que é o líder de mercado.

Andar a telefonar dum "tijolo" só se fosse dum Nokia Communicator! Agora, assim, qual é a mais valia?

Os jogos, são repetidos, que é mais uma forma de novamente se pagar pelo que já se tem.

Sinceramente, acho que isto vai ser mais um flop como o Sony Eriksson Aino e a PSP Go.
Se fosse para ter um smartphone, ainda estaria interessado. Agora, uma PSP com alguns extras, os quais não acho minimamente interessantes, não me capta a atenção.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Agora já sei como se fazem bons tempos...

Boas

Tou farto de ver putos a gabarem-se de bons tempos no GT5, e isto e aquilo.

Sempre soube que me cheirava a esturro. Porque tenho todas as ajudas desligadas.

Ontem comprei o meu primeiro super-mega-hiper carro.

Audi R10 TDI Race Car ´06

http://img96.imageshack.us/img96/7206/nrburgringgpf.jpg

Basicamente, uma mera diferença no controle do acelerador ao sair duma curva de 300RPM quando vamos a 3500RMP, apenas dá para virar 360º em 4ª velocidade!, porque aparecem no gráfico de potência mais perto de 250Cv assim de repentes. É preciso muita habilidade mesmo para se conduzir "hardcore".

Depois de muitos piões e tentativas para acertar a suspensão como quero, achei um setting porreiro. Selvagem, mas porreiro.
Lembrei-me de activar uma das ajudas de controlo forçado, só para ver a diferença.

Realmente, nada a ver. Dócil como um poneizito. Por isso afirmo, a maior parte (99,9%) das gabarolices que tenho visto é com ajudas gay.

E eu jogo com SixAxis. Não tenho volantes XPTO nem o crl. Que só isso são, pela minha experiência no ranking online do GT 5 Prologue, menos 2s que eu faço. Isso deveria valer alguma coisa.

Digo eu.

[Edit] - Eu sei que tenho andado a bater nisto, que só acho defeitos e tal, mas como é lindo correr no cockpit deste R10.
Assustador, mas lindo.

[Edit 2] - Ok, admito TCS - 2 à chuva. porque acabei de a experimentar pela 1ª vez. É impossível guiar sem ser assim, lol. Brutal.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

1ª prova a sério de Endurance no GT 5 - 4h Tsukuba

Boas

E finalmente estou no ponto em que as corridas a sério começam. Campeonatos e Endurances.

Aqui está, em toda a sua glória, o último segundo da minha corrida:

http://img63.imageshack.us/img63/3667/21122010216.jpg

Infelizmente começo a ver que nem aqui me safo de criticar. Eu explico.

Num GT, o objectivo é ganhar. Não é 3º lugar, não é 2º lugar. É ganhar. E sou bom nisso.
Basicamente não é apenas meter potência num carro e correr. Nada disso.

Temos que saber que carro adquirir para cada prova, qual o seu potencial de antemão, ganhar provas mais fracas com outro carro mais fraco até se poder kitar, passar uns tempos a afinar a suspensão, importante nas Endurances por causa do desgaste dos pneus, diferenciais e aerodinâmica e depois sim, ganhar.

Sim, é estilo RPG. Power leveling para depois arrasar!

Antigamente num GT, ganhava-se a corrida, ou um campeonato e depois vinha o bónus dum carro adquirido, que poderia ser vendido por bastante graveto. Isto ajudava a manter as finanças em dia e a evoluir, tendo em conta que as recompensas eram boas.

Neste GT, não.

Prémios baixos, carros caros, uma forma aleatória de obter carros, semelhante ao GT PSP, que é a coisa mais estúpida da Terra, obrigando-nos a ficar encalhados à espera dum certo carro para acabar um determinado campeonato (só aparecem de tempos a tempos), enfim.

Anteontem veio mais um patch (v1.05) para corrigir erros de palmatória. Um deles cria um concessionário que alberga precisamente esses carros que nos encalham.

Outra modificação, uma zona que tem provas de muito dinheirinho disponível.

Isto é assumir o erro claro de casting. Não mexessem na merda dos concessionários. Funcionava bem desde o primeiro GT.

É ridículo um concessionário de carros novos ter um ou dois modelos, quando em todos os outros GT´s existiam uma catrefada deles, com a sua zona de afinação, com as suas próprias provas, permitindo uma longevidade maior no jogo, e um melhor desempenho.

Ao todo, com pausas, passei 6h para fazer isto e obter uns meros 193.000Cr.
Numa mera corrida, na nova zona, pode-se obter 1.000.000Cr com menos de metade dum terço do esforço.

Patético!

Ao fim ao cabo andei eu a fazer a coisa como deve ser e qualquer caramelo agora não só me passa em nível, obtido com muito trabalhinho, como em graveto só porque faz uma ou duas provas.

Ou então vão pró online e a experiência lá, conta para o ranking. O que é estúpido, porque sempre me caguei pró online e quem souber como mandar os outros pra fora de pista, tá lançado!

Um ano de adiamento, 5 anos de espera, promessas dum jogo perfeito e tudo o que vejo é erros, erros e mais erros.

Frustrante, para dizer o minímo!

E mais grave, no GT3 e GT4, se iniciássemos um campeonato, com 10 provas, de 20 voltas cada uma, poderíamos entre provas gravar o jogo, e quando retomássemos voltaríamos a esse campeonato.

Aqui não. Ou se faz tudo, num dia, ou nada. Só é bom para aqueles putos estúpidos que não fazem a ponta dum corno nem têm vida, com a mamã a fazer a comidinha e a dar à boquinha do menino. Depois ainda se gabam que fazem tudo porque os outros não se aplicam.

Yep, já vi isso.

Da mesma forma, como é que eu vou fazer uma prova de 24h se nem o B Spec para me tomar o lugar à noite dá? Para que servem os pilotos que tou a formar?! Para me irritarem os nervos com os erros estúpidos da IA???

Porque não há saves nessas provas? Alguém percebe isto?!

Eu não! Não percebo como se arruinou um jogo que poderia ser um marco nos jogos.

Mas tendo em conta os 6 anos de espera do GT PSP e ver a merda que deu, eu não tinha muitas esperanças mesmo.

É que nem nas coisas simples acertaram.

No Zen Pinball eu tenho a música da minha biblioteca PS3 a bombar. Álbuns que lá tenho e tudo corre sobre rodas.
Neste GT5, existia a opção de ter o mesmo, mas apenas para a corrida, sabe-se lá porquê.
Tudo bem. Desligo a ESTÚPIDA musica dos menus.

Este patch veio dar a opção de ter também a nossa música nos menus. Porreiro.

O problema é que, mal se acaba a corrida, a música volta à por defeito. E agora, quando desligo a máquina, a musica do jogo volta também ela à opção por defeito.

Como é que numa coisa SIMPLES fazem merda???? Como???

Sinceramente, estou tão desiludido que me apetece vender a ps3.

Mas depois lembro-me do God of War 3, o único jogo que até agora me encheu as medidas e entregou, a HORAS!!!!, tudo o que prometeu, e mais.

domingo, 5 de dezembro de 2010

The Real Nurburbring Simulator

Palavras para quê?...



Ontem atingi o nível suficiente (20) para fazer o "The Ring" pela primeira vez na primeira prova da secção "Radical". Em A-Spec, não em B-Spec como alguns.

Simplesmente lindo de morrer!

domingo, 28 de novembro de 2010

Pensamentos sobre o GT 5

Boas

Ainda não tinha aqui escrito o que penso a sério sobre isto. Fui dando tempo ao tempo para ver se era de mim o problema. Porque sou muito crítico e objectivo.

Especialmente num GT, que é o jogo que me leva a comprar uma consola. Tudo o resto é mera palha até ao meu GT. É isto que me faz jogar. E apenas isto.

Eu, a pista, um carro, horas a testar afinações por mim, um sorriso nos lábios, preocupações fora da minha cabeça.

Começo pelo livro "Apex". Estou simplesmente apaixonado por ele.

Está maravilhosamente bem construído, bem fundamentado, bem ilustrado, e altamente interessante na forma como descreve os materiais desde a construção no seio das estrrelas, às forças físicas inerentes a um corpo animado de velocidade. Muito, muito bom até agora, ainda não o acabei de ler.

Agora, GT5:

Como já disse antes, a minha primeira corrida foi com o Tommy ZZ, imensamente divertido de conduzir, seja como stock "as is" ou depois de se ir kitando.

Pessoalmente costumo sempre começar pelas embraiagens (muito importante quando não temos dinheiro, maximiza as passagens de caixa e torque dando uma vantagem importante em curvas) , volantes motor (igualmente importante, reduz o atrito móvel no motor, fazendo com que suba de rrotações melhor devido a uma menos massa centrífuga)e escapes, retiro alguma massa inercial, depois ir aumentando a potência, suspensão etc, vocês sabem do que tou a falar.

Mas dei por falta imediatamente dos travões de corrida. Não os achei em lado algum. A mordida de travões de corrida é completamente diferente duns stock, especialmente quando a cavalagem sobe.

Não gostei tambem de ter imediatamente o repartidor de travagem. Não faz sentido.

Gosto da fisica até agora, nada a ver com a estupidez da GT Academy, onde um 270Z com uns pneus 285/290 sub-virava a 60 km/h, coisa que eu com os meus 155 montados em curva não faz! Nem um Fiat Uno, que é a coisa mais perigosa que já conduzi!

Mas sinceramente, estar ansioso para ver o meu primeiro replay e ver uma amálgama de reflexos em vez do carro, é inadmissível! Se o carro é vermelho, quero ver o vermelho. Não é um espelho com rodas que está ali. Tanta coisa com os reflexos e o exagero é simplesmente estúpido.

Depois isto dos premium e standard sempre me cheirou mal. E confirmei nesse mesmo replay.

Aliás, acrescentando, é ridículo não poder usar um carro standard no photomode. Até eles censuram a sua própria criação.

Uma curva é uma sucessão de pontos sem ligações rectas entre si. Se um óculo é um círculo, quero ver um círculo. Se uma cava de roda é um semi-círculo, quero ver um semi-círculo.

O que não quero ver num jogo HD é uma modelagem de carro PIOR que no GT3!, feito de pequenas rectas onde deveria ser um arco limpo ou um semi-círculo limpo!

Inadmissível!

Passemos às vistas. Habituei-me no Prologue à vista interior. Da mesma forma que no primeiro GT me habituei à bumper-cam e a mudanças manuais para passar as licenças.

Da mesma forma, actualmente não consigo jogar com TCS e ESP, porque me habituei no Prologue aos gatilhos de tal forma que tenho que jogar assim. Mesmo no GT PSP.

Não consigo é sair duma vista para a outra e manter a minha consistência.

Porque é que é dada importância a carros inócuos como o "cesto de pão" e os dois carros da II WW, com tudo o que é interiores se:

  • a) Não interessam para correr
  • b) A pista fica para a frente, e para trás nem quero saber? Interessa-me mesmo ver os bancos e laterais a correr? Epá, faziam a parte da frente e que se lixe a de trás em todos os carros! Simples.

De que me vale ter as costuras dos pontos no cabedal perfeitas em premiums, a maior parte dos quais não me vai interessar, se depois, pelo que vejo, tá tudo tosco e mal modelado nos standard, para um jogo HD?

Outra coisa que não gostei. No outro dia meti a rodar o GT3 just for fun. Aquela apresentação continua um marco, uma coisa por demais. A do 4, também está brutal.

Esta, perdoem-me, mas está uma...nem vou escrever. Aquela entrada do piano, que raio é aquilo?! É que perdi a pica toda!

A lista de músicas do GT3 e do 4 estão simplesmente brutais para um jogo de corridas, apesar de eu nunca as usar, metia sempre a aparelhagem com o som que eu quero.

Porque o GT sempre foi reconhecido como um bom jogo com boas musicas.

Este não me convence. Aliás, acho fraco e desinspirado demais mesmo a este nível.

Isto da PS3 pra mim tem sido uma desilusão. Até agora, apenas o GoW3 superou o que eu estava à espera. E não, não toquei em Uncharted 2, estou a falar de jogos que transitaram de Playstations anteriores.

Sim, acordei rabugento e de mau-humor. Não me irritem.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

GT 5 - Finalmente!!!

Boas

Cá está ele, 5 anos de espera

http://ccorpse.no.sapo.pt/GT5%20in%20da%20house.jpg

Espero que valha a pena a ansiedade. Tou em pulgas =)

Depois vou dizendo o que penso. Agora tá a actualizar, depois instalar, vou demorar uma hora e tal =(

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Finalmente! GT5 a todo o vapor!

Dass! Dass! Crl! Aleluia, dass!!!

Finalmente o GT5 começou a ser impresso!

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While speaking with Jalopnik today at SEMA, Kazunori Yamauchi stopped short of providing a new release date, but was able to confirm the game discs are being stamped (produced) right now:

“The discs are being stamped as we speak.”

This means the gold master copy of the game has been delivered from Polyphony Digital, and should help calm any fears about it slipping into 2011. Thanks to Tomo for sending this in so quickly!

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in GT Planet

Com um pouco de sorte ainda sai ESTE ano e não em 2011, como já alguns rumores começavam a surgir.

Despacha-te Kaz!!!

http://img202.imageshack.us/img202/5153/pmjef.gif

sábado, 11 de setembro de 2010

GT PSP e as Corridas Viciadas, parte MCXX

http://community.eu.playstation.com/t5/image/serverpage/image-id/2242iF9D99C773B2C2599/image-size/original?v=mpbl-1&px=-1

Dinheiro fácil. Quem o não quer?

Mais, sabendo que esse dinheiro compra carros. Carros esses que serão adicionados à garagem do GT5. (embora não se saiba ainda exactamente em que moldes)

Ora, a melhor forma de se ganhar dinheiro, é fazer montes de voltas em Nurburbring Nordeschleiffe. Mas isso implica horas e horas, porque leva pelo menos 7 minutos para se fazer uma única volta.

Por outro lado, há uma hipótese melhor e muito menos trabalhosa que nos pode fazer voltar aos velhos tempos do "elástico" no GT3.

Assim, precisamos dos seguintes ingredientes:

  • Uma PSP
  • Uma edição do GT PSP
  • Um elástico ou similar
  • Acelerador definido no R1 e mudanças a subir no X, ou como quiserem, mas num botão qualquer
  • Um Bugati Veyron
  • A pista "Test Course" oval

22 voltas nesta pista equivalem-vos a 497.250 Cr usando pneus C3, ou mais se mudarem os pneus. A mim, não me apetece. [Edit - o melhor mesmo são 2 voltas apenas por 150.000Cr, repetir a gosto]

Maior numero de voltas também dá mais dinheiro.

Na partida, ponham o elástico a premir o R1 ao início, enfiar as 7 mudanças normalmente com o "X" e toca a correr.

Com esta configuração é fácil manter voltas na casa do +-1.34,4XX/5XX minutos, desde que sejam certinhos na trajectória.

A primeira coisa que vão notar, é que vão correr contra 3 Citroen GT.

A segunda coisa que vão notar, é que logo na partida ganharão um imenso avanço, logo seguido a verem os Citroen a aproximarem-se sem qualquer explicação para o caso, pois normalmente, o Veyron anda mais 30Km/h ou mais que os referidos Citroens.

Ora, 30 Km/h a mais, numa pista com aquele tamanho, deveria reflectir-se de forma drástica no avanço logo na primeira volta.

Mas, mesmo que façam a curva 2 a +-393Km/h, e os Citroen a 365Km/h, na recta da meta, o vosso avanço de apenas 0,6XXs incrivelmente passa para 0,2XXs.

Apesar dos tais mais de 30Km/h durante quilómetros.

Coisas giras que me aconteceram incluem 1.4XXs de avanço na curva 1, um Citroen GT miraculosamente apanhar o slipstream na recta para a curva 2 e acelerar até aos 418Km/h, sendo o avanço reduzido a meros 0,302s.

Mas eis aqui o desafio mais giro, que pessoalmente é o que mais gosto:

Ponham apenas 6 voltas como o vosso target.

Mesmo setup, com o elástico no R1.

Quando a corrida começar, não comecem. L1 como travão, o carro fica parado na linha.

Dêem 20s de avanço aos Citroens e anotem o rácio de segundos que ganham a cada contagem intermediária.

Quando à 2ª volta estiverem na frente, que vai acontecer na recta para a curva 2, continuem a anotar o rácio de segundos ganhos.

Nas repetições, vão querer anotar as velocidades máximas, vossas e do 2º carro, em pontos de referência que sejam fáceis de identificar.

A única dica que dou: encostem-se aos muros do lado esquerdo e não permitam slipstream. Mesmo que estejam com 1s de avanço.

É esta a verdadeira falsidade deste jogo francamente mau.

É esta falsidade óbvia que não quero no GT5, única razão para continuar a jogar isto.

Ora, isto veio a propósito dum artigo que li hoje, sobre as Leis da Física poderem variar mediante várias partes do Universo, algo que parece impossível. Mas, como em tantas outras coisas, cada vez mais se descobre a possibilidade do impossível ser mesmo possível:

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Leis da Física podem variar ao longo do Universo

Pelos dados obtidos pelos pesquisadores, a constante alfa não seria constante, mas variável, contrariando o princípio da equivalência de Einstein, que estabelece que as leis da física são as mesmas em qualquer lugar. [Imagem: Julian Berengut/UNSW]

Uma equipe de astrofísicos está propondo uma teoria que muda radicalmente a forma como entendemos o Universo.

Em um artigo ainda não aceito para publicação em revistas científicas, o grupo afirma ter encontrado indícios de que as leis da física são diferentes em diferentes partes do Universo.

Constante alfa

O artigo propõe que uma das supostas constantes fundamentais da natureza talvez não seja assim tão constante.

Em vez disso, este "número mágico", conhecido como constante de estrutura fina - ou constante alfa - parece variar ao longo do Universo. A constante alfa mede a magnitude da força eletromagnética - em outras palavras, a intensidade das interações entre a luz e a matéria.

Há alguns anos, físicos propuseram que alfa poderia ter variado ao longo do tempo - numa escala de 12 bilhões de anos - mas agora os físicos propõem que ela varia ao longo do espaço.

Pelos dados obtidos pelos pesquisadores, a constante alfa não seria constante, mas variável, contrariando o princípio da equivalência de Einstein, que estabelece que as leis da física são as mesmas em qualquer lugar.

"As implicações para o nosso entendimento atual da ciência são profundas. Se as leis da física passam a ser apenas 'sub-leis locais', pode ser que, embora a nossa parte observável do Universo favorece a existência da vida e dos seres humanos, outras regiões mais distantes podem ter diferentes leis que se oponham à formação da vida, pelo menos tal como a conhecemos," especula ele.

Eixo magnético universal

As conclusões dos pesquisadores foram baseadas em medições realizadas com o Very Large Telescope (VLT), no Chile, e com os maiores telescópios ópticos do mundo, no Observatório Keck, no Havaí.

"Os telescópios Keck e VLT estão em hemisférios diferentes - eles olham para direções diferentes ao longo do Universo. Quando olhamos para o norte com o Keck, vemos em média um alfa menor nas galáxias distantes, mas quando olhamos para o sul com o VLT, vemos um alfa maior," explica o Dr. Julian King, coautor do trabalho.

A variação observada é muito pequena, não mais do que 1 parte em 100.000. "Mas é possível que variações muito maiores possam ocorrer fora do nosso horizonte observável", especula King.

"Depois de medir a constante alfa em cerca de 300 galáxias distantes, surgiu uma consistência: este número mágico, que nos dá a força do eletromagnetismo, não é o mesmo em todos os lugares, como ele é aqui na Terra, e parece variar continuamente ao longo de um eixo preferencial através do universo," explica o professor John Webb, da Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália.


Leis da Física podem variar ao longo do Universo
A variação da constante alfa foi detectada como uma continuidade ao longo do espaço, o que daria uma espécie de "eixo preferencial" para o Universo - é como se houvesse um eixo magnético universal, atravessando todo o Universo observável, da mesma forma que há um eixo magnético de polo a polo da Terra. [Imagem: Webb et al.]

Este talvez seja o elemento mais intrigante da proposta, o fato de a variação ter sido detectada como uma continuidade ao longo do espaço, o que daria uma espécie de "eixo preferencial" para o Universo - é como se houvesse um eixo magnético universal, atravessando todo o Universo observável, da mesma forma que há um eixo magnético de polo a polo da Terra.

De forma bastante interessante, esse eixo magnético universal coincide com medições anteriores que deram origem à teoria do chamado Fluxo Escuro, que indica que uma parte da matéria do nosso Universo estaria vazando por uma espécie de "ralo cósmico", sugada por alguma estrutura de um outro universo.

Variação das leis da física

Se os dados se confirmarem - e não tiverem outra explicação menos revolucionária - um achado como esse poderia obrigar os cientistas a repensarem totalmente sua compreensão das leis da Natureza.

"A constante de estrutura fina, e outras constantes fundamentais, são absolutamente centrais para a nossa teoria atual da física. Se elas realmente variam vamos precisar de uma teoria melhor, mais profunda," arrisca o Dr. Michael Murphy, coautor do trabalho.

A variação das leis da física, seja no espaço ou no tempo, sempre ocupou a mente dos cientistas. Pelas teorias atuais, uma pequena variação de alfa, por exemplo, significaria que as estrelas não produziriam carbono, a base da química que forma a vida na Terra.

É por isso que os cientistas afirmam que são as características "especiais" deste nosso ponto no Universo que criam as condições para a vida como a conhecemos, características estas que poderiam não existir em outros pontos. Uma afirmação de resto circular - poderia haver outros "pontos de equilíbrio", que dariam origem a formas de vida diferentes da nossa, algo como "se a vida não fosse assim, seria diferente" - descartada, obviamente, a hipótese da "não-vida".

"Embora uma 'constante variável' possa abalar a nossa compreensão do mundo que nos rodeia, afirmações extraordinárias exigem evidências extraordinárias. O que estamos descobrindo é extraordinário, não há dúvida sobre isso," diz Murphy.

Talvez. Mas tudo recomenda que se espere até que o artigo seja revisado por outros cientistas e aceito para publicação em uma revista conceituada. Resta saber, sobretudo, se os outros cientistas acharão que uma variação de 1 em 100.000 é assim tão extraordinária.

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in Inovação Tecnológica


A única diferença entre estas duas claras falhas nas constantes físicas é que o GT PSP irrita-me pela estupidez, o Universo fascina-me pelas suas constantes surpresas.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

God of War III

Boas

Hoje comprei isto, finalmente.

Isto é a introdução do jogo. É absolutamente idiótica, estúpida e patética a tradução/vocalização para português!!!

Parem de assassinar os jogos! Metam-se lá na merda das telenovelas e deixem a Arte em paz!

Felizmente que se pode mudar a linguagem nas opções, mas infelizmente apenas depois de sofrer com a intro aparvalhadamente inócua e desprovida de todo e qualquer espírito do God of War!




Se há jogo que eleve os parâmetros da violência e identificação com o objectivo final, é o jogo onde reina Kratos, o anti-herói.

Traído pela sua sede de poder, traído pelo Olimpo, tratado como mero peão nos seus jogos, levado a matar a sua família com as próprias mãos e amaldiçoado a "vestir" as suas cinzas para o atormentar mais.

Kratos é mais que um mortal. É a expressão máxima duma vingança com um propósito.

Mesmo na PSP - Chains of Olympus - o ritmo frenético, fluidez gráfica, a grandeza épica das escalas utilizadas e a imaginação que usa ao máximo toda a beleza da mitologia grega, levam-nos a simpatizar com toda a violência, agora na PS3, mais que explícita, com cada gota de sangue e vísceras imortalizada em todo o seu esplendor.

Sim, basicamente é mais do mesmo. Quem jogou todos os anteriores sente-se em casa. Ajuda ter uma mecanização de combinações.

Mas é um luxo ver tanta opulência visual. Tenho uns meros 40 minutos e não é dificí considerar já que tem dos melhores gráficos para a ps3. Combater, em cima do Titã Gaia, o deus Poseidon e os seus esbirros, fica para a montra dos videojogos.

Dar cabo de Poseidon então, foi absolutamente fantabulástico.

Pode parecer feio glorificar esta violência gratuita. Mas mesmo a violência tem a sua beleza.

God of War III vai ser o meu vício das férias. Em inglês. Como deve ser!!!!!!!!!

Vou espalhar o sangue do Olimpo com a minha Vingança!!!
ZEUS!!! Prepara-te para MORRER!!!

http://a.imageshack.us/img829/226/godofwar31862657.jpg

(Helios, Deus do Sol, a dar os últimos suspiros de vida...)

sábado, 27 de março de 2010

Teste da minha Go! Cam com o Final Fantasy XIII

Boas

Ainda não tinha experimentado a função de video desta pequena câmara da PSP. É nice.
Sobre o video, este faz parte do capitulo 8 do Final Fantasy XIII. Não vou entrar em pormenores para não fazer spoilers.

Seja como for, esta parte é simplesmente belíssima. A cam não faz inteiramente jus, vão ter que acreditar em mim =)

sábado, 6 de março de 2010

Eu jogo, logo existo. Logo, sou fanboy.

Boas

Parece ainda que foi ontem que ao chegar a casa me deparo com uma Sega Megadrive.

Sou dos felizardos que puderam jogar imenso nesta consola que ainda hoje trabalha e com os meus jogos que me ocuparam imenso tempo.

Que horas no Sonic, Streets of Rage, Shinobi, Urban Strike ou Mortal Kombat!

Aliás, acho que sou dos poucos em Portugal que ainda tem um cartão destes:

http://cannibalcorpse2.no.sapo.pt/05032010122.jpg

Eheh, e falta aqui o meus Lethal Enforcers I , que está mais acima no meu móvel multimédia, com pistola e tudo!, sim que esta Megadrive era um must! E tenho um Arcade Power Stick para beat-em-ups e tudo!

A Sega foi a primeira grande Comunidade a que pertenci. E começou aí a minha costela de fanboy inata, nem eu ainda sabia o que era isso. Havia a Megadrive e a SNES, um pouco hoje como a Playstation e a Xbrox.
E já aí, eu tinha mau feitio com a "concorrência", lol.

Havia uma revista deste clube também, a Clube Sega. Muito gira, com um belíssimo grafismo, reviews de jogos, etc.
Posso dizer que nada mudou até hoje, quem gosta duma máquina, gosta de interagir com tem o mesmo gosto, nem que seja por meio duma revista que era o único meio disponível na altura, já que Net, ainda faltava uma década para chegar os 56kbps analógicos...

É certo que houve flops. Como o triste acrescento 32X, onde o Star Wars era uma tentativa tosca dum jogo em 3D, que mais parecia uma pintura cubista, e era vendido a 120 contos!, ou o Sega CD, que rodava um cd a 4x...vocês nem imaginam a tristeza que era jogar Peter Pan durante 4h e perto do fim um erro parvo num combate, uma morte estúpida e fazia com que se voltasse ao inicio do jogo!

A palavra "frustrante" não representa sequer 0,00001% do que sentia nessa altura!

Mas olhando para trás, a Megadrive é a máquina que de longe mais me marcou. Talvez porque não haja amor como o primeiro.

Mas a vida continua, e a evolução também.

Porque a Sega Saturn, com pena minha como "fanboy", não apresentava argumentos interessantes, leia-se jogos, que me motivassem a gastar os cerca de 140 contos que eram precisos na altura, a seguir mudei-me de armas e bagagens para a Sony PSX.

E digo PSX porque este é o nome original duma máquina que ainda hoje olho com imenso carinho, que me deu a conhecer o Gran Turismo, Metal Gear Solid, Final Fantasy VII e IX, Wing Commander 4, Driver e tantos outros que tenho ali.

É com a PSX que o jogo, como entretenimento, passou de ruidos estranhos e gráficos toscos para argumentos de jogo interessantes e CGI´s de prender a respiração [FF IX!!!!!!!!!], algo nunca visto!, e a massificação dos seus jogos, aliado à qualidade, fizeram com que começasse a preencher o meu "fanboyismo" com mais espaço Sony.

E assim, comecei-me a interessar pela Comunidade Sony Playstation que começava a desbravar por terras lusas.

Por esta altura era notório que a Sega andava com dificuldades. O que foi pena.
Um ou dois anos depois de comprar a PSX, adquiri uma Sega Dreamcast, que ainda hoje considero uma consola magnifica, com jogos muito bons para a altura, mas que infelizmente foi o canto do cisne da Sega como produtora de harware.

Dreamcast que foi o meu primeiro contacto regular com a internet. Rodando o browser Dreamarena, foi com ela que contando os minutos online a 56kbps, comecei a explorar este mundo novo.
Estou convencido que se apostassem nuns comandos mais convencionais em vez daquele "OVNI", teriam tido mais sucesso. Apesar das dificuldades de programação. Mas caramba, o Metropolis Street Racing, Sega GT, Quake Arena, Aerowings e NBA têm mesmo bom aspecto ainda hoje!

A pouco e pouco, a comunidade Sega foi esmorecendo. A revista deixou de aparecer nas bancas, os jogos foram escasseando para as 3 plataformas da altura, Megadrive, Saturn e Dreamcast, até que desapareceram.
Foi um fim triste. Porque imerecido. Porque ainda hoje estou agradecido à Sega por tudo.

Porque não eram apenas os jogos, era um sentimento de pertença, naquela comunidade, onde escrevíamos prá revista, tipo mailing list com diversas conversas. Foi muito bonito.

Felizmente que outra Comunidade começou a assentar as fundações com pilares semelhantes, que tinham provado que solidificavam a base de fãs com base num sentimento agregatório em redor duma máquina de jogos.

Começou a aparecer nas bancas uma revista dedicada à Playstation, também ela com um grafismo muito interessante e inovador, com boa escrita e mais importante, pela primeira vez, demos!, que poderíamos testar! Yaaaay!

E ainda hoje, devo ser dos poucos que tenho isto, para a PSX:

http://cannibalcorpse2.no.sapo.pt/05032010121.jpg

Para ser honesto, nem me lembro que jogos estão ali, mas foi o principio duma amizade que dura desde 1998, que é a data desta demo.

São 12 os anos que me ligam à Sony, depois da Sega se ter finado. Algo que me agrada. Porque fui assistindo à consolidação não só da Playstation, mas de tudo o que a rodeia.

A tecnologia dos jogos, os melhoramentos das ferramentas, hardware, etc, para quem gosta deste tipo de cenas, como eu, que adoro gadgets e afins, são 12 anos de evolução em continuo.

O salto quântico da PSX para a PS2, com o seu leitor de DVD, com o seu poder gráfico, foi uma coisa do outro mundo.
Do GT 2 ou FF IX, para o GT3 ou o FF X, vai uma distância como da Terra à Lua!

Lembro-me perfeitamente do dia em que comprei a consola porque o GT 3 tinha saído!, o corri e fiquei absolutamente estarrecido pelo poder da imagem polida, da rapidez, tudo o que aquele jogo tem.

Não há pixeis deformados, nem curvas feitas com rectas de forma tosca. Os carros brilham, em toda a sua glória e céus!, agora posso controlar o acelerador graças a estes sensores de pressão! Que cool! Já não vou fazer (tantos) piões! =D

A PS2 foi o 2º álbum duma banda. Que é sempre importante logo a seguir à estreia. Melhorou e superou as expectativas, reforçou toda a base de fãs com lançamentos importantes que marcaram a geração.

Final Fantasy X e XII, GT4, Shadow of Colossus, os fantásticos God of War, Metal Gear Solid 2, The Getaway, Ace Combat e tantos outros. Numa altura em que a Net tomava conta do Mundo, em que era já difícil competir com ela, a PS2 mantinha mesmo assim todo o encanto e charme.

Para mim, ainda mantém. Ainda hoje ando a jogar FF XII e GT 4 de forma regular.

O mesmo salto que houve da PSX para a PS2, foi repetido agora com a nova PS3, que deixou de ser uma consola, para passar a ser um sistema de entretenimento multimédia, com a base de fãs outrora reunidos apenas em volta da revista oficial ou alguns poucos sites dedicados, a serem reunidos na nossa própria máquina, com feedback instantâneo.

É uma evolução não quântica, mas sim nano-tecnológica!
As potencialidades desta máquina ainda agora estão na sua infância. E é isto que me traz a escrever isto hoje.

Estão aí jogos que serão marcos na história dos videojogos.

Heavy Rain, Final Fantasy XIII, God of War III e Gran Turismo 5, que é o jogo que me faz comprar seja que consola for.

Hoje, olho para a evolução das minhas máquinas, dos seus jogos, das minhas alegrias, frustrações, sorrisos, tristezas, enquanto jogo e penso que sou um gajo afortunado.

Não podia ter vivido melhores anos em termos de assistir ao crescimento desta indústria.

Adoro as minhas meninas =)

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sábado, 30 de janeiro de 2010

A disparatada discrepância de preços de jogos. E não só!

Boas

Há muito tempo, desde os meus tempos de eMule, que lia sobre o pessoal comprar filmes e séries, bem como música, por lojas online, a preços mais que convidativos.

Sempre resisti a essa tentação. Porque sempre acreditei que o que pago de IVA cá é para ajudar o país.

Convicções. Poderei ser retrógrado, ou conservador, mas há algo de muito pessoal em ser eu a escolher de produto na mão, tacteado e lendo a capa.

Porém, as coisas mudaram. Antigamente, mês a mês, ia a uma loja como a antiga Virgin, Loja da Música ou a FNAC,e trazia, 10/15 cd´s.

Hoje, não compro um cd vai para quase um ano. Jogos, compro muito escrupulosamente. E estas são duas das coisas que mais gosto na vida, abaixo da família, amigos e SLB.

Hoje deu-me para dar uma vista de olhos em lojas de jogos PS3.

Um jogo PS3 cá, novo, ronda os 70€. O mesmo jogo, lá fora, acabado de sair, fica, com portes, em perto de 48/50€.

E não é tudo. 3 ou 4 semanas depois, o preço desce ainda mais. Algo que em Portugal, só acontece ao fim de um ano e mesmo assim, desce uma miséria de 10€, como foi o caso do meu GTA IV. Que desceu ANO E MEIO DEPOIS!

É um pouco estranho que mesmo em Espanha, haja uma diferenciação de preços grande. Mas mais ainda, é a diferença de jogos UK, mesmo com portes, para PT. Como é possível isto?!

Deixo aqui para compararem o que se pode comprar lá fora, com a parvoíce cá dentro. Depois de hoje, pela primeira vez, ter "investigado isto", acho que o último jogo que comprei em PT, com o IVA para ajudar ao défice, foi o GT PSP, que é uma bosta, diga-se.

Prefiro dar impostos a outro lado que me faça preços mais justos.

-Shopto.net : 
-Amazon UK :
-Game.co.uk :
-Video Games Plus : 
-Gameplay : 
-dvd.co.uk :
-Ebay UK :
megamania 
-Play.com : 
-consolas-jogos.com :
http://www.axelmusic.net/
-Gamestop.pt : 
-Fnac.pt :
-miau.pt :
-www.thehut.com :
-yesasia.com :
-Tronix :
-cdwow.com :
-Nivelx :
-Videojogos.com : 
-dvdgo.com :
mymemory.co.uk 
www.ebay.com
http://www.zavvi.com

Final Fantasy XIII a 37,97£...são 43,76€ mais 5€ de portes, mais ou menos. 48€ ao todo em vez de 70€, que será o preço de lançamento nesta loja online portuguesa, sort of, e no resto do país!

Digam-me: isto é ou não irreal neste país o que se cobra pelo mesmo conteúdo?

Estou chocado e triste ao mesmo tempo.