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segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Porquê, JoãoPT?...













Porque fizeste isso?...podes ter as tuas razões, mas...como? Como podes ter partido dessa forma tão friamente calculada, deixando-nos a sofrer por não te termos entendido, percebido, compreendido que não estavas bem?

Falhámos-te? Xiça pá, podias ter dito qualquer coisa, a malta tava cá pra isso. Como é que posso olhar de novo para a minha ps3 sem lá estares?...como posso ir ao fórum ler os teus tutoriais para n00bs, que é uma coisa que já não tenho paxorra pra fazer?

Dói muito Joanito...saber que não vou ter parceiro para assuntos científicos e tecnológicos, ter-te aqui, ao alcance dum click...dói muito...

Não serás esquecido. Obrigado pela tua companhia, amizade e tempo que me dispuseste.

Não consigo aceitar que te foste assim... =(

(Este blog foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.)

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Pode a indústria dos videojogos ajudar na crise?...

Boas

Eu sou um tipo que há longos anos, mas já passando da dezena, me tenho batido contra o preço praticado em Portugal pela Música. E consequentemente, do meu segundo vício, os videojogos.

Nunca percebi a inflação dos mesmos, especialmente quando me comecei a dar conta mais a fundo dos preços practicados lá fora.
Apesar de tudo, fui um dos muitos resistentes à chamada "pirataria" consumista.

Um dos meus maiores prazeres era pegar no motão, ir à Virgin, ou Casa da Musica, ou Bimotor, ou à Carbono e trazer 15/20 CD's todos os meses. Ao fazê-lo, estava a contribuir com o IVA (na altura, 19%) para sustentar a máquina do Estado. Para pagar pensões aos velhinhos com pensões de miséria, hospitais, creches, etc..

Isto pode parecer mariquice, mas continua a ser a razão pela qual pago os meus impostos e as minhas contas religiosamente. Acredito no meu papel individual na Sociedade colectiva.

E ocasionalmente, uns jogos PSX, depois PS2, tudo inserido no meu budget mensal.

No fundo, fazia circular o que ganhava. Apesar de, como disse, estar contra a tributação de algo que é no fundo Cultura, a 19%.

Nunca vi diferença entre um livro e um CD. Ou um jogo. Logo, entrei nas petições e diversas manifestações para que fosse equiparada a taxa desses produtos duma forma fervorosa.

À medida que fui crescendo, e a taxação de 19% para 21% também cresceu, a "pirataria" começou a ser uma forma de separar o trigo do joio. Já não me podia dar ao luxo de comprar flops, como o White Irisis Blind
dos Scorn, por exemplo. Tive que começar a ser selectivo. Para grande tristeza minha, porque adorava pegar num álbum, "senti-lo" e decidir se o levava ou não.

Quase que o sentia mesmo. Era um jogo que adorava fazer, e quando o álbum era bom, ficava mesmo satisfeito pelo meu "instinto metálico" ser tão apurado.

Mas com os aumentos, reduzi drasticamente o consumo de originais, seja musical ou de videojogos. Logo, o que eu acrescentava ao Estado, por culpa da sua própria ganância imediatista, decresceu.

Isto que acabei de descrever acima deve ser entendido como um prefácio. Uma introdução.


Nos dias de hoje, com todo o conhecimento a mais, torna-se óbvio que há coisas por explicar nos preços practicados. Não consigo conceber como dei 21€ cada há uns 9 meses atrás pelo Testimony of the Ancients ('91) e o Consuming Impulse ('90) dos Pestilence
(porque andava a refazer em CD tudo o que tenho em vinil) e esses mesmos trabalhos são vendidos a pouco mais de 8/9€ já com portes vindos do UK.

O mesmo com os jogos, como todos sabemos. Não concebo como um jogo com um retail value de X, lá fora é vendido a uma taxa Y com um preço Z, mas cá é influenciado por factores estranhos que o aumentam a Z++.

E isso é fácil de ver consoante as taxas practicadas nos países
.

Se um jogo tiver um valor de, imaginemos, 45€ à cabeça, e se tiver uma taxa de 20% no UK (que na realidade são 17,5 actualmente), dá-nos um valor de 54€ (sem portes) . Note-se que fui para a taxa máxima.

Esse mesmo jogo, em Portugal, é-nos taxado a 22%, logo 71€ actualmente é o preço normal.

São 17€ perdidos algures.

O mesmo "algures" que faz com que eu tivesse pago 21€ por algo que é vendido, com portes, a 8/9€ na música.

Isso explica ter pago 48€ pelo FF XIII na Amazon.uk e não 70€, valor cá. Eu dei 5% de VAT aos bifes (OMG! Eles consideram um bem essencial um videojogo...tal como cá o golfe para elites ou ginásio para meninas ricas...), e não o valor correspondente ao Estado português.

Duma forma interpretativa muito liberal, escapo-me ao fisco pelo mesmo bem consumido duma forma absolutamente legal.

Claro que o meu caso pessoal, é o meu caso pessoal. Mas vamos ver uma coisa. Quantos de nós, gamers e musicólogos, existem?

A resposta é simples: muitos. E alguns consomem imenso.

Portugal é um país muito dado à cultura, seja sob que tipo de arte for. Isso explica, por exemplo, que se continue a ir ao cinema com preços absurdos, em salas que são uma merda, para ver filmes que, muitas vezes com 1 ou 2 dias de projecção, já têm riscos. E eu vi isso no LoTR 3, Matrix Reloaded e Harry Potter 2!

Explica a imensa afluência aos festivais de musica, ao acarinharmos bandas como Guano Apes ou Skunk Anase mesmo antes de subirem ao estrelado, ou à nossa preferência por videojogos.

Fã-clubs da Sega (que eu, orgulhosamente ainda tenho o cartão na carteira. Sou Sega fã até morrer!) ou Nintendo, revistas a elas dedicadas na altura, revistas para consolas generalistas actuais ou especializadas, todos temos a perfeita noção que nós, gamers, somos mais que muitos.

Sim, existe toda uma indústria associada que com a nossa contribuição, comprando-as, reverte para o Estado, cria emprego, dinamiza a Economia.

Todos nós dispostos a desembolsarmos dinheiro para o Estado, em software, hardware ou consumíveis diversos, nas mais variadas plataformas. Nós, Sony fãs, Xbox fãs, Nintendo fãs, PC fãs, todos nós, no mesmo barco.
Adoramos as nossas máquinas, queremos os melhores títulos e divertirmos-nos.

E o que faz o Estado com tanta vontade e gosto pela Cultura? Aumenta para 23% o IVA e cerceia a nossa vontade de sustentar o Estado, "obrigando-nos" a dar o dinheiro de impostos a países terceiros.

Acho que este é um passo errado. Porque existem as tais alternativas. E sempre que compramos lá fora, o Estado perde.

Eu adoro Portugal. Acho que, mesmo mal como tudo, no panorama político, mesmo sendo constantemente fodidos porque o alvo a abater pelas agências de rating é o Euro, não nós, somos o mais democrático, ordeiro e belo país da Europa, e do Mundo.

Não é à toa que todas as bandas que cà vêm nos adoram. Somos apaixonados. Vivemos anos sob ditadura, aprendemos a crescer, temos os nossos defeitos, é certo, mas continuo a amar esta país.

De modos que me dá pena ver que os governantes continuam a não pensar num simples facto:

O Português gosta de comer, passear e divertir-se.

Aumentar ainda mais a carga fiscal que incide nestes factores só vai fazer com que não só haja uma retracção no consumo de bens, como cada vez mais, e com mais divulgação em diversos sites e fóruns da net, o dinheiro que poderia ir parar ao Estado, vá parar a outros.

Sim, porque quando lemos que é o consumo interno a mola da economia, seguida das exportações, parece-me óbvio que é a galinha de ouro que deve ser fomentada a continuar a dar ovos.

Acredito que o nosso mundo gamer, e falo novamente de todas as plataformas, poderia ter uma importante palavra no crescimento económico caso nos sejam dadas as devidas condições,
porque temos uma das mentalidades que regem o Mundo actualmente.

Somos consumistas impulsivos, o capitalismo no seu melhor.

Só isso explica que se paguem DLC's e afins por jogos incompletos, como já anteriormente escrevi. Mesmo num país com baixos salários e fraca auto-estima.

Estamos dispostos a abdicar duma poupança minimamente confortável por mais umas horas num disco prateado, ligado a uma máquina que consome tanto como um frigorífico, logo maior conta da luz, logo mais dinheiro para o Estado, com um periférico engraçado, logo mais IVA, logo mais dinheiro para o Estado, tudo com uma percentagem destinada a pensões e subvenções vitalícias duma cambada de chulos que estão bem na vida, mas mesmo assim ainda querem mais dos mesmos de sempre.

Os chulos de sempre do Estado!

Pode a indústria dos videojogos ajudar na crise?

Sim, pode e faria isso mesmo caso condições mais vantajosas nos fossem fornecidas!

Façamos um "suponhamos":

Preferem ganhar (preço referência 45€) 10,35€ (55,35€) com IVA a 23% em 10 jogos vendidos ou 30 jogos vendidos com um ganho de 6,75€ (51,75€) numa taxa de 15%?

Falo de 103,50€ contra 202,5€ arrecadados em IVA de forma imediata nesta forma hipotética de cálculo simplista e leigo. O mais barato vende!

Menos 3,6€ por jogo, num jogo a 45€, quer dizer que a cada 12 jogos, teríamos um "de borla".

O que me irrita é que apesar disto ser hipotético, poderia muito bem ser uma realidade parecida.

Como é que alguém não vê isto, a nossa vontade de consumir, é algo que me causa estupefacção. E revolta. Porque continuaria a gostar de ajudar o meu país, fazendo circular o meu dinheiro nas coisas que gosto, para as pessoas que o merecem por determinadas agruras da vida os impedirem de ir mais à frente. Não toxicodependentes nem preguiçosos que recebem subsídios de inserção sem sequer estarem inscritos num centro de emprego!

Mas assim, é insustentável.

Irão argumentar que é imperativo resolver tudo agora, em meia dúzia de meses. Mas não se fazem omeletes sem ovos.

Um dia, quando abrirem os olhos, vão começar a querer taxar os jogos/semelhantes importados, tal como fizeram aos carros comprados lá fora ou mais recentemente, ao limite de gasolina que se pode comprar e transportar vinda de Espanha.

Mas aí eu pergunto:

"-Se a União Europeia é sinónimo de livre circulação de pessoas e bens, como é que me podem cobrar a mais por algo que eu tenho pleno direito como cidadão europeu, que é comprar onde eu quiser e bem me apetecer, com os preços nativos practicados?"


E no fim, vou continuar sem resposta quanto ao facto dos jogos encarecerem 17€ em média no território luso...


(Este texto foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.)

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Terá Alma uma história interminável?

Boas

Todos nós, meninos e meninas, temos gostos diferentes no tipo de jogos.

Ora gostamos de RPG's, FPS's, plataformas, beat-em-ups, uma mescla de todos, enfim, há sempre algo que nos faz um "clik" cá bem fundo.

Existe para mim um jogo, minto, dois, pronto, pronto, três, ok, quatro, que, acima de todos, que me marcaram ao ponto de os ter jogado incontáveis vezes apenas pelo prazer insofismável de me provocarem sempre, mas sempre o mesmo sorriso de prazer intenso de os jogar.

E eles são:

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgIHmAXxqtRUemq-WC2Q7kzptH51BYTjiOlrnppb3SG98zxG0rztSrokPHZc5HptYRrXxP6XobDAsxZVVSsmBXCxRUAem-vTWwpZuPKiaYBlzDXMXklHKroIMR4xYWnDSmm2QQZWQNYo0Q/s1600/Streets-Of-Rage-Megadrive-EUR.jpg


http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQHVLwPTlgOkZemOs9qhY9lvi0zyLhaxFmRUvL-y7UJz9ynHnB6Xyfkqs8B8Q

http://www.videogamesblogger.com/wp-content/uploads/2009/12/wing-commander-iv-ps1-box.jpg

http://downloadgamesgratis.net/wp-content/uploads/2011/05/052436e2r_solid_pal.jpg

Sim, eu sei que cheira e tresanda a bolor, mas estes títulos, todos eles, foram para mim um marco. Porque me apaixonei por eles por serem únicos, no seu estilo, no seu visual.

No "Streets of Rage", ainda hoje não há nada que iguale pegar num tubo e partir os gajos de cabelo espetado, o gordo e as gajas de chicote.

No "Final Fantasy IX", ainda hoje não há nada, mas absolutamente nada, que me retire a emoção que senti ao ver o Vivi pela primeira vez e a emoção que me deu quando ele descobre na realidade de onde veio.

No "Wing Commander IV" porque o elenco é de luxo e o guião é digno dum grande Sci-Fi de Hollywood!!! Colonel Christopher 'Maverick' Blair
(Mark Hamill
), Todd 'Maniac' Marshall
(Tom Wilson
) e Admiral Geoffrey Tolwyn
(Malcolm McDowell
)!

Ver desenrolar aquela trama impecavelmente bem realizada ao longo destes 4 belos CD's, naquela pequena máquina limitada, e fazer todos os seus finais foi absolutamente épico e glorioso! Um autêntico filme que me deu horas de prazer.

E finalmente, "Metal Gear Solid". Não descansei enquanto não salvei o Otacon e a Meryl! Tinha que conseguir aguentar a cena de tortura! Parti 4859 dedos a carregar o 0, mas consegui! Salvei o dia!


O facto é que, para mim, todos estes jogos acabaram aqui. Têm tanta riqueza, tanto empenho, que são únicos e inimitáveis. Têm Alma. Carisma. Intemporais.
Deviam ter ficado ali. Como Marylin Monroe, sempre jovem e eterna, sem envelhecer como a Sophia Loren ou a Brigitte Bardot hoje em dia.

Preservados num tempo que não passa.

Infelizmente, hoje em dia, raros são os títulos que não são únicos. O Tomb Raider é um exemplo da exploração dum filão incessante que secou, a partir de certa altura. Não se devem lançar jogos ano a ano. Deve-se criar expectativas, saudades, vontade de jogar após algum tempo, IMO.

E pior que isso, alguns passaram a ser repetições de si mesmos, com uma ou outra alteração. Eu tenho montes de beat-em-ups para a Megadrive e nenhum para a PSX. Simplesmente enjoei de coisas mais ou menos iguais.

Acontece que um dado novo começou a instalar-se na indústria de jogos.

Nunca compreendi, a partir de certa altura, lançamentos anuais de jogos de futebol como PES ou os FIFA. Lembro-me que ainda nem todo o meu PES 5 tinha acabado totalmente, nos seus múltiplos modos de jogo e campeonatos, já havia um PES 6, com a mesma mecânica, visuais um pouco mais refinados e até com os nomes reais, mas na essência, o mesmo jogo.

Que raio, gosto de jogar um jogo, saboreá-lo e apreciá-lo com tempo, não de me empanturrar feito gordo badocha a devorar uma prateleira de éclairs e pasteis de nata numa qualquer pastelaria!

E muitas vezes, nem se vê diferença entre os bolos.

Olho para estes CoD's e MW's e a mecânica é a mesma, um ecrã, uma arma dum lado para o outro, nem há preocupações em animar como deve ser a personagem, e o sumo da história, o guião, a ser abandonado a favor dum consumismo imediatista do multiplayer.

Deu-me gozo jogar o K2 porque havia uma história por trás, mas que caramba, este jogo tem um carisma impressionante!, e estas coisas de FPS's a mim nem me assistem.
E sim, o Medal of Honor Frontline foi algo que adorei jogar, mas chega a um ponto que já há tanta coisa igual, que me saturou, tal como antes os beat-em-ups.

Da mesma forma, o God of War tem 3 dos melhores títulos de sempre em 2 plataformas Sony, com uma prequela deveras impressionante na PSP. É o guião, mais que tudo, e a beleza da mitologia grega, que nos mantém agarrados a fazer button mashing como se não houvesse amanhã.

No entanto, até já esta franchise, como pomposamente começaram a chamar, começa a ser demais. O "Ghost of Sparta" já está a mais, e todos nós sabemos que o GoW4 seria uma realidade depois daquele final.

Houve o "inFamous", original, mas apressaram-se a fazer um 2.0 quase logo a seguir, o "Uncharted", com os seus descendentes a uma taxa de lançamento quase pegado, vamos ter o Prototype 2, The Darkness 2 e por aí agora, todos com pequenas mudanças no visual, mas começa a saturar o que realmente faz um jogo. A história, a sua razão de ser.

Porquê?

Porque esgotam o filão das boas ideias? Porque não deixam esses jogos descansarem mais tempo? 3/ 4 anos entre eles. Não digo os 10 anos do Duke Nukem, que isso foi ridículo!, mas porque mandam tudo ao mesmo tempo, com pouco espaço entre eles, saturando o mercado com ideias já vistas, onde as novidades se resumem a alterações que muitas vezes até podem ser feitas no jogo original via um DLC?

Afinal, o motor gráfico é 99% das vezes, o mesmo!

Mas é isso e as modas.

Temos o exemplo do GoW3, Dante's Inferno e Darksiders, tudo lançado num espaço de menos de 6 meses. Tudo num mesmo filão.
Temos o FF XII, Valkyria Chronicles e o White Knight Chronicles também num mesmo tempo espectral de lançamento.
Agora, CoD4, BF 3 e MW3, seguidinho.

Porquê? Torno a perguntar.

Porque é bom para a carteira deles, dirão vós. Mas este confronto de editoras com produtos semelhantes só me satura.

Sou um "romântico" ingénuo em muitas coisas, admito-o. E sem problemas.
Custa-me pagar por coisas que nada mais são que cópias.

Talvez seja por isso que os mais atentos tenham reparado que as minhas escolhas acima são jogos antigos. É que mesmo os que tiveram direito a sequelas, com tempo de descanso entre eles para não enjoar, foram, no mínimo, escritos de novo.

"Tudo o que tem um Princípio, tem um Fim."



É quando terminam de vez que se tornam especiais.

Grande parte dos jogos intermináveis actuais de "copy/paste" são coisa que a mim não me assiste!



(Este texto foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.)

domingo, 21 de novembro de 2010

Gran Turismo 3 Revisited



Uploaded using PS3(TM)

Why GT3? Because I love it and it is still fun. This is a practice for GT5 =)

Played in a PS2, recorded on a PSP, uploaded via PS3.

Welcome to the World of Playstation =)

[Edit] - Please do not piss me off with sound or pic quality [Go! Cam has it´s limitations, remember that], or my bad driving even. It´s just for fun. Nothing more, nothing less.

I love the GT saga. That´s it.