
Source: SPACE.com: All about our solar system, outer space and exploration


Flying By Saturn's 'Death Star' Moon Mimas
Credit: NASA/JPL/Space Science InstituteSaturn's moon Mimas is dominated by a huge, unmistakable crater called Herschel that makes the moon look like the Death Star in the movie "Star Wars." On Feb. 13, 2010, NASA's Cassini spacecraft made closest-ever flyby of Mimas, returning this photo and others in spectacular flyby. Mimas is 246 miles (396 kilometers) across.

Andei enganado anos a fio... ![]()


Universo líquido
Logo depois do Big Bang, nos primeiros instantes de sua existência, o Universo primordial não era apenas muito quente e denso, mas também tinha a consistência de um líquido.
Este é o primeiro resultado dos mini Big Bangs criados pelo LHC.
Os mini Big Bangs, reproduções em escala reduzida daquilo que deve ter acontecido quando nosso Universo foi criado, foram gerados quando íons de chumbo começaram a colidir depois de acelerados nos 27 km do anel do Grande Colisor de Hádrons.
Os experimentos com átomos de chumbo começaram no último dia 7 de Novembro.
A análise das primeiras colisões foi divulgada em dois artigos científicos divulgados preliminarmente, ainda não avaliados para publicação em periódicos revisados - embora os artigos sejam assinados por quase mil cientistas.
Plasma de quarks-glúons
O experimento ALICE, um dos quatro grandes detectores do LHC, desenvolvido especialmente para estudar os mini Big Bangs, detectou cerca de 18.000 partículas depois de cada colisão entre os íons de chumbo.
Os cálculos indicam que os choques estão gerando temperaturas de até 10 milhões de graus.
A essas temperaturas, os cientistas calculam que a matéria normal derreta-se em uma espécie de "sopa" primordial, conhecida como plasma de quarks-glúons.
Os primeiros resultados das colisões de chumbo já descartaram uma série de modelos da física teórica, inclusive aqueles que previam que o plasma de quarks-glúons criado nesses níveis de energia deveria se comportar como um gás.
Embora pesquisas anteriores, feitas no acelerador RHIC, nos Estados Unidos, em energias mais baixas, indicassem que as bolas de fogo produzidas em colisões de núcleos atômicos se comportassem como um líquido, muitos físicos ainda esperavam que o plasma de quarks-glúons se comportasse como um gás nas energias muito mais elevadas do LHC.
Mas não foi isso o que aconteceu. "Estes primeiros resultados parecem sugerir que o Universo teria-se comportado como um líquido super-quente imediatamente após o Big Bang," diz o Dr. David Evans, coordenador do experimento ALICE.
Viscosidade do plasma
Outros pesquisadores, contudo, sugerem maior cautela. Peter Jacobs, outro membro da equipe, afirma que é muito cedo para traduzir as medições em uma afirmação taxativa sobre a viscosidade do plasma de quarks-glúons formado nas colisões do LHC.
"Nossa medição do fluxo elíptico é final, mas serão necessárias muitas discussões com os teóricos antes que saibamos o que esses resultados significam em termos de viscosidade," diz Jacobs.

A equipe também descobriu que, nessas colisões frontais de núcleos atômicos, produz-se mais partículas sub-atômicas do que alguns modelos teóricos previam.
A bola de fogo resultante da colisão dura apenas um período muito curto de tempo, mas quando a "sopa" esfria, os pesquisadores são capazes de ver milhares de partículas saindo.
É o caminho dessas partículas que é visto nas imagens. Analisando esses "detritos", os cientistas tiram conclusões sobre o comportamento da própria sopa.
Detectores do LHC
Embora a referência seja sempre feita ao LHC, que é o acelerador como um todo, suas peças principais são os sensores que detectam os resultados dos impactos das partículas que colidem.
São quatro aparelhos: ALICE (A Large Ion Collider Experiment), LHCb (LHC Beauty), ATLAS (A Toroidal LHC Apparatus) e CMS (Compact Muon Solenoid).
Veja mais a respeito do funcionamento do LHC na reportagem Em busca da "Partícula de Deus".
_____________________________________Boas
Jovem! Já alguma vez imaginaste um qualquer objecto espacial aterrar neste ponto azul lindo que temos?
Não?
Eis a tua chance de poderes descobrir por ti o que pode acontecer, efeitos e diferenças balísticas e físicas envolvidas:
É impressionante. Escolham um objecto físico, alterem as propriedades e surpreendam-se com a devastação.
Uma coisa. Isto não é sci-fi. É mesmo muito a sério. E é preocupante que nenhum governo se preocupe com isto a sério.
Dinheiro fácil. Quem o não quer?
Mais, sabendo que esse dinheiro compra carros. Carros esses que serão adicionados à garagem do GT5. (embora não se saiba ainda exactamente em que moldes)
Ora, a melhor forma de se ganhar dinheiro, é fazer montes de voltas em Nurburbring Nordeschleiffe. Mas isso implica horas e horas, porque leva pelo menos 7 minutos para se fazer uma única volta.
Por outro lado, há uma hipótese melhor e muito menos trabalhosa que nos pode fazer voltar aos velhos tempos do "elástico" no GT3.
Assim, precisamos dos seguintes ingredientes:
22 voltas nesta pista equivalem-vos a 497.250 Cr usando pneus C3, ou mais se mudarem os pneus. A mim, não me apetece. [Edit - o melhor mesmo são 2 voltas apenas por 150.000Cr, repetir a gosto]
Maior numero de voltas também dá mais dinheiro.
Na partida, ponham o elástico a premir o R1 ao início, enfiar as 7 mudanças normalmente com o "X" e toca a correr.
Com esta configuração é fácil manter voltas na casa do +-1.34,4XX/5XX minutos, desde que sejam certinhos na trajectória.
A primeira coisa que vão notar, é que vão correr contra 3 Citroen GT.
A segunda coisa que vão notar, é que logo na partida ganharão um imenso avanço, logo seguido a verem os Citroen a aproximarem-se sem qualquer explicação para o caso, pois normalmente, o Veyron anda mais 30Km/h ou mais que os referidos Citroens.
Ora, 30 Km/h a mais, numa pista com aquele tamanho, deveria reflectir-se de forma drástica no avanço logo na primeira volta.
Mas, mesmo que façam a curva 2 a +-393Km/h, e os Citroen a 365Km/h, na recta da meta, o vosso avanço de apenas 0,6XXs incrivelmente passa para 0,2XXs.
Apesar dos tais mais de 30Km/h durante quilómetros.
Coisas giras que me aconteceram incluem 1.4XXs de avanço na curva 1, um Citroen GT miraculosamente apanhar o slipstream na recta para a curva 2 e acelerar até aos 418Km/h, sendo o avanço reduzido a meros 0,302s.
Mas eis aqui o desafio mais giro, que pessoalmente é o que mais gosto:
Ponham apenas 6 voltas como o vosso target.
Mesmo setup, com o elástico no R1.
Quando a corrida começar, não comecem. L1 como travão, o carro fica parado na linha.
Dêem 20s de avanço aos Citroens e anotem o rácio de segundos que ganham a cada contagem intermediária.
Quando à 2ª volta estiverem na frente, que vai acontecer na recta para a curva 2, continuem a anotar o rácio de segundos ganhos.
Nas repetições, vão querer anotar as velocidades máximas, vossas e do 2º carro, em pontos de referência que sejam fáceis de identificar.
A única dica que dou: encostem-se aos muros do lado esquerdo e não permitam slipstream. Mesmo que estejam com 1s de avanço.
É esta a verdadeira falsidade deste jogo francamente mau.
É esta falsidade óbvia que não quero no GT5, única razão para continuar a jogar isto.
Ora, isto veio a propósito dum artigo que li hoje, sobre as Leis da Física poderem variar mediante várias partes do Universo, algo que parece impossível. Mas, como em tantas outras coisas, cada vez mais se descobre a possibilidade do impossível ser mesmo possível:
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Uma equipe de astrofísicos está propondo uma teoria que muda radicalmente a forma como entendemos o Universo.
Em um artigo ainda não aceito para publicação em revistas científicas, o grupo afirma ter encontrado indícios de que as leis da física são diferentes em diferentes partes do Universo.
Constante alfa
O artigo propõe que uma das supostas constantes fundamentais da natureza talvez não seja assim tão constante.
Em vez disso, este "número mágico", conhecido como constante de estrutura fina - ou constante alfa - parece variar ao longo do Universo. A constante alfa mede a magnitude da força eletromagnética - em outras palavras, a intensidade das interações entre a luz e a matéria.
Há alguns anos, físicos propuseram que alfa poderia ter variado ao longo do tempo - numa escala de 12 bilhões de anos - mas agora os físicos propõem que ela varia ao longo do espaço.
Pelos dados obtidos pelos pesquisadores, a constante alfa não seria constante, mas variável, contrariando o princípio da equivalência de Einstein, que estabelece que as leis da física são as mesmas em qualquer lugar.
"As implicações para o nosso entendimento atual da ciência são profundas. Se as leis da física passam a ser apenas 'sub-leis locais', pode ser que, embora a nossa parte observável do Universo favorece a existência da vida e dos seres humanos, outras regiões mais distantes podem ter diferentes leis que se oponham à formação da vida, pelo menos tal como a conhecemos," especula ele.
Eixo magnético universal
As conclusões dos pesquisadores foram baseadas em medições realizadas com o Very Large Telescope (VLT), no Chile, e com os maiores telescópios ópticos do mundo, no Observatório Keck, no Havaí.
"Os telescópios Keck e VLT estão em hemisférios diferentes - eles olham para direções diferentes ao longo do Universo. Quando olhamos para o norte com o Keck, vemos em média um alfa menor nas galáxias distantes, mas quando olhamos para o sul com o VLT, vemos um alfa maior," explica o Dr. Julian King, coautor do trabalho.
A variação observada é muito pequena, não mais do que 1 parte em 100.000. "Mas é possível que variações muito maiores possam ocorrer fora do nosso horizonte observável", especula King.
"Depois de medir a constante alfa em cerca de 300 galáxias distantes, surgiu uma consistência: este número mágico, que nos dá a força do eletromagnetismo, não é o mesmo em todos os lugares, como ele é aqui na Terra, e parece variar continuamente ao longo de um eixo preferencial através do universo," explica o professor John Webb, da Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália.

Este talvez seja o elemento mais intrigante da proposta, o fato de a variação ter sido detectada como uma continuidade ao longo do espaço, o que daria uma espécie de "eixo preferencial" para o Universo - é como se houvesse um eixo magnético universal, atravessando todo o Universo observável, da mesma forma que há um eixo magnético de polo a polo da Terra.
De forma bastante interessante, esse eixo magnético universal coincide com medições anteriores que deram origem à teoria do chamado Fluxo Escuro, que indica que uma parte da matéria do nosso Universo estaria vazando por uma espécie de "ralo cósmico", sugada por alguma estrutura de um outro universo.
Variação das leis da física
Se os dados se confirmarem - e não tiverem outra explicação menos revolucionária - um achado como esse poderia obrigar os cientistas a repensarem totalmente sua compreensão das leis da Natureza.
"A constante de estrutura fina, e outras constantes fundamentais, são absolutamente centrais para a nossa teoria atual da física. Se elas realmente variam vamos precisar de uma teoria melhor, mais profunda," arrisca o Dr. Michael Murphy, coautor do trabalho.
A variação das leis da física, seja no espaço ou no tempo, sempre ocupou a mente dos cientistas. Pelas teorias atuais, uma pequena variação de alfa, por exemplo, significaria que as estrelas não produziriam carbono, a base da química que forma a vida na Terra.
É por isso que os cientistas afirmam que são as características "especiais" deste nosso ponto no Universo que criam as condições para a vida como a conhecemos, características estas que poderiam não existir em outros pontos. Uma afirmação de resto circular - poderia haver outros "pontos de equilíbrio", que dariam origem a formas de vida diferentes da nossa, algo como "se a vida não fosse assim, seria diferente" - descartada, obviamente, a hipótese da "não-vida".
"Embora uma 'constante variável' possa abalar a nossa compreensão do mundo que nos rodeia, afirmações extraordinárias exigem evidências extraordinárias. O que estamos descobrindo é extraordinário, não há dúvida sobre isso," diz Murphy.
Talvez. Mas tudo recomenda que se espere até que o artigo seja revisado por outros cientistas e aceito para publicação em uma revista conceituada. Resta saber, sobretudo, se os outros cientistas acharão que uma variação de 1 em 100.000 é assim tão extraordinária.
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A única diferença entre estas duas claras falhas nas constantes físicas é que o GT PSP irrita-me pela estupidez, o Universo fascina-me pelas suas constantes surpresas.

Sistema exoplanetário
Astrônomos do ESO (Observatório Europeu do Sul) descobriram um sistema planetário com, pelo menos, cinco planetas em órbita de uma estrela do tipo solar, HD 10180.
Os pesquisadores têm também fortes indícios da existência de mais dois planetas, sendo que um deles deverá ser o exoplaneta de menor massa encontrado até agora.
Isto torna este sistema planetário muito semelhante ao nosso próprio Sistema Solar em termos do número de planetas (sete planetas contra os nossos oito). Além disso, a equipe encontrou evidências de que as distâncias dos planetas até sua estrela seguem um padrão regular, como acontece no Sistema Solar.
"Esta descoberta extraordinária também enfatiza o fato de estarmos agora entrando em uma nova era da investigação de exoplanetas: o estudo de sistemas planetários complexos e não apenas de planetas individuais. Estudos dos movimentos planetários no novo sistema revelam interações gravitacionais complexas entre os planetas e nos dão informações sobre a evolução do sistema a longo prazo," diz Christophe Lovis, principal autor do artigo científico que apresenta os resultados.
Sistema planetário HD 10180
A equipe de astrônomos utilizou o espectrógrafo HARPS, montado no telescópio de 3,6 metros do ESO, em La Silla, no Chile, durante um período de seis anos, para estudar a estrela do tipo solar HD 10180.
A HD 10180 está situada a 127 anos-luz de distância da Terra, na constelação austral da Hidra. HARPS é um instrumento com grande precisão e de extrema estabilidade nas medições, sendo o descobridor de exoplanetas mais bem-sucedido do mundo, juntamente como satélite Corot.
Graças a 190 medições individuais obtidas pelo HARPS, os astrônomos detectaram os minúsculos movimentos da estrela, para a frente e para trás, causados pelas atrações gravitacionais complexas de cinco ou mais planetas.
Os cinco sinais mais fortes correspondem a planetas com massas do tipo de Netuno - entre 13 e 25 massas terrestres - que orbitam a estrela com períodos que vão dos 6 aos 600 dias. Estes planetas estão situados a uma distância da sua estrela central que corresponde a cerca de 0,06 a 1,4 vezes a distância Terra-Sol.
Menor exoplaneta rochoso
"Temos também boas razões para acreditar que mais dois planetas estejam presentes," diz Lovis. "Um será do tipo de Saturno (com uma massa mínima de 65 massas terrestres) com um período de 2.200 dias. O outro será o exoplaneta de menor massa descoberto até agora, com uma massa de cerca de 1,4 vezes a massa da Terra. Ele está muito próximo da estrela hospedeira, a apenas 2% da distância Terra-Sol. Um "ano" neste planeta durará somente 1,18 dias terrestres.
Utilizando o método das velocidades radiais, os astrônomos podem apenas estimar a massa mínima de um planeta, uma vez que esta massa depende igualmente da inclinação do plano orbital relativamente à linha de visão, que é desconhecida. De um ponto de vista estatístico, esta massa mínima é, no entanto, geralmente próxima da massa real do planeta.
"Este objeto gera uma oscilação na estrela de apenas 3 quilômetros por hora - mais lento do que uma pessoa andando a pé - e este movimento é bastante difícil de medir," diz o membro da equipe Damien Ségransan. Se confirmado, este objeto poderá ser outro exemplo de um planeta quente rochoso, semelhante a Corot-7b - veja Menor exoplaneta já descoberto é coberto por lava.

Diferenças do Sistema Solar
O sistema de planetas recém-descoberto em torno da estrela HD 10180 é único em diversos aspectos.
Primeiro que, com pelo menos cinco planetas do tipo de Netuno localizados numa distância equivalente à órbita de Marte, este sistema é mais povoado na sua região interior do que o nosso Sistema Solar, com mais planetas de grande massa nessa região.
Além disso, o sistema provavelmente não possui gigantes gasosos do tipo de Júpiter. Em média, os planetas na região interior do sistema de HD 10180 têm vinte vezes a massa da Terra, enquanto os planetas interiores do nosso Sistema Solar (Mercúrio, Vênus, Terra e Marte) têm uma massa média de meia massa terrestre.
Finalmente, todos os planetas parecem ter órbitas praticamente circulares.
Até agora, os astrônomos conhecem quinze sistemas com pelo menos três planetas. O último detentor do recorde foi 55 Câncer, que contém cinco planetas, dois dos quais gigantes. "Sistemas com planetas de pequena massa como os que se encontram em torno de HD 10180, parecem ser muito comuns, mas a sua história de formação permanece um mistério," diz Lovis.
Lei das órbitas
Utilizando a nova descoberta, juntamente com dados de outros sistemas exoplanetários, os astrônomos encontraram um equivalente da lei de Titius-Bode existente no nosso Sistema Solar: as distâncias dos planetas às suas estrelas parecem seguir um padrão regular. "O que pode ser uma assinatura do processo de formação destes sistemas planetários," diz o membro da equipe Michel Mayor.
A lei de Titius-Bode estabelece que a distância dos planetas até o Sol segue uma fórmula simples. Com relação aos planetas exteriores, prevê-se que cada planeta esteja aproximadamente duas vezes mais afastado do Sol do que o planeta imediatamente anterior. Esta lei empírica previu corretamente as órbitas de Ceres e Urano, mas falhou na previsão da órbita de Netuno.
Composição química das estrelas
Outro resultado importante obtido é a descoberta da existência de uma relação entre a massa de um sistema planetário e a massa e a composição química da estrela hospedeira.
Todos os sistemas planetários de grande massa são encontrados em torno de estrelas de grande massa e ricas em metais, enquanto os quatro sistemas de menor massa conhecidos foram encontrados em torno de estrelas de baixa massa e pobres em metais. Essas propriedades confirmam os modelos teóricos atuais.
De acordo com a definição utilizada em astronomia, "metais" são todos os elementos exceto o hidrogênio e o hélio. Tais metais, com exceção de alguns poucos elementos químicos leves menores, são criados pelas várias gerações de estrelas. Os planetas rochosos também são compostos de "metais".
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______________________________________________Descoberta a estrela de maior massa do Universo
Chamada pelos cientistas, na falta de hiperlativos, de "estrela hipergigante", a R136a1 tem mais de 300 vezes a massa do Sol - isto é duas vezes mais do que os astrônomos acreditavam até hoje ser o tamanho máximo de uma estrela. [Imagem: ESO/M. Kornmesser]Maiores estrelas do Universo
Combinando medições feitas por instrumentos do Very Large Telescope do ESO (Observatório Europeu do Sul), astrônomos descobriram as estrelas de maior massa conhecidas até hoje, inclusive aquela que agora merece o título de "maior estrela do Universo" quando o critério é a massa, e não o diâmetro.
Chamada pelos cientistas, na falta de hiperlativos, de "estrela hipergigante", ela tem mais de 300 vezes a massa do Sol - isto é duas vezes mais do que os astrônomos acreditavam até hoje ser o tamanho máximo de uma estrela, que se calculava ser de 150 massas solares.
A existência dessas estrelas monstruosas - milhões de vezes mais luminosas do que o Sol, e que perdem massa através de poderosos ventos estelares - reabre a questão, mas também poderá ajudar a responder a pergunta "Qual é o tamanho máximo que uma estrela pode ter?" Por enquanto, elas podem ser tão grandes quanto a mais pesada que pudemos encontrar.
A R136a1 não é apenas a estrela de maior massa já encontrada, mas é também a que apresenta a maior luminosidade, sendo cerca de 10 milhões de vezes mais brilhante do que o Sol.
"Devido à raridade de tais objetos, penso que será bastante improvável que este novo recorde seja batido rapidamente," diz Paul Crowther, da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, que chefiou a equipe que fez a descoberta.
Fábricas cósmicas
Os astrônomos utilizaram imagens do VLT e do Telescópio Espacial Hubble para estudar detalhadamente dois enxames estelares jovens, NGC 3603 e RMC 136a.
O NGC 3603 é uma fábrica cósmica, onde novas estrelas formam-se em um ritmo frenético a partir das extensas nuvens de gás e poeira da nebulosa, situada a cerca de 22.000 anos-luz de distância.
O RMC 136a (mais conhecido por R136) é outro enxame estelar composto por estrelas jovens, quentes e de grande massa, que se situa no interior da Nebulosa da Tarântula, numa das nossas galáxias vizinhas, a Grande Nuvem de Magalhães, a cerca de 165.000 anos-luz de distância.
Durante a pesquisa, a equipe encontrou várias estrelas com temperaturas superficiais de mais de 40.000 graus Celsius, ou seja, mais de sete vezes mais quentes do que o nosso Sol, algumas dezenas de vezes maiores e vários milhões de vezes mais brilhantes.
Maior estrela do Universo
Comparações com modelos estelares levaram à conclusão de que várias destas estrelas nasceram com massas superiores a 150 massas solares.
A estrela R136a1, encontrada no enxame R136, é a estrela de maior massa conhecida até agora, com uma massa atual de cerca de 265 massas solares e com uma massa de 320 vezes a massa do Sol na época do seu nascimento.
No NGC 3603, os astrônomos puderam também medir diretamente a massa de duas estrelas que pertencem a um sistema de estrela dupla, de modo a validar os modelos utilizados. As estrelas A1, B e C neste enxame têm massas estimadas, no momento do seu nascimento, acima ou próximas de 150 massas solares.
A estrela A1 do NGC 3603 é uma estrela dupla, com um período orbital de 3,77 dias. As duas estrelas do sistema têm, respectivamente, 120 e 92 vezes a massa do Sol, o que significa que se formaram com as massas respectivas de 148 e 106 massas solares.
O RMC 136a, o lar da maior estrela do Universo, é um enxame estelar composto por estrelas jovens, quentes e de grande massa, que se situa no interior da Nebulosa da Tarântula, numa das nossas galáxias vizinhas, a Grande Nuvem de Magalhães, a cerca de 165.000 anos-luz de distância. [Imagem: ESO/P. Crowther/C.J. Evans]Estrelas superpesadas
Se a R136a1 substituísse o Sol no nosso Sistema Solar - mantidas as distâncias relativas - ela seria mais brilhante do que o Sol na mesma proporção que o Sol é mais brilhante que a Lua Cheia.
"A sua elevada massa reduziria o tamanho do ano na Terra de cerca de três semanas, e a Terra seria banhada por uma radiação ultravioleta incrivelmente intensa, o que tornaria impossível a existência de vida no nosso planeta," diz Raphael Hirschi, da Universidade de Keele, também pertencente à equipe.
Estas estrelas superpesadas são extremamente raras, formando-se apenas no interior dos enxames estelares mais densos. Distinguir estrelas individuais - o que foi agora conseguido pela primeira vez - requer uma resolução extraordinária, só alcançada pelos modernos instrumentos infravermelhos do VLT.
A equipe também estimou a massa máxima possível das estrelas pertencentes a estes enxames e o número relativo de estrelas de maior massa.
"As estrelas menores têm um limite inferior para a massa de aproximadamente oitenta vezes a massa de Júpiter, limite abaixo do qual se tornam 'estrelas falidas' ou anãs-castanhas," diz Olivier Schnurr, do Astrophysikalisches Institut Potsdam. "Os nossos novos resultados apoiam a ideia anterior de que também existe um limite superior para a massa das estrelas, embora os resultados subam este limite por um fator de dois, para cerca de 300 massas solares."
Ventos das estrelas
Estrelas de grande massa produzem ventos muito poderosos, por meio dos quais elas vão aos poucos perdendo massa.
"Contrariamente aos humanos, estas estrelas nascem muito pesadas e vão perdendo peso à medida que envelhecem," diz Paul Crowther. "Com um pouco mais de um milhão de anos, a maior delas, a R136a1, encontra-se já na 'meia-idade' e passou por um intenso regime de perda de peso, tendo já perdido um quinto da sua massa inicial nesse período, o que corresponde a mais de cinquenta massas solares."
No interior do R136, apenas quatro estrelas pesavam mais do que 150 massas solares no momento do seu nascimento. No entanto, sozinhas, elas são responsáveis por praticamente metade do vento estelar e da radiação liberada por todo o enxame.
A R136a1 libera energia para o meio ao seu redor cinquenta vezes maior do que o enxame da Nebulosa de Órion, a região de formação de estrelas de grande massa mais próxima da Terra.
Supernovas instáveis
Compreender a formação de estrelas de grande massa é, por si só, algo muito complexo, devido às suas vidas muito curtas e seus ventos poderosos.
Se não fosse o suficiente, a identificação de casos tão extremos como a R136a1 complica ainda mais o já elevado desafio posto às teorias. "Ou estas estrelas se formaram já muito grandes ou então estrelas menores fundiram-se para as produzirem," explica Crowther.
Estrelas com massas entre 8 e 150 massas solares explodem no final das suas curtas vidas sob a forma de supernovas, das quais restam objetos exóticos, como estrelas de nêutrons ou buracos negros.
Tendo agora estabelecido a existência de estrelas com massas compreendidas entre 150 e 300 massas solares, os astrônomos levantam a hipótese da existência de objetos excepcionalmente brilhantes, "supernovas instáveis", que explodiriam completamente, sem deixar restos de espécie alguma, e que liberariam até cerca de dez massas solares de ferro para o meio interestelar.
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Nascimento de estrelas
Os primeiros resultados científicos do Telescópio Espacial Herschel, da Agência Espacial Europeia (ESA), revelam detalhes inéditos da formação das estrelas.
As novas imagens, divulgadas hoje, mostram milhares de galáxias distantes em um processo vigoroso de formação de estrelas, além de belíssimas nuvens de formação estelar espalhadas ao longo da Via Láctea.
Mas a imagem que mais chamou a atenção mostra o que os astrônomos até hoje consideravam impossível: o nascimento de uma estrela "grande demais para ser verdade."
Estrela gigante
Apresentados hoje durante um simpósio científico promovido pela ESA, os resultados desafiam as ideias atuais sobre o nascimento das estrelas e abrem novos caminhos para pesquisas futuras.
A nuvem de formação de estrelas RCW 120, por exemplo, revelou uma estrela em estado embrionário que irá se transformar, ao que parece, numa das maiores e mais brilhantes estrelas na nossa galáxia, nas próximas centenas de milhares de anos.
Hoje ela já tem de oito a dez vezes a massa do Sol e está rodeada de gás e poeira, com cerca de duas mil massas solares, que poderão vir a agregar-se à estrela gigante, tornando-a ainda maior.
"Esta estrela só poderá crescer," disse Annie Zavagno, do Laboratório de Astrofísica de Marseille.
Estrela impossível
Estrelas dessa dimensão são raras e duram pouco. Captar uma delas durante a sua formação é uma oportunidade de ouro para resolver um paradoxo de longa data na astronomia.
"De acordo com o entendimento atual, estrelas com mais de oito massas solares simplesmente não deveriam existir," diz Zavagno.
A teoria atualmente aceita estabelece que a intensa luz emitida por uma estrela tão grande deveria afastar as nuvens de poeira que lhe serviram de berço, antes que ela pudesse acumular mais matéria.
Mas a realidade não obedeceu à teoria, e as imagens do Herschel comprovam que super estrelas podem de fato se formar.
Algumas destas estrelas "impossíveis" são já conhecidas, e chegam a apresentar massas de 150 sóis. O fato de o Herschel ter avistado uma no início da sua vida irá permitir aos astrônomos investiguem onde está o erro da teoria.

Outra teoria que sucumbe
Outra imagem divulgada hoje, onde se vê um grande número de maternidades de estrelas na Via Láctea, mostra como é que isso acontece. Os embriões estelares aparecem primeiro no interior de filamentos de gás brilhante e pó espalhados pela galáxia.
Formam-se assim cadeias de maternidades estelares, com dezenas de anos-luz de comprimento, enrolando a Galáxia numa verdadeira teia de nascimento de estrelas.
O Herschel também está inspecionando o espaço profundo, muito além da Via Láctea, medindo a luz infravermelha de milhares de outras galáxias, espalhadas ao longo de bilhões de anos-luz do Universo.
Cada galáxia aparece como um simples ponto, mas o seu brilho permite aos astrônomos determinar a taxa de aparecimento de novas estrelas no seu interior. Em linhas gerais, quanto mais brilho, mais estrelas em formação.
Também aqui o Herschel já desafiou os conhecimentos atuais, mostrando que as galáxias evoluíram ao longo do tempo muito mais rapidamente do que se pensava. Os astrônomos acreditavam que as galáxias vinham formando estrelas mais ou menos no mesmo ritmo nos últimos bilhões de anos. O Herschel mostrou que isto não é verdade.
No passado, havia muito mais galáxias com alto índice de formação de estrelas, formando estrelas a um ritmo 10 a 15 vezes superior ao que se registra hoje na Via Láctea. Mas o que desencadeou essa atividade frenética ainda não foi totalmente entendido. "O Herschel agora nos possibilitará investigar as razões para este comportamento," diz Steve Eales, da Universidade de Cardiff.
Nova fase da água
O Herschel é também um instrumento de detecção das mais pequenas formas de matéria: as moléculas. Ele identificou pela primeira vez no espaço uma nova fase da água.
Essa "água espacial" está carregada eletricamente e, ao contrário das outras fases mais familiares, - a líquida, a gasosa e a sólida - essa nova fase da água não ocorre naturalmente na Terra.
No entanto, nas nuvens que rodeiam as estrelas jovens, onde a luz ultravioleta está sendo arremessada através do gás, esta irradiação pode arrancar um elétron da molécula de água, deixando-a carregada eletricamente.
"Essa detecção de vapor de água ionizada foi uma surpresa," diz Arnold Benz, do ETH de Zurique. "Ela nos diz que há processos violentos ocorrendo durante as fases iniciais de nascimento das estrelas, o que leva à propagação de radiação energética através da nuvem."

Maior telescópio espacial
À medida que as estrelas começam a formar-se, o gás e a poeira que as rodeiam aquecem até algumas dezenas de graus acima do zero absoluto, emitindo radiação no comprimento de onda do infravermelho.
A atmosfera da Terra bloqueia a maior parte desses comprimentos de onda, o que praticamente restringe sua observação a telescópios espaciais.
O Herschel é o maior telescópio espacial já lançado e ele varre o céu justamente no faixa do infravermelho.
O diâmetro do seu espelho principal é quatro vezes superior ao dos telescópios espaciais de infravermelho lançados até então e é uma vez e meia maior do que o do Hubble.
Graças à sua resolução e sensibilidade sem precedentes, o Herschel está começando a gerar um censo das regiões de formação de estrelas da nossa galáxia.
"Antes do Herschel, não era clara a forma como se juntava o material na Via Láctea, em densidade suficientemente elevada e a temperaturas adequadamente baixas para a formação de estrelas," diz Sergio Molinari, do Instituto de Física do Espaço Interplanetário, em Roma.
______________________________Like sprinklers hidden beneath the surface, a series of geysers — more than previously thought — are gushing water ice from fissures near the south pole of Saturn's icy moon Enceladus, new images reveal.
The newly released images from NASA's Cassini spacecraft show the geysers of Enceladus in stunning detail. The photos caught a bounty of previously unknown plumes alongside known ones, and show at least one gusher that's lost power since NASA's last look at the moon.
The new images were taken during Cassini's flyby on Nov. 21, 2009, and include the best 3-D look ever obtained of a "tiger stripe" — a fissure that sprays icy particles, water vapor and organic compounds. They also show regions of Enceladus that were not well-mapped in previous flybys, including a southern area with crudely circular tectonic patterns.
Both large and small plumes were seen spouting from these famed tigers stripes along Enceladus' south pole. In one mosaic, created by two high-resolution images captured by the narrow-angle camera, 30 individual jets can be seen. More than 20 of them had not been identified before.
By photographing the jets over time, Cassini scientists can study the consistency of their activity.
"This last flyby confirms what we suspected," said Carolyn Porco, Cassini's imaging team lead at the Space Science Institute in Boulder, Colo. "The vigor of individual jets can vary with time, and many jets, large and small, erupt all along the tiger stripes."
The scientists also combined the visible-light images with heat data to create a map of a 25-mile (40-km) segment of the longest stripe, known as Baghdad Sulcus. The map illustrates the link between the geologically youthful surface fractures and the anomalously warm temperatures that have been recorded in the south polar region.
In these measurements, peak temperatures along Baghdad Sulcus exceed minus 135 degrees Fahrenheit (minus 93 degrees Celsius), and may be higher than minus 100 degrees F (minus 73 degrees C). The temperatures, considered warm for Enceladus, probably result from heating of the fracture flanks by the warm, upwelling water vapor that propels the moon's ice-particle jets.
"The fractures are chilly by Earth standards, but they're a cozy oasis compared to the numbing 50 Kelvin (minus 370 Fahrenheit) of their surroundings," said John Spencer, a composite infrared spectrometer team member based at Southwest Research Institute also in Boulder. "The huge amount of heat pouring out of the tiger stripe fractures may be enough to melt the ice underground."
Some Cassini scientists infer that the warmer the temperatures are at the surface, the greater the likelihood that jets erupt from liquid.
The Nov. 21 flyby, which brought the spacecraft to within 1,000 miles (1,600 km) of the moon's surface, was the eighth targeted encounter with Enceladus. It's the last look at Enceladus' south polar surface before that region goes into 15 years of darkness, NASA officials said.
And now that the Cassini mission has been extended through 2017, with 11 Enceladus flybys slated for the extension period, there are plenty of chances to capture more images of this icy moon. The spacecraft launched in 1997 and has been orbiting Saturn since 2004.







___________________________________________NASA Space Telescope Discovers Largest Ring Around SaturnThis artist's conception shows a nearly invisible ring around Saturn — the largest of the giant planet's many rings. It was discovered by NASA's Spitzer Space Telescope. Image credit: NASA/JPL-Caltech/KeckPASADENA, Calif. -- NASA's Spitzer Space Telescope has discovered an enormous ring around Saturn -- by far the largest of the giant planet's many rings.
The new belt lies at the far reaches of the Saturnian system, with an orbit tilted 27 degrees from the main ring plane. The bulk of its material starts about six million kilometers (3.7 million miles) away from the planet and extends outward roughly another 12 million kilometers (7.4 million miles). One of Saturn's farthest moons, Phoebe, circles within the newfound ring, and is likely the source of its material.
Saturn's newest halo is thick, too -- its vertical height is about 20 times the diameter of the planet. It would take about one billion Earths stacked together to fill the ring.
"This is one supersized ring," said Anne Verbiscer, an astronomer at the University of Virginia, Charlottesville. "If you could see the ring, it would span the width of two full moons' worth of sky, one on either side of Saturn." Verbiscer; Douglas Hamilton of the University of Maryland, College Park; and Michael Skrutskie, of the University of Virginia, Charlottesville, are authors of a paper about the discovery to be published online tomorrow by the journal Nature.This picture shows a slice of Saturn's largest ring, as seen in infrared light by NASA's Spitzer Space Telescope. Image credit: NASA/JPL-Caltech/Univ. of VirginiaAn artist's concept of the newfound ring is online at http://www.nasa.gov/mission_pages/spitzer/multimedia/spitzer-20091007a.html .
The ring itself is tenuous, made up of a thin array of ice and dust particles. Spitzer's infrared eyes were able to spot the glow of the band's cool dust. The telescope, launched in 2003, is currently 107 million kilometers (66 million miles) from Earth in orbit around the sun.
The discovery may help solve an age-old riddle of one of Saturn's moons. Iapetus has a strange appearance -- one side is bright and the other is really dark, in a pattern that resembles the yin-yang symbol. The astronomer Giovanni Cassini first spotted the moon in 1671, and years later figured out it has a dark side, now named Cassini Regio in his honor. A stunning picture of Iapetus taken by NASA's Cassini spacecraft is online at http://photojournal.jpl.nasa.gov/catalog/PIA08384 .
Saturn's newest addition could explain how Cassini Regio came to be. The ring is circling in the same direction as Phoebe, while Iapetus, the other rings and most of Saturn's moons are all going the opposite way. According to the scientists, some of the dark and dusty material from the outer ring moves inward toward Iapetus, slamming the icy moon like bugs on a windshield.
"Astronomers have long suspected that there is a connection between Saturn's outer moon Phoebe and the dark material on Iapetus," said Hamilton. "This new ring provides convincing evidence of that relationship."This diagram illustrates the extent of the largest ring around Saturn, discovered by NASA's Spitzer Space Telescope. The ring is huge, and far from the gas planet and the rest of its majestic rings. Image credit: NASA/JPL-CaltechVerbiscer and her colleagues used Spitzer's longer-wavelength infrared camera, called the multiband imaging photometer, to scan through a patch of sky far from Saturn and a bit inside Phoebe's orbit. The astronomers had a hunch that Phoebe might be circling around in a belt of dust kicked up from its minor collisions with comets -- a process similar to that around stars with dusty disks of planetary debris. Sure enough, when the scientists took a first look at their Spitzer data, a band of dust jumped out.
The ring would be difficult to see with visible-light telescopes. Its particles are diffuse and may even extend beyond the bulk of the ring material all the way in to Saturn and all the way out to interplanetary space. The relatively small numbers of particles in the ring wouldn't reflect much visible light, especially out at Saturn where sunlight is weak.
"The particles are so far apart that if you were to stand in the ring, you wouldn't even know it," said Verbiscer.
Spitzer was able to sense the glow of the cool dust, which is only about 80 Kelvin (minus 316 degrees Fahrenheit). Cool objects shine with infrared, or thermal radiation; for example, even a cup of ice cream is blazing with infrared light. "By focusing on the glow of the ring's cool dust, Spitzer made it easy to find," said Verbiscer.
These observations were made before Spitzer ran out of coolant in May and began its "warm" mission.
This diagram highlights a slice of Saturn's largest ring. The ring (red band in inset photo) was discovered by NASA's Spitzer Space Telescope, which detected infrared light, or heat, from the dusty ring material. Spitzer viewed the ring edge-on from its Earth-trailing orbit around the sun. Hubble image credit: NASA/ESA/STScI/AURANASA's Jet Propulsion Laboratory, Pasadena, Calif., manages the Spitzer Space Telescope mission for NASA's Science Mission Directorate, Washington. Science operations are conducted at the Spitzer Science Center at the California Institute of Technology, also in Pasadena. Caltech manages JPL for NASA. The multiband imaging photometer for Spitzer was built by Ball Aerospace Corporation, Boulder, Colo., and the University of Arizona, Tucson. Its principal investigator is George Rieke of the University of Arizona.
For additional images relating to the ring discovery and more information about Spitzer, visit http://www.nasa.gov/spitzer and http://www.spitzer.caltech.edu/spitzer.Whitney Clavin 818-354-4673
Jet Propulsion Laboratory, Pasadena, Calif.
whitney.clavin@jpl.nasa.gov
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Aug. 26, 2009 -- Astronomers have found what appears to be a gigantic suicidal planet.
The odd, fiery planet is so close to its star and so large that it is triggering tremendous plasma tides on the star. Those powerful tides are in turn warping the planet's zippy less-than-a-day orbit around its star.
The result: an ever-closer tango of death, with the planet eventually spiraling into the star.
It's a slow death. The planet WASP-18b has maybe a million years to live, said planet discoverer Coel Hellier, a professor of astrophysics at the Keele University in England. Hellier's report on the suicidal planet is in Thursday's issue of the journal Nature.
"It's causing its own destruction by creating these tides," Hellier said.
The star is called WASP-18 and the planet is WASP-18b because of the Wide Angle Search for Planets team that found them.
The planet circles a star that is in the constellation Phoenix and is about 325 light-years away from Earth, which means it is in our galactic neighborhood. A light-year is about 5.8 trillion miles.
The planet is 1.9 million miles from its star, 1/50th of the distance between Earth and the sun, our star. And because of that the temperature is about 3,800 degrees.
Its size -- 10 times bigger than Jupiter -- and its proximity to its star make it likely to die, Hellier said.
(N.R. -
Proporção da Terra em relação a Júpiter)
Think of how the distant moon pulls Earth's oceans to form twice-daily tides. The effect the odd planet has on its star is thousands of times stronger, Hellier said. The star's tidal bulge of plasma may extend hundreds of miles, he said.
Like most planets outside our solar system, this planet was not seen directly by a telescope. Astronomers found it by seeing dips in light from the star every time the planet came between the star and Earth.
So far astronomers have found more than 370 planets outside the solar system. This one is "yet another weird one in the exoplanet menagerie," said planet specialist Alan Boss of the Carnegie Institution of Washington.
It's so unusual to find a suicidal planet that University of Maryland astronomer Douglas Hamilton questioned whether there was another explanation. While it is likely that this is a suicidal planet, Hamilton said it is also possible that some basic physics calculations that all astronomers rely on could be dead wrong.
The answer will become apparent in less than a decade if the planet seems to be further in a death spiral, he said.
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