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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Idiots...idiots everywhere...

 Banco de Braga atende cliente “mal vestido” na rua e pede-lhe para “tomar banho”

Um bancário da dependência do Santander de Celeirós, freguesia de Braga, obrigou um cliente a sair do banco, atendendo-o na rua, justificando que o homem estava “mal vestido. Paulo Ribeiro, de 36 anos, conta ao JN que o gerente não lhe deu o livro de reclamações, exigindo que tomasse banho.


"Para os "cannibais" que proliferam por aí eu digo, "Sociedade sem preconceitos é sociedade sem escrúpulos."
(Louis Bonald)

Mais uma vez afirmo que não somos obrigados a aturar as porcarias e os desleixos dos outros. Aprendam a viver em sociedade"

Cannibal, ao seu serviço,
que ao seu desidério atendo.
Eu escrúpulos até que os tenho,
Inteligência sua, não se vai vendo.

Não tenho é nariz empinado,
e estou ao nível do meu Povo.
Mas para mandar bocas a imbecis,
cá estarei eu sempre de novo.

Um banco é por nós pago,
por nossos depósitos e receitas.
A nós nos devem bons cuidados,
e atender-nos nas devidas direitas.

Se você, imberbe criatura,
que não sabe o que é real trabalho,
ainda acha que o homem,
um banho deveria ter tomado,
para ir buscar o que é seu,
através de suor espalhado,
num lugar onde lhe é recusado,
um direito ao cliente lesado,
então cure-se dessa doença,
que se chama "parasitismo".
Porque nós, do Povo real,
chamamos-lhe pragmatismo.

Um serviço é um bem,
que está sujeito a um horário.
Por muito que alguns idiotas,
queiram que acontecesse o contrário.

É uma coisa esquisita,
esta dos direitos do cliente.
Mas antes de mandar bocas ao ar,
deveria estar disso ciente.

Mas para que gasto eu latim,
numa mente deveras enclausurada?
Basta ver como a sua "citação",
contra ela é tão bem virada.

«Sociedade sem preconceitos,
É uma sociedade sem escrúpulos.»
Mas sem escrúpulos, com preconceito,
foi essa tirada citada.

Um banho não é sinónimo,
ou belas roupas também,
de gentis doutas pessoas de bem.
Aliás, temos políticos,
e o Vale e Azevedo também,
que roubaram a bem roubar,
sem que a entrada no banco
alguém a fosse barrar.
Pelo contrário, é pior,
o tal nível de confiança,
que roubam a olhos vistos,
tal o nível de confiança.

Mas quem trabalha, caro(a) Partilhas,
esse não tem que enganar.
Quer aquilo que é dele,
e merdas como você, manda-as cagar!


(Este blog foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.)

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Indigesto!


«Restauração: receita do IVA aumenta 106%»
 Dados são do Governo e dizem respeito ao período de Janeiro a Agosto


 O secretário de Estado dos Assuntos Fiscais disse esta segunda-feira que o IVA da restauração subiu 106 por cento até agosto e defendeu um maior combate à evasão fiscal, mas a oposição acusou o Governo de «farsa»

 in Agência Financeira


 Este (des)Governo já nem mente.
Já nem mesmo pra isso prestam.
Ainda nos tomam por tontos,
aqueles que todos os dias protestam.

Nenhuma conta deles está certa,

nenhuma previsão foi atingida.
E estes merdas mandam assim ao ar,
receitas desta forma mal fingida.

É que já nem é estupidez,
é mesmo imbecilidade.
Como raio querem estes gajos ter,
lá fora a tal "credibilidade"?!

É cortar tudo a eito,
porque bate certo na "teoria".
Mas quando se vê bem tudo à lupa,
"-Estávamos errados. Quem diria?"

E a culpa, é de quem?
Pergunto-me sem me responder.
É que este é um país sui generis
que nem corruptos manda prender.

É o caso das SCUT,
feitas com dinheiros de Bruxelas.
Arrasam-se as estradas públicas,
e agora pouca a gente anda nelas.

É o caso do BPN,
que servia para lavar dinheiro.
Só há um que está lá dentro,
e até fugiu o Loureiro.

Fantasmas são as Fundações,
que nada fazem nem apresentam.
Mas as mordomias dos gestores,
somos nós que as aguentam.

De resto neste país,
é sempre fácil cortar no trabalho.
Na gasolina, eles não tocam.
Só me apetece é mandá-los pró caralho!


(Este blog foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.)

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Montes de merda

Boas

É engraçado ver tanta gente a criticar Israel por estes ataques não-provocados sem notar que sempre que os preços de petróleo estavam a ter baixas significativas, há sempre uns rockets a cair.

É engraçado porque é pelo menos a 5ª vez que acontece desde 2008, altura do crash financeiro. Bastaria verificarem as cotações e as datas dos ataques com poucos dias de intervalo. Vou-me escusar a fazer esse trabalho, quem quiser, tem os dados na net.

Da mesma forma é engraçado não se preocuparem com os mais de 20x mais mortos no Sudão, Somália ou Gana, muitos dos quais à catanada, à bastonada ou queimados vivos, perseguidos até dentro de campos de refugiados ou nem se tenha ligado ao facto de um barco com pavilhão turco ter tentado entregar armas à faixa de Gaza sob o pretexto "humanitário".

Que estava "em paz", pelo menos a possível. Certo é que a morte de civis não tem perdão.

Mas toda a gente se preocupa com aquilo, ou o Iraque.

O Egipto recuperou as suas terras aquando da guerra do Yom Kippur em 56 porque negociou, e ainda se mantém o acordo.

É engraçado que se refiram a "refugiados palestinianos", quando na verdade os montes de merda que andam a fazer isto nunca o foram, porque se o Estado de Israel foi fundado, nas terras de onde foram expulsos, em 47/48, esses terroristas teriam que ter, no mínimo, 65 ou 66 anos.

Também é engraçado que foram convidadas todas as partes para formarem um país pacífico aquando na fundação do Estado, e que a resposta foi a de guerra num dos feriados mais importantes dos judeus.

Cá por mim tou-me a cagar pra todos eles. Religiões são um cancro inútil. Todas elas. Desprezo-as por igual. Apenas servem um bando pequeno de homens e os seus interesses, falíveis como tudo e que puxam cordelinhos sustentados pelo Povo que mantém na ignorância.

Mas gosto de ver os interesses por trás desta guerra sem quartel enquanto anda tudo a fazer uma de bom samaritano a ter peninha dos coitadinhos que mandam crianças mandar pedras a tanques e depois, quando há uma bala perdida, chemam os outros de assassinos.

Pelo menos saber a História dessas manipulações que acontecem há anos ajudaria a pensarem melhor.

Confiem nessa gente que tanto vos pode apertar a mão, como fazerem-se explodir junto da vossa família.

Antes de falarem, informem-se.

(Este blog foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.)

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Fascismo Tributário!

Boas

 Acabei de receber isto:
«Assunto: Incentivo à exigência de fatura

A partir de 1 de janeiro de 2013 será obrigatória a emissão de fatura por todas as vendas de bens e serviços mesmo quando os particulares não a exijam.


Quando é emitida fatura, a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) garante o controlo e a cobrança do IVA correspondente. Se a fatura não for emitida esse controlo é impossível.


Se todos exigirmos fatura em todas as aquisições que efetuamos conseguiremos:


• Aumentar a riqueza conhecida que Portugal produz (PIB);


• Aumentar as receitas fiscais, sem pagarmos mais impostos;


• Aumentar a equidade e justiça entre todos os contribuintes portugueses;


• Diminuir o défice orçamental e criar condições para uma redução futura da carga fiscal;


• Criar melhores condições para que o nosso país possa ultrapassar com rapidez a fase díficil em que se encontra.



Quando não exigimos fatura contribuímos para:


• Aumentar a evasão fiscal e enriquecer ilicitamente aqueles que não pagam impostos;


• Diminuir a receita fiscal, que é uma riqueza de todos os portugueses;


• Prejudicar com mais impostos os contribuintes cumpridores.



O seu papel é decisivo. Exigir fatura não tem custos. É um direito e um dever de todos. E todos ganhamos. Portugal e cada um de nós.


Em breve receberá mais informação acerca dos benefícios fiscais (até 250 euros) que serão proporcionados a quem exige fatura.


Com os melhores cumprimentos.

O Diretor-Geral,
José António de Azevedo Pereira»
Meus senhores. E senhoras.

Quero mais é que vocês se fodam! Mas literalmente que se relinchem nas árvores!

Eu prefiro dar dinheiro a quem realmente trabalha, restauração, mecânicos, etc, que à corja de merda que meteu este país neste estado, fez contratos ruinosos, comprou bancos privados e me obriga a pagá-los, gastou milhões em estádios desnecessários, em eventos desnecessários, em fundações desnecessárias, em obras da parque escolar com adicionais caríssimos e desnecessários, em estudos sobre TGV desnecessários, sobre um TGV em si desnecessário, porque um vôo low cost pra Madrid fica em pouco mais de 15€, a quem criou "energias renováveis" que por muito que tentem falsear a verdade, o seu rendimento no geral do país é irrisório!, e pagamos pelo investimento duma empresa que nada perde, pelos milhões gastos em TDT numa norma desnecessária e mais cara que a alternativa, obrigando as pessoas a gastarem dinheiro em porcarias que trabalham mal..

Eu não vou servir de polícia de quem trabalha, porque eu não tenho possibilidades de policiar a merda que vocês fazem, fizeram e continuarão a fazer, porque até hoje, muitas PPP´s têm cláusulas secretas, algo de inacreditável no Estado, que deve ter tudo claro e transparente.

Eu não posso, infelizmente, ser polícia de negócios feitos por pessoas no Estado, que quando saem, vão logo para lugares de administração dos negócios que criaram!

Eu não posso também ser polícia para saber como raio mais de 360 "especialistas", que ninguém sabe o que são, porque não existe esse posto sequer, acabados de sair de universidades, sem saber de vida nem da vida, entram para o Estado a ganhar em média 3.500€.

E não posso crer que ainda hoje seja mais fácil roubar o fruto de quem trabalha do que criminalizar quem enriquece no Estado à custa de esquemas piramidais e cunhas, onde um deputado entra de pé descalço e 12 anos depois está reformado, a receber pensão do Estado e a gerir negócios criados com as portas abertas nesse Estado.

E quem é reformado, se quiser trabalhar para ter mais um pouco de dignidade no resto da vida, perde a pensão.

Pedir factura, eu?

Posso-vos garantir que em tudo o que eu possa dizer que não quero, eu digo! Porque vai ser esta a minha forma de protestar contra a vossa arrogância, o vosso despesismo, a vossa incompetência, a vossa teia de interesses!

Vão pá ganda puta que vos pariu!

Recuso-me a ser polícia de quem trabalha!


(Este blog foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.)

sábado, 27 de outubro de 2012

Vai-te foder Sony!

http://img3.imageshack.us/img3/7386/parvoice.jpg

 Boas

O cúmulo do ridículo por parte da Sony, que se consegue sempre exceder,  é substituir algo de útil como o Folding, que não foi dito antes de eu ter aceite o novo firmwire que iria ser removido, e substituido por esta porcaria do singstar, com a qual eu não quero ter nada a ver e me está a irritar profundamente

Venho pois demonstrar o meu desagrado pela remoção do Folding, do qual fazia parte activa, porque desde 2003 que faço computação científica com o Seti@Home, Eisntein@Home, LHC@Home, etc, e sempre achei um projecto interessantíssimo, se bem que imensamente mal aproveitado, e o meu asco por esta auto-promoção patética em que nem sequer me deixam remover esta parvoíce.

rukap nesta thread escreveu:
Viva,

O que é feito da equipa?
Ainda anda por cá alguém "antigo"

Cumprimentos



É irónico citar-te agora. Isto porque para a Sony é mais importante espetar-nos na cara promoções patéticas a singstars que continuar a ter um espaçinho para algo de útil à Ciência.

Quando comprei a minha PS3 podia ter Yellow Dog Linux, podia contribuir para o Folding, ou seja, era uma máquina que me orgulhava de ter um propósito, um sentido, mais que apenas jogar, mas de outro tipo de comunidade e pertença.

Agora, é um antro de chulice! Vendem jogos feitos pela metade, para que se gaste mais em DLC's, cultivaram a cretinice de troféus, para que toda a gente se esquecesse dos propósitos iniciais da máquina, em suma, deram cabo de tudo o que eu gostava, e de quem tem um pingo de inteligência também, e a separava da concorrência.

Isto sem falar no facto de até os jogos, salvo raras excepções como Heavy Rain e GoW III serem jogos que exploram a máquina. O resto é tudo sub-aproveitado, cópias após cópias do mesmo género.

Tenho melhores jogos na minha Megadrive e Dreamcast que na ps3, o que é inacreditável!

Remover o Folding é o prego no caixão. É uma pena esta ditadura que só está focada em dinheiro esquecendo valores básicos que fizeram da PS3 uma coisa especial no passado.

E continuo a dizer, um dia nem PSN de borla vai haver, por causa do pessoal que adere ao Plus. Quando a fórmula chegar ao que os directores pretendem, bye bye PSN.

A mim, não me arrefece nem aquece. Passo bem sem PSN.

Espanta-me que ninguém faça barulho com isto e fiquem todos a bater palminhas a troféus da vita, esse grande flop, que vai mandar 10.000 pra layoff por ser mais um cavalo errado numa política errada que decidiu ser igual a todas as outras.


(Este blog foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.)

domingo, 30 de setembro de 2012

Aplicar ou não aplicar, eis a questão.

Boas

Bom, uma das coisas que ultimamente me tem enchido as medidas, é o meu tablet. Basicamente tenho-o usado como um quase substituto da minha torre. O nível de consumo é 90% menor, tenho mais ou menos as mesmas funcionalidades e faço o que normalmente faço num pc:

Confiro as notícias, mando mails porno, vejo mails porno, mando toda a gente pró crl e falo mal de tudo o que possa falar mal.

Para além disto, tenho o controlo remoto embutido, que uso para comandar a TV e a Meo Box, a TV e a Zon box nos meus pais e ainda partilho o que tou a ver, ou posso agendar gravações remotamente com o Meo Remote, que é excelente.


No entanto, há uma coisa que ainda não entendi a panca nestes g33ks dos tablets.

As "aplicações".

Eu tenho para mim que uma aplicação é como um programa .exe num sistema windows ou o similar no linux:

Instala-se e fazem-se coisas com ele, que não posso fazer num browser.

Por exemplo, enquanto que no meu Windows tenho o Starry Night para astronomia, no meu Linux tenho o Celestia, Stellarium e o K-Stars, no tablet tenho o Google Sky Map, o SkEye e o Astro Tools, sendo que os dois primeiros aproveitam brilhantemente o efeito de bússola magnética e giroscópio do tablet para gerar um panorama de 360º em tempo real. Basta apontar e o mapa move-se automaticamente para a região do céu que estamos a apontar.

No caso do SkEye, como tem o redeye sight, as observações nocturnas são mais precisas, porque não existe encadeamento ofuscante.

Tenho o muito cool Evernote, onde assento pensamentos avulsos, Adobe Reader, Kindle Reader, e o excelente Sony Reader que ficou ainda melhor depois da última actualização.

Aliás, tenho andado entretido na leitura. neste momento ando a ler o Senhor dos Aneis - A Irmandade do Anel (depois de ter acabado de ler o Hobbit), Technology of the Gods, Cosmos e The Day After Roswell.

Divirto-me imenso também com aplicações como Drum Solo HD, Pianist - Finger Tap, Guitar - Virtual Guitar Pro, Solo Lite, real Drum, Guitarrist, etc.

A nível de aplicações, não faço muito uso do vídeo ou áudio, tenho o BS Player free, porque abre tudo (o reprodutor da Sony é uma merda) e o leitor audio da Sony (o leitor de musica do google é uma merda), mas sempre vou ouvindo música enquanto leio, por exemplo.

Tudo isto pra mim são exemplos do que uma aplicação deve ser, um acrescento de funcionalidades.

Daí que eu fique pasmo quando montes de gente se mete a encher as limitadas memórias com coisas ditas "aplicações" que podem ser acedidas simplesmente com um web browser como o Opera, UC Browser, Firefox (que apesar dos crashes é o melhor e mais inovativo) ou mesmo o bom browser por defeito da Sony (que jeitaço daria na PS3)

Porquê uma aplicação da Bola, do Record, do Público, TSF ou o crl do tipo, quando está ali, num favorito, bookmark ou seja o que for?


Mete-me espécie.


(Este blog foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.)

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Uma proposta, quiçá parva. Oh...wait...sou eu.

Boas

Tava a ver a desgraça das diversas notícias sobre mais este assalto ao bolso do consumidor, e deparo-me com este artigo, onde são pedidas propostas para alterar o rumo dos acontecimentos.

Tenho a dizer que ando absolutamente revoltado e irritado com tanta injustiça em tão pouco espaço de tempo.

Precisava alinhavar ideias, escrever, desabafar. Estranhamente estava aqui com um rascunho, mas não me conseguia ordenar. Mas queria escrever algo.

Comecei a então a escrever o mail para o endereço. Mal ou bem, é a minha voz, amordaçada por impostos e injustiças que vejo.

A quem o ler no Económico, peço imensa, mas imensa desculpa pelo testamento, lol, mas agradeço terem-me orientado numa direcção que me permitiu acalmar, escrever coerentemente e talvez, mas apenas talvez, ter uma ténue esperança que alguma coisa seja sugerida ou proposta, semelhante ao que penso ser justo e que possa ser feito.

Comecei eram 4 da tarde, são agora que vejo, 20:38h.

Maratonas de escrita...it never get's old.

Boas

Sou um dos indignados anónimos deste belo país, e anónimo escreverei.

Medidas na óptica dum leigo como eu, a meu ver, há muitas. E como estive a ler esta peça, nem que faça figura de urso, vou falar...ou melhor, escrever, o que me vai na alma.

E há que começar por cima, para dar o exemplo.


Despesas do Estado, algumas coisas metem-me espécie:

  • Assessores e secretários/as com ordenados de 3.000+€ por mês por motivos que ninguém aparenta saber muito bem porquê, corte de 20% no ordenado. São muitos, muito dinheirinho anual pode lá ir ser pescado

  • Gestores públicos, acima de 4.000€, corte de 35+%. Fim dos bónus pornográficos por "boa gestão", afinal de contas, estamos em emergência nacional. Não é só apregoar isto para os mais pcaninos, especialmente quando isso não está declarado efectivamente.

  • Corte radical em benesses como cartões de crédito para almoçaradas (GEBALIS e afins que continuam a aparecer nas notícias), combustível para deslocações que não as em representação legítima do Estado, a imediata suspensão do uso da frota de toda e qualquer viatura do Estado para usos particulares ou ao fim de semana, nas empresas públicas e um controlo rigoroso das deslocações da frota/custos com combustíveis. Com toda a panóplia de software, até livre, que existe, um controlo rigoroso é perfeitamente possível.

  • Eliminação de chefias redundantes. Haver repartições com 3/4 chefes e um a trabalhar, enfim. Os critérios devem ser muito bem explicados.

  • Fim de pseudo-estudos encomendados que custam os olhos da cara só para parecer que somos ricos, que depois, como no TGV, não servem para nada, e um investimento sério nos nossos universitários. Um Estado que aposta nos nossos jovens não só dá um exemplo de coragem, poupança, mas abre-lhes portas no futuro. Se os formamos, que se lhes dê uso.

  • Fim de pensões/sub-venções vitalícias quando ou estão no activo laboral ou as suas declarações de rendimentos ultrapassem algo como, sei lá, 25.000€ anuais brutos.
    Poderia lembrar-me do Catroga, mas depois irritava-me, e irritado já eu tou.
  • Taxar profissões como advocacia, por exemplo. Não faz sentido quererem que os comerciantes emitam facturas dum simples café, e eles só declaram o que lhes apetece. Não faz sentido.

E voltando aos carros, porque gosto de carros e motas, estes exemplos que andam por aí...erradicar por completo:

S. Bento compra carro de 134 mil euros para convidados -> http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1256
Estado com 529 novos veículos (835.000€) -> http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/estado-com-529-novos-veiculos
CP em crise dá carros de luxo a gestores -> http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=20980

1.024.000€

Um milhão e vinte e quatro mil euros, mais manutenção, mais combustíveis não quantificados, só aqui. É obra.


Depois, esta coisa dos valores para a S.S. ...

Eu não me importo, como trabalhador por contra de outrém, de ter o meu papel activo para contribuir para a saída deste buraco. Desde que seja justa.

Mais uma contribuição para a Segurança Social? Ok.

Peguei no meu ábaco e fiz contas de merceeiro imaginárias, porque tirei a primeira classe por correspondência e não havia licenciaturas à Relvas na altura, apenas para ver estas coisas da "equidade":

500€×18%=90 = 410€ mais contas ao fim do mês

5000€x18%=900 = 4100€ mais contas ao fim do mês.

equidade |qüi|
(latim aequitas, -atis)
s. f.
1. Igualdade.
2. Rectidão na maneira de agir. = IMPARCIALIDADE
3. Reconhecimento dos direitos de cada um.
4. Justiça recta e natural.
vender com equidade: contentar-se com um ganho razoável, sem se valer da necessidade que o comprador tem do género.

Antónimo Geral: --> INIQUIDADE <--



É isto que vejo. É um imposto cego, camuflado de contribuição.

Tal como as tabelas de IRS são desenhadas em função dos rendimentos, se vai haver esta solução, que seja igual na proporcionalidade justa, a tal equidade, para todos mediante os seus rendimentos, não esta descriminação para quem menos ganha!, especialmente os pobres coitados com o salário mínimo.

Isto dos 18% não é igual pra todos coisa alguma! Então peguem nos senhores que ganham 6,7,8 mil euros e façam como o Hollande quer fazer, 75% de imposto por um ano ou dois. Porque esses não vão passar fome. Afinal, isto é mais um imposto de 7% do meu rendimento. Podem criar outro.

Aliás, para quem diz que neste país é difícil taxar o capital, eu acho fácil usar o IMTT e a AT para descobrir quem paga IUC de carros de alta cilindrada de luxo, barcos ou iates de luxo/recreio ou aviões e ir lá buscar mais uns trocos.
Afinal, se eles descobrem carros com matrículas falsas nas SCUT's e acham as nossas moradas para nos dizer que estávamos a 300Km do local de trabalho aquela precisa hora, podem achar esses senhores.

Fazer um inquérito rigoroso sobre o que aconteceu com Parque Escolar.
Escolas com candeeiros Siza Vieira a custar 2000€ cada um, ou escolas com estores eléctricos que aumentam os custos de energia desmesuradamente, tudo isso tem que ser explicado, porque requalificar uma escola com condições dignas, não é por aí que se vai.

Se estava no orçamento original, porque estava. Quem o meteu. Quem o aprovou e porque aprovou um excedente material que pode ter alternativas baratas e mais funcionais. Quem lucrou com isso. E que seja levado a tribunal se houver dano ao erário público. É o mínimo que exijo.

E falei na parque escolar, mas poderia falar de tantas obras-fantasma ou inflacionadas que existem.

E isto das derrapagens em obras, tem que parar. Se é dado um orçamento, tem que ser cumprido à risca. Se não, quem tem que entrar com o dinheiro é o responsável que o fez e com um ónus de valor acrescentado a reverter para o Estado, como fazem, por exemplo, as grandes companhias petrolíferas na construção das suas infra-estruturas.

Se existirem atrasos, é o estaleiro que assume as custas adicionais. Basta uma pequena cláusula.

Gente a querer contratos com o Governo, há muitos. Garanto que não haveria mais obras atrasadas ou derrapagens.

É tempo de se ser profissional e responsável. Obras que demoram mais que o estabelecido, são um estorvo na carteira e na comodidade dos cidadãos.

Sobre as PPP's, como não entendo o conceito de um Estado suportado pela população pagar para um privado lucrar, e dar prejuízo ao Estado, não me alongo, mas se é tão fácil acabar com postos médicos em terreolas que têm um autocarro de manhã, outro à tarde, se tiverem, e depois as pessoas têm que ir de táxi 40 e tal kms, porque eles cortaram o preço por km aos bombeiros para transporte de doentes para ir a um médico, estranha-me que seja assim tão difícil acabar com institutos e fundações que não geram dinheiro e alguns têm 5 administradores a comer 10.000€ mês.

É que supostamente, os meus impostos e contribuições são para servir a população idosa, e outros, que precisam dum médico, não coisas como essas.

Sobre os combustíveis, tive uns tempos há um ano ou dois, que seguia as cotações diárias. Se bem que os impostos sejam elevados, continua a haver um ganho de dinheiro enorme quando a um Sábado um tanker vem encher a bomba perto de mim, com gasolina de baixa, e na 2ª feira seguinte já a vendem a preços de alta. Já o contrário era, norma geral, inexistente. Mas pronto.

Existe um menor consumo, porque as pessoas estão a deixar os carros parados, menos imposto para o Estado.
Se as pessoas tiverem um menor imposto, com a gasolina mais barata irão passear mais. Passeando mais (ou trabalhando, whatever), mais o Estado recebe.
Haverá uma quebra inicial, ou não, mas será atenuada rapidamente e dará frutos em pouco tempo.

É este o meu pensamento minimalista e simplista. Digo o mesmo sobre o preço dos bilhetes de futebol à séculos. Quando baratos, casa cheia, quando caros, meia dúzia de gatos-pingados.

Como diria o Merovingian no Matrix:

"-It is the only real truth: Causality. Action. Reaction. Cause and effect."

______________________


Isto tudo acima, na parte que acho ser possível fazer no papel do Estado, convenço-me, na minha arrogante cabeça ignorante, representaria um bom ganho.

Com sorte, daria para repor os subsídios inalienáveis que o Sá Carneiro falava.

Aliás, nunca percebi estas anarquias de gastos, falta de controlo preciso e rigoroso num momento em que tudo é informatizado.
.
Parece que na folha de excell do Gaspar só os impostos sobre o rendimento batem certos de forma rigorosa, como se as imponderabilidades da vida real não existissem.
Existem sim é as "derrapagens" do Estado, mais uma vez. Aparentemente fazer contas só pra um lado.

O Povo Português gosta de comer, beber e passear.

Se dois terços do PIB são de consumo interno, grande parte restauração e turismo, não ver com olhos de ver o impacto negativo que teve o aumento do IVA na restauração, e insistir em retirar rendimentos, é promover mais retraimento nessas actividades, bem como no comércio em particular.

Querem andar com o país para a frente? Tem que se deixar às famílias dinheiro suficiente para gastar. Porque o Povo está sob stress, por razões monetárias, insegurança laboral, e um povo que já é pouco produtivo, porque nunca se apostou a sério em formação profissional qualificada e mentalidade profissional, pior vai produzir se estiver a pensar na sua vida em vez de laborar concentrado a 100%.

Temos que comer, beber e passear para sair um pouco deste buraco. Dêem-nos condições e o Povo responderá.

Crie-se incentivos fiscais sérios, a 15/20 anos, e convidem empresas a vir para cá para ver se diminuímos os 15.6% do "coiso". Se vierem para zonas do Interior, haja mais incentivos de forma a evitar a desertificação galopante.

Estamos perto do mar, acesso fácil à Europa de pessoas e bens. Em vez do TGV, era bem mais importante standardizar as bitolas para os comboios de mercadorias irem directos para qualquer ponto da Europa.

Com vôos low cost ao preço da chuva, quem iria gastar o triplo para ir de TGV?! É de loucos a quantidade de oportunidades perdidas para a dinamização comercial. Temos excelentes condições para sermos um entreposto, um interface comercial de peso.

Invista-se, faça-se, arrisque-se. É aqui que o Estado tem que actuar.

Mas faça-se algo mais que tirar rendimentos, porque tantas vezes vai o Gaspar à fonte, que ela morre de fome.


Peço desculpa pelo "testamento".Estranhamente foi calmante alinhavar ideias, mesmo que erradas.

E obrigado por nos ensinarem e esclarecerem algumas coisas, ou no site ou no ETv. Volta e meia fico por lá.

Vou fazer figura de urso na redacção, mas fez-me sentir bem, lol

(Este blog foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.)

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Zangam-se as comadres

http://desmond.imageshack.us/Himg696/scaled.php?server=696&filename=rtp2.jpg&res=landing

O deputado do CDS-PP, Raúl de Almeida, afirmou não compreender um possível fecho da RTP2, acreditando que as declarações de António Borges sobre uma eventual concessão a privados da RTP1 geraram um ruído desnecessário.
in Agência Financeira

Eles sabem, como nós sabemos, que o Relvas está a arranjar negociatas, mais umas, para ele, e não para o país.
Mais que a forma nojenta e displicente como isto foi comunicado, por um mero moço de recados sem importância alguma, é a forma como tudo isto foi cozinhado que irrita.

Aliás, como eu disse aqui, e não foi há muito tempo, a escolha da GFK para os relatórios audiométricos não foi ao acaso.

As falhas de medição, sempre para o canal 1 e 2, onde, relembro, um jogo da champions com o Benfica teve 20-vinte-20 minutos sem audiência (???), foram feitos com o intuito de minar a confiança dos anunciantes para que pudessem vender isto ao desbarato, sem que as pessoas se importassem muito.

Mas felizmente, apesar das redes sociais por vezes estarem entupidas de merda baratucha sem sentido, sempre vão passando algumas verdades que fazem acordar as gentes.

Fui contra o menor número de horas na RTP Açores e Madeira, porque são portuguesas, e sou contra a existência da RTP áfrica, que ninguém tocou, curiosamente, onde o Relvas tem imensos negócios, e me estou perfeitamente a cagar práquela merda porque não é português nem é para os portugueses.

Porque não acabam com aquilo em vez da 2, que costumo ver quando dá algo interessante?

É nestas aparentes incongruências comportamentais e decisórias que cada vez mais este (des)governo me enoja.

Se os outros eram maus, estes andam a meter tudo ao bolso antes que a teta seque.

Aliás, aumentarem-se em 81€ quando nos é pedido que nos governemos com cada vez mais migalhas, é algo que está para além da minha capacidade de entendimento.



(Este blog foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.)

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Era uma vez uma vaga.

Boas

Aqui à atrasado, muitas, muitas Luas atrás, havia umas séries de animação que eu adorava:

"Era uma vez o corpo Humano" e "Era uma vez o Espaço".

Desta feita, existe uma que não gosto.

"Era uma vez uma vaga"

http://img706.imageshack.us/img706/62/image002sds.jpg

Era uma vez, um esquema para arranjar uma cunha.

Alguém, que pela forma carinhosa e objectiva como é descrita, tratando pela primeira pessoa do singular, deve ter sido uma boa foda, ou então é mesmo uma excelente pessoa, precisava de um vínculo laboral.

Mas como no Estado existem regras, regras essas para garantir igualdade de tratamento de candidatos, supostamente, decidiu-se falsear a proposta pública para legitimar a vaga, já tendo a candidata sido escolhida de antemão, longe de olhares insuspeitos, crentes da justiça apreciativa dos seus currículos.

Isto é um caso onde um(a) idiota incompetente, mais um dos que pululam muitos serviços do funcionalismo público, pago por nós, teve um assomo de desatenção e deixou lá ficar, A CAPS LOCK PARA TODA A GENTE VER ALTO E BOM SOM, o final do esquema.

Pior, para mim, é que defendem a medida como legal.

Questionado pela Lusa sobre se houve favorecimento da trabalhadora, o delegado regional do IEFP, Carlos Baía, respondeu que «não», explicando que, por erro, o nome da pessoa indicada pela entidade empregadora para a função, ao abrigo do previsto na medida estímulo2012, passou para a Internet.

«Não, de forma nenhuma. A oferta de emprego tal qual como está caracterizada no [site] netemprego foi colocada ao abrigo da medida estímulo2012, que prevê que a empresa contratante possa indicar desde logo o trabalhador a contratar. Portanto é legítimo que a empresa o faça»


Ou seja, é apenas um pro-forma o sistema de concursos públicos, aos quais só vai ter acesso quem tiver boas cunhas. Esqueçamos o mérito, a competência, isso tudo.

Ninguém fiscaliza o processo de selecção, ninguém questiona a legalidade da escolha, ninguém se importa que se ignore o âmbito aplicativo das regras do concurso ou a lei que lhe deu origem.

Faz-se um concurso, falseia-se o resultado para legitimar uma escolha feita com antecedência, sabe-se lá se com ou sem mérito ou competência e assim se cria emprego na função pública, com cunhas gritantes e blowjobs for the girls.

Quantos mais casos há destes por este país, pergunto eu?

Quantos mais casos tenho eu que pagar do meu bolso?

Quem vai ser responsabilizado por falsear uma decisão e contornar a Lei desta forma?

Portugal continua a ser o paraíso de alguns filhos da puta que nos comem de cebolada. E o pior, é que pagamos o ordenado a uma boa parte deles!

De modos que, quando tiver que me aplicar a um posto público num concurso, espero realmente estar na parte das condições que diz "outros conhecimentos", como a foto do artigo demonstra.

O meu nome é Cunha. Tacho Cunha.

(Este blog foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.)

terça-feira, 1 de maio de 2012

Pingo doce, com um travo de civilização amargo.

Boas

E hoje, a cadeia de lojas pingo doce decidiu fazer uma promoção.
Muito barulho existe sobre o obrigar as pessoas a trabalhar. No entanto, todos os cafés por onde passei hoje estavam a trabalhar normalmente.

O comércio local queixa-se, no entanto os transportes para lá ir, já que agora ter um carro é um crime, mas ser roubado nos transportes pelo preço que cobram e por gatunagem vária é um incentivo à economia, estão a trabalhar normalmente, tal como hospitais, polícia, etc.

De modos que, mais uma vez, a cassete dos sindicatos é activada. Apenas concordo numa coisa, fazer feriados a 50% é um nojento!, mas o resto é igual.

Tenho sérias dúvidas quanto à legalidade desta promoção, no entanto.


Um feriado supostamente é quando as pessoas aproveitam para o lazer, circulando dinheiro, e se puderem aliar o útil ao agradável, melhor.

Sim, foram por causa das promoções, mas pelo menos circula dinheiro, que é coisa rara hoje em dia.

Não posso dizer que não concorde, mais ou menos com isto. No entanto, eu por mim não iria fazer compras hoje, com ou sem promoção. Apenas o meu pequeno-almoço no sitio habitual, café ao almoço com os papás e tá o dia feito, por uma questão de...integridade solidária com o dia e significado em questão.

Mas isto sou eu.

No entanto, nem tudo são rosas. E isso vi eu hoje quando onde eu morava, bandos de animais tiveram que ser dispersos à cacetada e com gás-pimenta porque infelizmente numa sociedade civilizada, estas minorias não se sabem dar ao respeito.

Desde cagarem os chão derrubando alimentos, a comer e beber lá dentro, tudo se passou. E ai de quem fizer reparos. Aliás, a minha mãe nem sequer lá entrou mais.


Esta "gente", ou melhor, animais, não pertencem a uma sociedade como a actual. Estão ainda no tempo de fazer fogo com paus.

Apenas não percebo porque têm as pessoas civilizadas ter que levar com esta trampa. E enquanto isso, alguns que legislam, estão sossegados a ver a merda que fizeram.




(Este blog foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.)

Edit - Nova foto



Edit 2




quarta-feira, 18 de abril de 2012

Governantes idiotas

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Indemnizações: Redução para sete a 13 dias em estudo

O ministro da Economia e do Emprego declarou esta quarta-feira que o estudo sobre indemnizações por cessação do contrato de trabalho elaborado pelo ministério que tutela é indicativo e vai ser levado à concertação social.

Em declarações aos jornalistas antes de ser ouvido na comissão parlamentar de Economia, Álvaro Santos Pereira disse que o estudo com a análise comparativa indica que a média das indemnizações por cessação do contrato de trabalho aponta para entre "sete e 13" dias na Zona Euro.

"Este estudo toma em conta algumas especificidades da economia portuguesa e diz que a média é entre sete e 13 [dias]. No entanto, esta é uma matéria que será alvo de concertação", afirmou, recordando que o memorando de entendimento assinado com a 'troika' refere que as compensações deverão baixar entre oito e 12 dias.

Já durante a audição, o ministro disse que o estudo é um documento indicativo, que terá de ser discutido em concertação social.

Em Portugal, entrou em vigor em Outubro uma nova lei que estipula indemnizações de 20 dias por cada ano de trabalho, com um limite máximo correspondente a 12 meses de salários e são esperadas novas alterações no âmbito do Memorando de Entendimento da 'Troika'.

Até então os portugueses tinham direito a 30 dias de salário por cada ano de trabalho em caso de cessação de contrato.

A UGT exige ao Governo políticas de emprego e João Proença fez uma ameaça muito dura ao Executivo, ameaçando rasgar o acordo de concertação social. Um facto que pode mudar a imagem externa de Portugal num momento em que todos assumem a incerteza de que o País possa regressar aos mercados de capitais em Setembro de 2013.

O acordo de concertação social tem sido usado como argumento tanto pelo Governo, como pelo Presidente da República, para diferenciar Portugal da Grécia no exterior.

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in CM

Portanto, se alguém lá fora que ganha mínimo 1400€, e não 480€ como cá, no período de 10 anos, teve mais condições de se precaver na vida.
Os dias que temos de indemnização são para compensar os baixos salários.

Querem-nos transformar nos chineses da Europa e qualquer dia temos que pagar para trabalhar para lhes pagar as mordomias!
Estamos a ser governados por tachistas corruptos, proxenetas sociais e imbecis!

(nenhuma pensão / sub-venção vitalícia de ex-deputados e ex-dirigentes foi molestada na elaboração deste insulto)



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terça-feira, 20 de março de 2012

Mais do mesmo - Greve geral que nada adianta




Viva a greve geral! (outra),
que de geral ela não tem nada.
Alguns sectores de transportes dominam,
o resto da gente faz porque obrigada.

De resto, e produzir?
Essa é uma palavra a esquecer.
A malta quer é muito descanso
e ao fim do mês receber.

Não me venham cá com merdas,
que só o Governo tá a roubar.
Trabalhem mais e falem menos,
pra isto ir mais ou menos ao lugar!

A greve é um direito de todos,
Mas para todos ela não é igual.
Alguns sectores ganham sempre com isso,
para os outros fica sempre tudo igual.

Estamos como estamos,
por via de muita hipocrisia.
Tão maus são os Governos,
como quem os trabalhadores guia!


No fundo quem sempre se fode,
é o trabalhador que faltar não pode.
É apenas um mero peão frugal,
num campo de batalha desigual.

Enquanto isso come-se e bebe-se,
à conta do erário nacional.
Fazem-se políticas fiscais customizadas
para que os amigos tenham as contas camufladas.

O pior é que nesta trampa,
não se pode confiar em ninguém.
Greves não levam a nenhum lado,
a irresponsabilidade também.

Está na altura de crescerem.
Alguém que abra o caralho dos olhos!
Somos um alvo a abater,
E isso tem que se perceber.

Temos uma economia endémica,
assente em bases de areia.
Retirar um dia de produção,
apenas ajuda a coisa a ficar mais feia.

Os sindicatos deveriam,
e isto na minha modesta opinião,
deixarem-se de merdas de tretas
e incentivarem a uma melhor produção.

Não é à toa que nos é (há anos) apontado,
o déficit de produtividade.
O que aqui se faz num dia,
na Alemanha fazem em metade.

Não é à toa que as melhores empresas,
quem mais exportam com resultados,
não têm lá destes cancros,
e os seus trabalhadores bem remunerados.

Veja-se o exemplo da Autoeuropa
e a sua Comissão de Trabalhadores.
Fazem acordos e concessões
em troca, aumentam exportações.

Ou as grandes empresas de informática,
que já são lideres internacionais.
Não precisam de sindicatos,
basta-lhes trabalharem melhor e mais.

E é nisto que se resume,
a base da economia sustentável.
Tem que haver boa gerência,
seguida com uma boa dose de inteligência.

Querem melhor exemplo de burrice,
neste grave cenário de crise,
que pedirem aumento (populista) de salário mínimo?!
Bom-senso no seu mais idiótico ínfimo!

Não estou com isto a defender,
sucessivos Governos incompetentes.
Que prestem contas num Tribunal,
se fizeram o seu dever mal.

Mas não vejo culpas só num lado,
quando os problemas são (há longos anos) partilhados.
Governos e sindicatos são todos iguais,
há sempre filhos e enteados.