Um bancário da dependência do Santander de Celeirós, freguesia de Braga, obrigou um cliente a sair do banco, atendendo-o na rua, justificando que o homem estava “mal vestido. Paulo Ribeiro, de 36 anos, conta ao JN que o gerente não lhe deu o livro de reclamações, exigindo que tomasse banho.
"Para os "cannibais" que proliferam por aí eu digo, "Sociedade sem preconceitos é sociedade sem escrúpulos."
(Louis Bonald)
Mais uma vez afirmo que não somos obrigados a aturar as porcarias e os desleixos dos outros. Aprendam a viver em sociedade"
Cannibal, ao seu serviço,
que ao seu desidério atendo.
Eu escrúpulos até que os tenho,
Inteligência sua, não se vai vendo.
Não tenho é nariz empinado,
e estou ao nível do meu Povo.
Mas para mandar bocas a imbecis,
cá estarei eu sempre de novo.
Um banco é por nós pago,
por nossos depósitos e receitas.
A nós nos devem bons cuidados,
e atender-nos nas devidas direitas.
Se você, imberbe criatura,
que não sabe o que é real trabalho,
ainda acha que o homem,
um banho deveria ter tomado,
para ir buscar o que é seu,
através de suor espalhado,
num lugar onde lhe é recusado,
um direito ao cliente lesado,
então cure-se dessa doença,
que se chama "parasitismo".
Porque nós, do Povo real,
chamamos-lhe pragmatismo.
Um serviço é um bem,
que está sujeito a um horário.
Por muito que alguns idiotas,
queiram que acontecesse o contrário.
É uma coisa esquisita,
esta dos direitos do cliente.
Mas antes de mandar bocas ao ar,
deveria estar disso ciente.
Mas para que gasto eu latim,
numa mente deveras enclausurada?
Basta ver como a sua "citação",
contra ela é tão bem virada.
«Sociedade sem preconceitos,
É uma sociedade sem escrúpulos.»
Mas sem escrúpulos, com preconceito,
foi essa tirada citada.
Um banho não é sinónimo,
ou belas roupas também,
de gentis doutas pessoas de bem.
Aliás, temos políticos,
e o Vale e Azevedo também,
que roubaram a bem roubar,
sem que a entrada no banco
alguém a fosse barrar.
Pelo contrário, é pior,
o tal nível de confiança,
que roubam a olhos vistos,
tal o nível de confiança.
Mas quem trabalha, caro(a) Partilhas,
esse não tem que enganar.
Quer aquilo que é dele,
e merdas como você, manda-as cagar!
(Este blog foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.)
Sem comentários:
Enviar um comentário