
Source: SPACE.com: All about our solar system, outer space and exploration


Universo líquido
Logo depois do Big Bang, nos primeiros instantes de sua existência, o Universo primordial não era apenas muito quente e denso, mas também tinha a consistência de um líquido.
Este é o primeiro resultado dos mini Big Bangs criados pelo LHC.
Os mini Big Bangs, reproduções em escala reduzida daquilo que deve ter acontecido quando nosso Universo foi criado, foram gerados quando íons de chumbo começaram a colidir depois de acelerados nos 27 km do anel do Grande Colisor de Hádrons.
Os experimentos com átomos de chumbo começaram no último dia 7 de Novembro.
A análise das primeiras colisões foi divulgada em dois artigos científicos divulgados preliminarmente, ainda não avaliados para publicação em periódicos revisados - embora os artigos sejam assinados por quase mil cientistas.
Plasma de quarks-glúons
O experimento ALICE, um dos quatro grandes detectores do LHC, desenvolvido especialmente para estudar os mini Big Bangs, detectou cerca de 18.000 partículas depois de cada colisão entre os íons de chumbo.
Os cálculos indicam que os choques estão gerando temperaturas de até 10 milhões de graus.
A essas temperaturas, os cientistas calculam que a matéria normal derreta-se em uma espécie de "sopa" primordial, conhecida como plasma de quarks-glúons.
Os primeiros resultados das colisões de chumbo já descartaram uma série de modelos da física teórica, inclusive aqueles que previam que o plasma de quarks-glúons criado nesses níveis de energia deveria se comportar como um gás.
Embora pesquisas anteriores, feitas no acelerador RHIC, nos Estados Unidos, em energias mais baixas, indicassem que as bolas de fogo produzidas em colisões de núcleos atômicos se comportassem como um líquido, muitos físicos ainda esperavam que o plasma de quarks-glúons se comportasse como um gás nas energias muito mais elevadas do LHC.
Mas não foi isso o que aconteceu. "Estes primeiros resultados parecem sugerir que o Universo teria-se comportado como um líquido super-quente imediatamente após o Big Bang," diz o Dr. David Evans, coordenador do experimento ALICE.
Viscosidade do plasma
Outros pesquisadores, contudo, sugerem maior cautela. Peter Jacobs, outro membro da equipe, afirma que é muito cedo para traduzir as medições em uma afirmação taxativa sobre a viscosidade do plasma de quarks-glúons formado nas colisões do LHC.
"Nossa medição do fluxo elíptico é final, mas serão necessárias muitas discussões com os teóricos antes que saibamos o que esses resultados significam em termos de viscosidade," diz Jacobs.

A equipe também descobriu que, nessas colisões frontais de núcleos atômicos, produz-se mais partículas sub-atômicas do que alguns modelos teóricos previam.
A bola de fogo resultante da colisão dura apenas um período muito curto de tempo, mas quando a "sopa" esfria, os pesquisadores são capazes de ver milhares de partículas saindo.
É o caminho dessas partículas que é visto nas imagens. Analisando esses "detritos", os cientistas tiram conclusões sobre o comportamento da própria sopa.
Detectores do LHC
Embora a referência seja sempre feita ao LHC, que é o acelerador como um todo, suas peças principais são os sensores que detectam os resultados dos impactos das partículas que colidem.
São quatro aparelhos: ALICE (A Large Ion Collider Experiment), LHCb (LHC Beauty), ATLAS (A Toroidal LHC Apparatus) e CMS (Compact Muon Solenoid).
Veja mais a respeito do funcionamento do LHC na reportagem Em busca da "Partícula de Deus".
_____________________________________Boas
Jovem! Já alguma vez imaginaste um qualquer objecto espacial aterrar neste ponto azul lindo que temos?
Não?
Eis a tua chance de poderes descobrir por ti o que pode acontecer, efeitos e diferenças balísticas e físicas envolvidas:
É impressionante. Escolham um objecto físico, alterem as propriedades e surpreendam-se com a devastação.
Uma coisa. Isto não é sci-fi. É mesmo muito a sério. E é preocupante que nenhum governo se preocupe com isto a sério.
Dinheiro fácil. Quem o não quer?
Mais, sabendo que esse dinheiro compra carros. Carros esses que serão adicionados à garagem do GT5. (embora não se saiba ainda exactamente em que moldes)
Ora, a melhor forma de se ganhar dinheiro, é fazer montes de voltas em Nurburbring Nordeschleiffe. Mas isso implica horas e horas, porque leva pelo menos 7 minutos para se fazer uma única volta.
Por outro lado, há uma hipótese melhor e muito menos trabalhosa que nos pode fazer voltar aos velhos tempos do "elástico" no GT3.
Assim, precisamos dos seguintes ingredientes:
22 voltas nesta pista equivalem-vos a 497.250 Cr usando pneus C3, ou mais se mudarem os pneus. A mim, não me apetece. [Edit - o melhor mesmo são 2 voltas apenas por 150.000Cr, repetir a gosto]
Maior numero de voltas também dá mais dinheiro.
Na partida, ponham o elástico a premir o R1 ao início, enfiar as 7 mudanças normalmente com o "X" e toca a correr.
Com esta configuração é fácil manter voltas na casa do +-1.34,4XX/5XX minutos, desde que sejam certinhos na trajectória.
A primeira coisa que vão notar, é que vão correr contra 3 Citroen GT.
A segunda coisa que vão notar, é que logo na partida ganharão um imenso avanço, logo seguido a verem os Citroen a aproximarem-se sem qualquer explicação para o caso, pois normalmente, o Veyron anda mais 30Km/h ou mais que os referidos Citroens.
Ora, 30 Km/h a mais, numa pista com aquele tamanho, deveria reflectir-se de forma drástica no avanço logo na primeira volta.
Mas, mesmo que façam a curva 2 a +-393Km/h, e os Citroen a 365Km/h, na recta da meta, o vosso avanço de apenas 0,6XXs incrivelmente passa para 0,2XXs.
Apesar dos tais mais de 30Km/h durante quilómetros.
Coisas giras que me aconteceram incluem 1.4XXs de avanço na curva 1, um Citroen GT miraculosamente apanhar o slipstream na recta para a curva 2 e acelerar até aos 418Km/h, sendo o avanço reduzido a meros 0,302s.
Mas eis aqui o desafio mais giro, que pessoalmente é o que mais gosto:
Ponham apenas 6 voltas como o vosso target.
Mesmo setup, com o elástico no R1.
Quando a corrida começar, não comecem. L1 como travão, o carro fica parado na linha.
Dêem 20s de avanço aos Citroens e anotem o rácio de segundos que ganham a cada contagem intermediária.
Quando à 2ª volta estiverem na frente, que vai acontecer na recta para a curva 2, continuem a anotar o rácio de segundos ganhos.
Nas repetições, vão querer anotar as velocidades máximas, vossas e do 2º carro, em pontos de referência que sejam fáceis de identificar.
A única dica que dou: encostem-se aos muros do lado esquerdo e não permitam slipstream. Mesmo que estejam com 1s de avanço.
É esta a verdadeira falsidade deste jogo francamente mau.
É esta falsidade óbvia que não quero no GT5, única razão para continuar a jogar isto.
Ora, isto veio a propósito dum artigo que li hoje, sobre as Leis da Física poderem variar mediante várias partes do Universo, algo que parece impossível. Mas, como em tantas outras coisas, cada vez mais se descobre a possibilidade do impossível ser mesmo possível:
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Uma equipe de astrofísicos está propondo uma teoria que muda radicalmente a forma como entendemos o Universo.
Em um artigo ainda não aceito para publicação em revistas científicas, o grupo afirma ter encontrado indícios de que as leis da física são diferentes em diferentes partes do Universo.
Constante alfa
O artigo propõe que uma das supostas constantes fundamentais da natureza talvez não seja assim tão constante.
Em vez disso, este "número mágico", conhecido como constante de estrutura fina - ou constante alfa - parece variar ao longo do Universo. A constante alfa mede a magnitude da força eletromagnética - em outras palavras, a intensidade das interações entre a luz e a matéria.
Há alguns anos, físicos propuseram que alfa poderia ter variado ao longo do tempo - numa escala de 12 bilhões de anos - mas agora os físicos propõem que ela varia ao longo do espaço.
Pelos dados obtidos pelos pesquisadores, a constante alfa não seria constante, mas variável, contrariando o princípio da equivalência de Einstein, que estabelece que as leis da física são as mesmas em qualquer lugar.
"As implicações para o nosso entendimento atual da ciência são profundas. Se as leis da física passam a ser apenas 'sub-leis locais', pode ser que, embora a nossa parte observável do Universo favorece a existência da vida e dos seres humanos, outras regiões mais distantes podem ter diferentes leis que se oponham à formação da vida, pelo menos tal como a conhecemos," especula ele.
Eixo magnético universal
As conclusões dos pesquisadores foram baseadas em medições realizadas com o Very Large Telescope (VLT), no Chile, e com os maiores telescópios ópticos do mundo, no Observatório Keck, no Havaí.
"Os telescópios Keck e VLT estão em hemisférios diferentes - eles olham para direções diferentes ao longo do Universo. Quando olhamos para o norte com o Keck, vemos em média um alfa menor nas galáxias distantes, mas quando olhamos para o sul com o VLT, vemos um alfa maior," explica o Dr. Julian King, coautor do trabalho.
A variação observada é muito pequena, não mais do que 1 parte em 100.000. "Mas é possível que variações muito maiores possam ocorrer fora do nosso horizonte observável", especula King.
"Depois de medir a constante alfa em cerca de 300 galáxias distantes, surgiu uma consistência: este número mágico, que nos dá a força do eletromagnetismo, não é o mesmo em todos os lugares, como ele é aqui na Terra, e parece variar continuamente ao longo de um eixo preferencial através do universo," explica o professor John Webb, da Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália.

Este talvez seja o elemento mais intrigante da proposta, o fato de a variação ter sido detectada como uma continuidade ao longo do espaço, o que daria uma espécie de "eixo preferencial" para o Universo - é como se houvesse um eixo magnético universal, atravessando todo o Universo observável, da mesma forma que há um eixo magnético de polo a polo da Terra.
De forma bastante interessante, esse eixo magnético universal coincide com medições anteriores que deram origem à teoria do chamado Fluxo Escuro, que indica que uma parte da matéria do nosso Universo estaria vazando por uma espécie de "ralo cósmico", sugada por alguma estrutura de um outro universo.
Variação das leis da física
Se os dados se confirmarem - e não tiverem outra explicação menos revolucionária - um achado como esse poderia obrigar os cientistas a repensarem totalmente sua compreensão das leis da Natureza.
"A constante de estrutura fina, e outras constantes fundamentais, são absolutamente centrais para a nossa teoria atual da física. Se elas realmente variam vamos precisar de uma teoria melhor, mais profunda," arrisca o Dr. Michael Murphy, coautor do trabalho.
A variação das leis da física, seja no espaço ou no tempo, sempre ocupou a mente dos cientistas. Pelas teorias atuais, uma pequena variação de alfa, por exemplo, significaria que as estrelas não produziriam carbono, a base da química que forma a vida na Terra.
É por isso que os cientistas afirmam que são as características "especiais" deste nosso ponto no Universo que criam as condições para a vida como a conhecemos, características estas que poderiam não existir em outros pontos. Uma afirmação de resto circular - poderia haver outros "pontos de equilíbrio", que dariam origem a formas de vida diferentes da nossa, algo como "se a vida não fosse assim, seria diferente" - descartada, obviamente, a hipótese da "não-vida".
"Embora uma 'constante variável' possa abalar a nossa compreensão do mundo que nos rodeia, afirmações extraordinárias exigem evidências extraordinárias. O que estamos descobrindo é extraordinário, não há dúvida sobre isso," diz Murphy.
Talvez. Mas tudo recomenda que se espere até que o artigo seja revisado por outros cientistas e aceito para publicação em uma revista conceituada. Resta saber, sobretudo, se os outros cientistas acharão que uma variação de 1 em 100.000 é assim tão extraordinária.
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A única diferença entre estas duas claras falhas nas constantes físicas é que o GT PSP irrita-me pela estupidez, o Universo fascina-me pelas suas constantes surpresas.

Sistema exoplanetário
Astrônomos do ESO (Observatório Europeu do Sul) descobriram um sistema planetário com, pelo menos, cinco planetas em órbita de uma estrela do tipo solar, HD 10180.
Os pesquisadores têm também fortes indícios da existência de mais dois planetas, sendo que um deles deverá ser o exoplaneta de menor massa encontrado até agora.
Isto torna este sistema planetário muito semelhante ao nosso próprio Sistema Solar em termos do número de planetas (sete planetas contra os nossos oito). Além disso, a equipe encontrou evidências de que as distâncias dos planetas até sua estrela seguem um padrão regular, como acontece no Sistema Solar.
"Esta descoberta extraordinária também enfatiza o fato de estarmos agora entrando em uma nova era da investigação de exoplanetas: o estudo de sistemas planetários complexos e não apenas de planetas individuais. Estudos dos movimentos planetários no novo sistema revelam interações gravitacionais complexas entre os planetas e nos dão informações sobre a evolução do sistema a longo prazo," diz Christophe Lovis, principal autor do artigo científico que apresenta os resultados.
Sistema planetário HD 10180
A equipe de astrônomos utilizou o espectrógrafo HARPS, montado no telescópio de 3,6 metros do ESO, em La Silla, no Chile, durante um período de seis anos, para estudar a estrela do tipo solar HD 10180.
A HD 10180 está situada a 127 anos-luz de distância da Terra, na constelação austral da Hidra. HARPS é um instrumento com grande precisão e de extrema estabilidade nas medições, sendo o descobridor de exoplanetas mais bem-sucedido do mundo, juntamente como satélite Corot.
Graças a 190 medições individuais obtidas pelo HARPS, os astrônomos detectaram os minúsculos movimentos da estrela, para a frente e para trás, causados pelas atrações gravitacionais complexas de cinco ou mais planetas.
Os cinco sinais mais fortes correspondem a planetas com massas do tipo de Netuno - entre 13 e 25 massas terrestres - que orbitam a estrela com períodos que vão dos 6 aos 600 dias. Estes planetas estão situados a uma distância da sua estrela central que corresponde a cerca de 0,06 a 1,4 vezes a distância Terra-Sol.
Menor exoplaneta rochoso
"Temos também boas razões para acreditar que mais dois planetas estejam presentes," diz Lovis. "Um será do tipo de Saturno (com uma massa mínima de 65 massas terrestres) com um período de 2.200 dias. O outro será o exoplaneta de menor massa descoberto até agora, com uma massa de cerca de 1,4 vezes a massa da Terra. Ele está muito próximo da estrela hospedeira, a apenas 2% da distância Terra-Sol. Um "ano" neste planeta durará somente 1,18 dias terrestres.
Utilizando o método das velocidades radiais, os astrônomos podem apenas estimar a massa mínima de um planeta, uma vez que esta massa depende igualmente da inclinação do plano orbital relativamente à linha de visão, que é desconhecida. De um ponto de vista estatístico, esta massa mínima é, no entanto, geralmente próxima da massa real do planeta.
"Este objeto gera uma oscilação na estrela de apenas 3 quilômetros por hora - mais lento do que uma pessoa andando a pé - e este movimento é bastante difícil de medir," diz o membro da equipe Damien Ségransan. Se confirmado, este objeto poderá ser outro exemplo de um planeta quente rochoso, semelhante a Corot-7b - veja Menor exoplaneta já descoberto é coberto por lava.

Diferenças do Sistema Solar
O sistema de planetas recém-descoberto em torno da estrela HD 10180 é único em diversos aspectos.
Primeiro que, com pelo menos cinco planetas do tipo de Netuno localizados numa distância equivalente à órbita de Marte, este sistema é mais povoado na sua região interior do que o nosso Sistema Solar, com mais planetas de grande massa nessa região.
Além disso, o sistema provavelmente não possui gigantes gasosos do tipo de Júpiter. Em média, os planetas na região interior do sistema de HD 10180 têm vinte vezes a massa da Terra, enquanto os planetas interiores do nosso Sistema Solar (Mercúrio, Vênus, Terra e Marte) têm uma massa média de meia massa terrestre.
Finalmente, todos os planetas parecem ter órbitas praticamente circulares.
Até agora, os astrônomos conhecem quinze sistemas com pelo menos três planetas. O último detentor do recorde foi 55 Câncer, que contém cinco planetas, dois dos quais gigantes. "Sistemas com planetas de pequena massa como os que se encontram em torno de HD 10180, parecem ser muito comuns, mas a sua história de formação permanece um mistério," diz Lovis.
Lei das órbitas
Utilizando a nova descoberta, juntamente com dados de outros sistemas exoplanetários, os astrônomos encontraram um equivalente da lei de Titius-Bode existente no nosso Sistema Solar: as distâncias dos planetas às suas estrelas parecem seguir um padrão regular. "O que pode ser uma assinatura do processo de formação destes sistemas planetários," diz o membro da equipe Michel Mayor.
A lei de Titius-Bode estabelece que a distância dos planetas até o Sol segue uma fórmula simples. Com relação aos planetas exteriores, prevê-se que cada planeta esteja aproximadamente duas vezes mais afastado do Sol do que o planeta imediatamente anterior. Esta lei empírica previu corretamente as órbitas de Ceres e Urano, mas falhou na previsão da órbita de Netuno.
Composição química das estrelas
Outro resultado importante obtido é a descoberta da existência de uma relação entre a massa de um sistema planetário e a massa e a composição química da estrela hospedeira.
Todos os sistemas planetários de grande massa são encontrados em torno de estrelas de grande massa e ricas em metais, enquanto os quatro sistemas de menor massa conhecidos foram encontrados em torno de estrelas de baixa massa e pobres em metais. Essas propriedades confirmam os modelos teóricos atuais.
De acordo com a definição utilizada em astronomia, "metais" são todos os elementos exceto o hidrogênio e o hélio. Tais metais, com exceção de alguns poucos elementos químicos leves menores, são criados pelas várias gerações de estrelas. Os planetas rochosos também são compostos de "metais".
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Like sprinklers hidden beneath the surface, a series of geysers — more than previously thought — are gushing water ice from fissures near the south pole of Saturn's icy moon Enceladus, new images reveal.
The newly released images from NASA's Cassini spacecraft show the geysers of Enceladus in stunning detail. The photos caught a bounty of previously unknown plumes alongside known ones, and show at least one gusher that's lost power since NASA's last look at the moon.
The new images were taken during Cassini's flyby on Nov. 21, 2009, and include the best 3-D look ever obtained of a "tiger stripe" — a fissure that sprays icy particles, water vapor and organic compounds. They also show regions of Enceladus that were not well-mapped in previous flybys, including a southern area with crudely circular tectonic patterns.
Both large and small plumes were seen spouting from these famed tigers stripes along Enceladus' south pole. In one mosaic, created by two high-resolution images captured by the narrow-angle camera, 30 individual jets can be seen. More than 20 of them had not been identified before.
By photographing the jets over time, Cassini scientists can study the consistency of their activity.
"This last flyby confirms what we suspected," said Carolyn Porco, Cassini's imaging team lead at the Space Science Institute in Boulder, Colo. "The vigor of individual jets can vary with time, and many jets, large and small, erupt all along the tiger stripes."
The scientists also combined the visible-light images with heat data to create a map of a 25-mile (40-km) segment of the longest stripe, known as Baghdad Sulcus. The map illustrates the link between the geologically youthful surface fractures and the anomalously warm temperatures that have been recorded in the south polar region.
In these measurements, peak temperatures along Baghdad Sulcus exceed minus 135 degrees Fahrenheit (minus 93 degrees Celsius), and may be higher than minus 100 degrees F (minus 73 degrees C). The temperatures, considered warm for Enceladus, probably result from heating of the fracture flanks by the warm, upwelling water vapor that propels the moon's ice-particle jets.
"The fractures are chilly by Earth standards, but they're a cozy oasis compared to the numbing 50 Kelvin (minus 370 Fahrenheit) of their surroundings," said John Spencer, a composite infrared spectrometer team member based at Southwest Research Institute also in Boulder. "The huge amount of heat pouring out of the tiger stripe fractures may be enough to melt the ice underground."
Some Cassini scientists infer that the warmer the temperatures are at the surface, the greater the likelihood that jets erupt from liquid.
The Nov. 21 flyby, which brought the spacecraft to within 1,000 miles (1,600 km) of the moon's surface, was the eighth targeted encounter with Enceladus. It's the last look at Enceladus' south polar surface before that region goes into 15 years of darkness, NASA officials said.
And now that the Cassini mission has been extended through 2017, with 11 Enceladus flybys slated for the extension period, there are plenty of chances to capture more images of this icy moon. The spacecraft launched in 1997 and has been orbiting Saturn since 2004.