Mostrar mensagens com a etiqueta vicío. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta vicío. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 11 de junho de 2013

A Sony PS4 esmigalhou a Microsoft Xbox None!

Boas

 Bom, não me vou demorar muito sobre specs, jogos, nem muito mais coisas do tipo sobre o que foi revelado na E3.

Da mesma forma não me vou alongar no suicídio que a Microsoft cometeu no dia anterior ao efectivar as suas políticas imbecis de restrição de direitos por parte dos gamers. A resposta será dada muito em breve.

Vou deixar aqui a conferência na íntegra. E os meus comentários por baixo.



Reacções a isto, cronologicamente retroespectivamente revendo o evento:

___________________________________________

«Bom, vamos lá a rir um bocado.

*click»

___________________________________________

«Gosto da parte em que se refere à Vita, que vai estar mais aberta à comunidade indie.

Paga-se mais que uma ps3, tem-se jogos que correm numa psp.

Que lol.

Isso e ver nas pics iniciais uma psp com o Go Explorer que estes fdp deixaram de manter qualquer tipo de suporte.

Fodam-se»

______________________________________________

«Oh, bolas. Lá estou eu a insistir nas verdades que ninguém quer ouvir.»

______________________________________________

«GT 6. Meh.»

______________________________________________

«A intervenção do Yoshida é um win imenso como instrumento comunicativo, IMO.»

______________________________________________

«Gosto da aposta nos indies. Aliás, é uma aposta com sentido, tal como já o era na ps3.
Comprava uma ps4 só por isto.»

______________________________________________

«1:24.40h

Oiço ecos de ossos esmigalhados da xbox none...»

______________________________________________

«1:45.43h - A Bomba Sonyca

Fatality.»

______________________________________________
 
http://www.fedsguild.com/Private/SonyMicrosoft.gif


http://24.media.tumblr.com/edc048d3210e4dedad93e077209a84ab/tumblr_mo7o1nludg1qzwtdlo1_500.gif 




http://imageshack.us/a/img834/5030/2ekki9v.jpg

http://i.minus.com/iNBWN3xpSLliX.gif

Pobre Xbox None...

http://i.qkme.me/3ou7dx.jpg

(Este blog foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.)

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Não importa quantas vezes jogue isto...

...acabo sempre por verter uma lágrima algures...

http://img854.imageshack.us/img854/2531/loldk.gif

Dagger:
"Why did you come with me?"

Zidane:
"Hey, that's Ipsen's line."

Dagger: "Ipsen? Who's that?"

Zidane:
"Ipsen is a character from a play, but he's a real-life adventurer. I think the play is based on his adventures.

It kind of goes like this... Ipsen and his good friend Colin worked at a tavern in Treno.

One day Ipsen got a letter. The letter was so wet from rain that most of the writing was illegible.

The only part he could read said 'Come back home.'

Nowadays, we have airships and stuff, but back then, it was really hard to travel.
He didn't know why he had to go back, but he got some time off, gathered his things, and set out on his journey home.

He walked a thousand leagues through the Mist.

Sometimes he was attacked by vicious monsters, but he made it, because his friend Colin was by his side.

And then, after much time on the road...he had to ask Colin something:

'-Why did you come with me?'"

Dagger:
"And? What was Colin's answer?"

Zidane:
"'Only because I wanted to go with you.'"

http://img844.imageshack.us/img844/4821/tumblrlpmr6kauyg1qkr3qn.gif

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Lollipop Chainsaw

Boas

Tava aborrecido. Precisava de algo muito estúpido pra me divertir. Found it.



Não tarda tá aqui na ps3 do menino.

Edit - Algum cosplay para deleite visual

http://nerdbastards.com/wp-content/uploads/2012/01/lollipop-chainsaw-cosplay-1.jpg
http://img.gawkerassets.com/img/17iyzh0axp9msjpg/original.jpg


Hmmmmmm... b (. Y .) bs...


(Este blog foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.)

domingo, 6 de maio de 2012

Peugeot 908 HDI FAP - 24h Nürburgring no GT5, noite






The Nürburgring type V.






Night time, lap 60, 8:17ish hour of 24. Gran Turismo 5

No, it's not my PSP's camera fault that one can not see a bloddy thing. It is just like this for real!

Fucking awesome! One mistake, you're out. One hesitation, you're out. A slight miscalculation overlapping, you're out. If you don't know every single corner, you're so out. Babe texts when exiting the pits, almost got out! xD (yes, the Final Fantasy VII victory music is my text music)

I love Nurburbring!

(the reason why I don't have any laptimes, speedo and stuff is because I get momentarily distracted with something and crash out.

p.s. - High beams suck big time! They are good for nothing 99,9999% of the time. What's the fucking point in that Poliphony Digital?! )

(Este blog foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.)

domingo, 22 de abril de 2012

Boas
Antes de começar, ESTE NOVO LOOK DO BLOGGER É UMA MERDA!

 E finalmente, tá feito. Ao todo completei as 24h, mais uns pózinhos, em Le Mans.


Apesar de ter feito isto numa semana, foi absolutamente intenso fazer esta prova, especialmente tendo em conta que pelo menos 18/19h foram feitas com chuva a 100%, tal como me tinha acontecido nos 1000Km de Suzuka.

Comecei a corrida em modo "sprint", onde apostei numa combinação macios/médios, dando bons tempos, mas depois de ver que não conseguia fazer mais que 2/3 voltas de jeito, comecei a usar duros/duros, que me permitia fazer 6/7 voltas, e em cada pit, a meter cerca de 55/60Lt de combustível, porque era mais ou menos ela por ela com o consumo dos pneus.

Até à quantidade de chuva ser de 65%, os slicks trabalhavam mais ou menos, mas aos 70%, intermédios tornaram-se obrigatórios. Aos 97%, pneus de chuva mesmo, e foram até ao fim.
Em modo FEM (fuel economy mode), conseguia tirar cerca de 12 voltas deles, mais 3 ou 4 que os outros carros, e acabou por ser uma boa táctica para ganhar vantagem.
Adorei ter feito isto, e para as 24H de Nurburbring, já tenho um novo carro:


                                                         Peugeout hDI 908 FAP

Pelo menos este é Premium e se chover, tenho limpa pára-brisas e melhor iluminação.

Fica então aqui o "filme" das várias fases até ao vídeo das últimas 3 voltas que felizmente deu para mostrar bem as dificuldades que na vida real devem ser para estes pilotos.

Muito, mas muito respeito por estes pilotos.


 

(Este blog foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.)

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Shift 2: Como melhorar a jogabilidade...mais ou menos

Boas

Bem-vindos a uma história de vida, onde a tragédia se encontra com o drama, enleados num romance de amor proibido...
Tenho quase-boas e más notícias sobre este jogo, e esta é a minha história sobre como a tentei ultrapassar.

Como é sabido, se não sabem, tivessem lido, se leram, já sabem, acho que em muitos aspectos este jogo ganha de goleada ao GT5 excepto numa pequena coisa:

A jogabilidade.

Jogar Shift2 para mim é igual a isto:

Não existe controlo algum. E o que há, é aleatório.

Tropecei naquilo que pode ser uma boa ajuda quando por acaso comprei um Radical apenas para estudar as paredes dos circuitos mais depressa.

Uma das coisas que notei foi que parte do problema está no "on-off" da direcção, o que quer dizer que existe uma super-sensibilidade incompreensível num jogo de condução que se quer progressivo na direcção, e onde uma pequena correcção se torna num full-lock do volante.

Isto vi eu quando a testar, meti na vista superior do carro (sem capot...tinha-se perdido) e reparei que as rodas passavam de direito a full lock sem intermédio.

Não liguei muito, mas achei estranho.
Fui ao tune do Radical, porque estava aborrecido, e comecei a brincar com as coisas. Esvaziei os pneus, porque realmente os valores pareciam elevados, e meti o chassis mais duro.

Meti o LSD a disparar para menos tração a seguir às curvas também.

Para meu espanto, o comportamento mudou para melhor. Não era mais o "cavalo hiper-mega-ultra-super-selvagem" que era, mas já fazia uma coisa:

Curvava! Ele curvava!!! Fazia c-u-r-v-a-s!!!!!
Às vezes...

Decidi então explorar melhor as opções (note-se que tenho a versão digital e não me dei ao trabalho de ver manual algum) para ver se havia hipótese de calibrar melhor o SixAxis/Dualshock2 em relação à sensibilidade de viragem.

Acontece que achei isto escondido em Options > Gameplay > Adjust Controls > Advanced



(eu sei, a foto tá péssima, mas não me apeteceu andar a mexer na câmara)

O que aconselho é a diminuirem drasticamente o Steering Deadzone e o Steering Sensibility.
Valores de >4 e >11 respectivamente, parece que resultam bem, embora ainda não bem pra mim.

Eu tenho tudo a zeros, mas aqui é que entra o busilis da questão, tudo depende do nosso estilo de condução, pelo que vão ter que arranjar umas horas para verem o que resulta melhor para vós.

Isto causa um maior "lag" na direcção, o que é bom.
Aliás, piorar a condução ajuda a melhorar a condução.

Yah, sei o que estão a pensar.



Relax. Existe lógica nesta ilógica.

No entanto só isto não chega, e chegamos às más notícias.


Só funciona mais ou menos nos carros comprados/ganhos e com pelo menos um nível 2 de suspensão, aconselhando eu o nível 3.

Não adianta quase nada nos loaners, porque nem podemos decrescer a pressão dos pneus, e continuamos a fazer excursões ocasionais à relva.

Assim, para um carro comprado a zero km, há que fazer:



  • - Comprar o nível 2 / 3 da suspensão
  • - Esvaziar a pressão dos pneus, e isto é critico. Por defeito aquilo está altíssimo, e menos de metade chega perfeitamente. Se estiver por defeito em 50, metam 22 ou 21. Ou então baixem até verem o que vos satifaz melhor.

  • - Usar Toe-out para tornar menos violentas as reações ao acelerar, camber negativo à frente, mais positivo atrás, fazer o LSD não disparar de forma forte a seguir às curvas, usar caster positivo num valor mais alto, endurecer as suspensões, com o cuidado dos fast bumps serem pelo menos um ponto menores que os slow bumps. Importante também, usem o menor steering lock possível.

  • As Sway Bars dever ser bastante enrijecidas também.

  • - Se tiverem apoio aerodinâmico, invistam mais no Corner em detrimento do Speed, pelo menos nas pistas mais curtas. É uma questao de avaliar a pista em que estão.

    Portanto, agora a malta pensa que tá tudo bem como no GT 5, onde uma afinação dá pra quase tudo, certo?

    Pah, não. E dou o exemplo do meu Lotus Elise. Tava muito bom em Suzuka East, altamente em Nurburbring e cheguei ao short sprint de Miami e nem passo da primeira curva porque, como steering lock estava a 6, aquilo não faz a primeira curva!

    Ou seja, usem a fantástica função de gravar para cada pista o setting que melhor se ajustar à pista em questão.

    Não tenham pressa de avançar. Se vão fazer uma prova, vejam a pista onde vão correr, peguem no carro, entrem no tune > create/load > test e percam tempo a melhorar tempos e condução.

    Mantenham a afinação base com que se sintam mais confortáveis, mas refinem-na onde seja necessário.

    Este jogo vai exigir muitas horas nos testes, e vai exigir que se experimente, experimente e volte a experimentar até termos um compromisso entre carro na pista durante algum tempo/carro na relva às vezes.

    No entanto, quando conseguirem fazer aquela prova que estava atravessada, a recompensa é recompensadora. Duas vezes.

    Ah, e memorizem as pistas. É algo que também vou ver se faço. Ajuda bastante.

    terça-feira, 10 de abril de 2012

    24 Horas de Le Mans

    Boas

    Não, não são bem as reais de França. Mas sim as reais cá da minha terra.

    Vou finalmente fazer isto de fio a pavio. Tentei no GT4, mas o resultado do meu piloto B-Spec à noite dava-me sempre cabo do que fazia durante o dia, pelo que acabava por desistir.

    Agora que se pode gravar, faço, porque nunca escondi que o que sempre me atraiu mais no GT eram as corridas de endurance.
    É preciso muito mais concentração, e é incrivelmente mais difícil de a manter, porque a mente vagueiua, vagueia e uma pequena distracção, estamos fora.

    Se em Tsukuba escolhi o Catheram, para esta escolhi o, como tinha dito antes, ou não:

    Toyota GT-One TS020 '99



    Antes de me fazer à estrada, perdi mais ou menos 2h a testar vários settings. E achei um que me permite rapidez, conforto e manobrabilidade excelentes, para além dum bom consumo e gestão de pneus.

    Estarei a fazer cerca de 6 voltas com pneus médios/duros, um consumo médio de 50 a 55L, algo que não posso saber ao certo porque estupidamente não tenho acesso a telemetrias. E dava jeito aqui.
    Mas estes números têm evitado que fique sem pneus completamente ou sem gasolina, o que é bom, desde que eu não me distraia.

    Os tempos rondam os 3.23 ou 3.25, mais ou menos, com a melhor volta nos 3.21 altos.

    Seduziu-me a ideia de ver escurecer o dia e embrenhar-me na noite a 380Km/h em Le Mans, que eu adoro.
    Estou sempre colado nesses dias mágicos ou à TV ou no PC, incluindo a ver telemetrias em directo.

    Bom, conduzir à noite ali é um desatino. Por muito memorizados que estejam os pontos de travagem/viragem, é muito difícil manter uma constância como de dia.
    Demorei pelo menos uma das horas nocturnas até me adaptar, a fazer uns horripilantes 3.34/3.35.

    Simplesmente terrível, e com a desvantagem parva de estar a correr com um carro Standard, onde os faróis médios/máximos não funcionam como eu quero, mas sim como o jogo quer.

    Ridículo PD. E nem sinais de luzes posso fazer, porque isso é apenas exclusivo dos Premium.

    Estúpidos do crl.

    Se correrem com a vista do carro, como eu, a sensação de claustrofobia é enorme, ampliada pela patética iluminação que consegue tornar visível a 300m os placares do GT 5, mas que não iluminam a estrada a meros 10m à frente do carro, a 380km/h.

    Eu vejo onboard cameras nas corridas de Le Mans e vê-se bem melhor!

    Mas pronto, mesmo assim tou happy.

    Mesmo que as bancadas estejam vazias, conferindo uma tristeza enorme a esta festa.



    Mas esta é a real razão pela qual estou a jogar., Torna-se emocionante!



    Sim, podem-me e vir com a Fórmula Um, com Nascar, Indy, os GT's, tudo. Mas quem me tira as endurances, tira-me tudo.

    Como escrevi, é um desafio enorme manter a mesma concentração, rolar os mesmos trilhos, horas e horas a fio.

    Muito respeito para com estes pilotos. Mesmo muito, porque não é pra qualquer um.

    terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

    Terá Alma uma história interminável?

    Boas

    Todos nós, meninos e meninas, temos gostos diferentes no tipo de jogos.

    Ora gostamos de RPG's, FPS's, plataformas, beat-em-ups, uma mescla de todos, enfim, há sempre algo que nos faz um "clik" cá bem fundo.

    Existe para mim um jogo, minto, dois, pronto, pronto, três, ok, quatro, que, acima de todos, que me marcaram ao ponto de os ter jogado incontáveis vezes apenas pelo prazer insofismável de me provocarem sempre, mas sempre o mesmo sorriso de prazer intenso de os jogar.

    E eles são:

    https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgIHmAXxqtRUemq-WC2Q7kzptH51BYTjiOlrnppb3SG98zxG0rztSrokPHZc5HptYRrXxP6XobDAsxZVVSsmBXCxRUAem-vTWwpZuPKiaYBlzDXMXklHKroIMR4xYWnDSmm2QQZWQNYo0Q/s1600/Streets-Of-Rage-Megadrive-EUR.jpg


    http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQHVLwPTlgOkZemOs9qhY9lvi0zyLhaxFmRUvL-y7UJz9ynHnB6Xyfkqs8B8Q

    http://www.videogamesblogger.com/wp-content/uploads/2009/12/wing-commander-iv-ps1-box.jpg

    http://downloadgamesgratis.net/wp-content/uploads/2011/05/052436e2r_solid_pal.jpg

    Sim, eu sei que cheira e tresanda a bolor, mas estes títulos, todos eles, foram para mim um marco. Porque me apaixonei por eles por serem únicos, no seu estilo, no seu visual.

    No "Streets of Rage", ainda hoje não há nada que iguale pegar num tubo e partir os gajos de cabelo espetado, o gordo e as gajas de chicote.

    No "Final Fantasy IX", ainda hoje não há nada, mas absolutamente nada, que me retire a emoção que senti ao ver o Vivi pela primeira vez e a emoção que me deu quando ele descobre na realidade de onde veio.

    No "Wing Commander IV" porque o elenco é de luxo e o guião é digno dum grande Sci-Fi de Hollywood!!! Colonel Christopher 'Maverick' Blair
    (Mark Hamill
    ), Todd 'Maniac' Marshall
    (Tom Wilson
    ) e Admiral Geoffrey Tolwyn
    (Malcolm McDowell
    )!

    Ver desenrolar aquela trama impecavelmente bem realizada ao longo destes 4 belos CD's, naquela pequena máquina limitada, e fazer todos os seus finais foi absolutamente épico e glorioso! Um autêntico filme que me deu horas de prazer.

    E finalmente, "Metal Gear Solid". Não descansei enquanto não salvei o Otacon e a Meryl! Tinha que conseguir aguentar a cena de tortura! Parti 4859 dedos a carregar o 0, mas consegui! Salvei o dia!


    O facto é que, para mim, todos estes jogos acabaram aqui. Têm tanta riqueza, tanto empenho, que são únicos e inimitáveis. Têm Alma. Carisma. Intemporais.
    Deviam ter ficado ali. Como Marylin Monroe, sempre jovem e eterna, sem envelhecer como a Sophia Loren ou a Brigitte Bardot hoje em dia.

    Preservados num tempo que não passa.

    Infelizmente, hoje em dia, raros são os títulos que não são únicos. O Tomb Raider é um exemplo da exploração dum filão incessante que secou, a partir de certa altura. Não se devem lançar jogos ano a ano. Deve-se criar expectativas, saudades, vontade de jogar após algum tempo, IMO.

    E pior que isso, alguns passaram a ser repetições de si mesmos, com uma ou outra alteração. Eu tenho montes de beat-em-ups para a Megadrive e nenhum para a PSX. Simplesmente enjoei de coisas mais ou menos iguais.

    Acontece que um dado novo começou a instalar-se na indústria de jogos.

    Nunca compreendi, a partir de certa altura, lançamentos anuais de jogos de futebol como PES ou os FIFA. Lembro-me que ainda nem todo o meu PES 5 tinha acabado totalmente, nos seus múltiplos modos de jogo e campeonatos, já havia um PES 6, com a mesma mecânica, visuais um pouco mais refinados e até com os nomes reais, mas na essência, o mesmo jogo.

    Que raio, gosto de jogar um jogo, saboreá-lo e apreciá-lo com tempo, não de me empanturrar feito gordo badocha a devorar uma prateleira de éclairs e pasteis de nata numa qualquer pastelaria!

    E muitas vezes, nem se vê diferença entre os bolos.

    Olho para estes CoD's e MW's e a mecânica é a mesma, um ecrã, uma arma dum lado para o outro, nem há preocupações em animar como deve ser a personagem, e o sumo da história, o guião, a ser abandonado a favor dum consumismo imediatista do multiplayer.

    Deu-me gozo jogar o K2 porque havia uma história por trás, mas que caramba, este jogo tem um carisma impressionante!, e estas coisas de FPS's a mim nem me assistem.
    E sim, o Medal of Honor Frontline foi algo que adorei jogar, mas chega a um ponto que já há tanta coisa igual, que me saturou, tal como antes os beat-em-ups.

    Da mesma forma, o God of War tem 3 dos melhores títulos de sempre em 2 plataformas Sony, com uma prequela deveras impressionante na PSP. É o guião, mais que tudo, e a beleza da mitologia grega, que nos mantém agarrados a fazer button mashing como se não houvesse amanhã.

    No entanto, até já esta franchise, como pomposamente começaram a chamar, começa a ser demais. O "Ghost of Sparta" já está a mais, e todos nós sabemos que o GoW4 seria uma realidade depois daquele final.

    Houve o "inFamous", original, mas apressaram-se a fazer um 2.0 quase logo a seguir, o "Uncharted", com os seus descendentes a uma taxa de lançamento quase pegado, vamos ter o Prototype 2, The Darkness 2 e por aí agora, todos com pequenas mudanças no visual, mas começa a saturar o que realmente faz um jogo. A história, a sua razão de ser.

    Porquê?

    Porque esgotam o filão das boas ideias? Porque não deixam esses jogos descansarem mais tempo? 3/ 4 anos entre eles. Não digo os 10 anos do Duke Nukem, que isso foi ridículo!, mas porque mandam tudo ao mesmo tempo, com pouco espaço entre eles, saturando o mercado com ideias já vistas, onde as novidades se resumem a alterações que muitas vezes até podem ser feitas no jogo original via um DLC?

    Afinal, o motor gráfico é 99% das vezes, o mesmo!

    Mas é isso e as modas.

    Temos o exemplo do GoW3, Dante's Inferno e Darksiders, tudo lançado num espaço de menos de 6 meses. Tudo num mesmo filão.
    Temos o FF XII, Valkyria Chronicles e o White Knight Chronicles também num mesmo tempo espectral de lançamento.
    Agora, CoD4, BF 3 e MW3, seguidinho.

    Porquê? Torno a perguntar.

    Porque é bom para a carteira deles, dirão vós. Mas este confronto de editoras com produtos semelhantes só me satura.

    Sou um "romântico" ingénuo em muitas coisas, admito-o. E sem problemas.
    Custa-me pagar por coisas que nada mais são que cópias.

    Talvez seja por isso que os mais atentos tenham reparado que as minhas escolhas acima são jogos antigos. É que mesmo os que tiveram direito a sequelas, com tempo de descanso entre eles para não enjoar, foram, no mínimo, escritos de novo.

    "Tudo o que tem um Princípio, tem um Fim."



    É quando terminam de vez que se tornam especiais.

    Grande parte dos jogos intermináveis actuais de "copy/paste" são coisa que a mim não me assiste!



    (Este texto foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.)

    domingo, 16 de outubro de 2011

    Shift 2 Unleashed - Primeiras impressões

    Boas

    Yaaaaaaaaaaaaaay, não é pra dizer mal do GT 5, yaaaaaaaaaaaay! :P

    Pois. Hoje tou generoso.

    Estou a falar dum jogo que comprei pela PS Store e que, mais ou menos, tem o que eu queria que o GT 5 fosse. E como gosto sempre de julgar um jogo pela primeira impressão que me provoca, porque há muitos a fazer resumos e isso é retirar o entusiasmo, fica aqui o que vou já pensando deste título da EA.

    http://cdn.www.needforspeed.com/shift2unleashed/photo/full/79589/ps3/shift2pic_79589.jpg

    Need for Speed Shift 2 Unleashed

    Não é o melhor jogo do Mundo, não será também o pior, mas o facto é que faz o que quero, que é divertir-me.

    Nos primeiros momentos de jogo, limitei-me a conhecer a forma de jogar, escolhendo pistas que conheço de ginjeira. Nomeadamente Suzuka, Nurburbring ou Monza.

    A primeira impressão das pistas em si não podia ser melhor, porque apesar de menos polidas, são muito mais realistas que as figuradas no GT 5. A paleta de cores, os pormenores, como folhas secas no chão, marcas de embates em correctores, até o público não ser copy/paste estúpido (como nos challenges de rally do GT 5!), toda a aura de corrida pura, com GAJAS BOAS E DE BIKINIS REDUZIDOS!!!!!!!!!!!!!! na grelha de partida, dão a imediata noção do ambiente que é suposto ser.

    http://desmond.imageshack.us/Himg205/scaled.php?server=205&filename=shiftexe10.jpg&res=medium

    (nota - isto é do Shift I, tenho que tirar uma pic nova. Nota mental. E sim, isto é um mod especial pra PC, mas quero lá saber. It rocks!!!)

    Corrida, adrenalina, vitória.

    Gajas. E mais gajas.

    Essa primeira impressão vale pelo que este jogo menos vale, que é a física.

    No GT 5 nós podemos manter uma curva de gradiente constante, ao mesmo tempo que controlamos a aceleração sem que hajam alterações repentinas, tudo muito previsível e sob controlo, porque é o que temos na mente que acontece.

    Aliás, o medidor de pressão de aceleração e travagem são duas ferramentas que aqui me fazem uma enorme falta, por estar tão habituado a elas. Mas no lado positivo, não existe o completamente inútil medidor de forças G introduzido aquando do GT 4.

    E os mostradores não são iguais, mas sim uma réplica dos originais. E com um efeito de espécie de espelho que é absolutamente original e interessante, uma vez que até podemos retirar o retrovisor e mesmo assim ter a noção de quem está imediatamente atrás.

    Mas, no fundo, jogar Shift 2 assemelha-se a conduzir um carro a alta velocidade com direcção assistida extremamente leve, como por exemplo, a função "City" do Fiat Panda, onde não existe qualquer "ligação" entre o mover o comando e o que acontece em pista.

    Isso, pra mim, é muito frustrante, uma vez que gosto de trajectórias absolutamente limpas onde sei onde quero meter o carro, com o minimo de travagem e o máximo de velocidade, mas aqui, devido a este problema de progressividade, mesmo que mantenha o analógico absolutamente imaculado, as rodas acabam por sobrevirar inexplicavelmente.

    Se já jogaram Sega GT com o comando da Dreamcast, usando o D-Pad, porque o analógico na posição que está é estúpido, sabem exactamente do que falo. Neste belíssimo jogo ainda hoje, essa jogabilidade incoerente fazia, apesar da maior capacidade de processamento da Dreamcast, o GT 2 para a PSX imensamente melhor.

    Em relação a colisões e efeitos visuais, acho o jogo spot on. Um toque maldoso pode acabar com a corrida. Ponto final. Não há contemplações. E é assim que deve ser.

    Lembro-me duma corrida com um Elise em que levei um toque por trás, a roda traseira esquerda enterrou-se na gravilha e dei um valente pião.

    E estarão vós, ó mui nobre público leitor, a pensar, "-Sim, e depois? Isso todos fazem."

    Pois, mas o meu pião foi mais dum metro no ar, uma vez que foi no eixo vertical, como tantas vezes acontece na curva 1 de Brands Hatch. Quem é apreciador e conhecedor dessa pista sabe que não poderia estar mais real.

    Como já disse, as pistas estão, para mim, mais realistas e com mais detalhes que no GT 5. Dei por mim a despistar-me de forma parva porque estava com mais atenção ao que se passava lá fora que a conduzir.

    Pelo que vi, as pistas originais, e ainda vi poucas, são também elas ricamente detalhadas e interessantes. Por opção, nunca tenho as linhas ideais em que jogo for, porque acho isso gayzolas.

    Logo, quando o jogo nos diz que, apesar da má jogabilidade, temos 70 ou 80% das linhas ideais, com 4/6 curvas feitas como deve ser, dá uma satisfação interior de surpresa agradável.

    E há coisas bem feitas. Compararmos in loco com o nosso pessoal tempos e feitos é giro. Acho o Autolog interessante, partilhar fotos, replays e especialmente poder mandar 10s de corrida para o Youtube imensamente divertido.









    Sim, só 10s. Mas pelo menos dá para vermos as nossas criações em plena acção. O que é totalmente diferente de estarem paradas num estúdio profissional, ali, iguais a tantas outras criações de outros gajos, com mais ou menos spoilers ou jantes, apenas.

    Eu gosto de pegar nisto, o meu primeiro carro, um Chevy Cobal SS desinteressante, monótono, banal:

    http://img641.imageshack.us/img641/3955/30585815516780495371762.jpg

    e após algum trabalho, transformá-lo nisto:

    http://img594.imageshack.us/img594/8300/30304415516785695501762.jpg

    E não precisei de correr 10h de forma frustrante para ter dinheiro. Não. Aqui, já tinha algum tuning mecânico também, após menos de 2h de corrida.

    Com EXP e dinheiro suficiente, posso transformá-lo num carro oficial. Como no primeiro GT. É como pegar num bebé, criá-lo, alimentá-lo, cuidar dele e vê-lo crescer. E correr com ele como carro oficial, não andar a comprar carros oficiais para se ganhar.

    Sobre os carros existentes, não me posso alongar muito, uma vez que, como já disse nem 3h tenho disto. Mas o que há, é muito mais recompensador que 30 modelos de Skylines, 10 de Rx-7's e afins. E muito mais loucos, diga-se.

    Tenho um Elise e um RX-8 que já ganhei e estão absolutamente divinais.

    São carros GT europeus variados, com algumas coisas giras fora da Europa, não JTCC iguais com pequenas coisas fora do Japão.

    As provas iniciais dão uma abordagem ao que podemos esperar. Este é um jogo que é de extremos. Ou se ama, ou odeia.

    Ao mínimo erro, ele pune-vos. Um décimo de desconcentração quer dizer a perca de controlo e lá se vai o primeiro lugar. Mas ganhar com a AI capaz logo nos calcanhares, é recompensador.

    Isto apesar das minhas críticas à jogabilidade, que é mesmo o ponto que mais me irrita aqui.

    Apesar de tudo, por 29€ na Ps Store, é um título obrigatório para quem gosta de jogos de corridas por um preço mais que justo para horas intermináveis de personalização, partilha e divertimento.

    Porque é o que quero mesmo. Ser divertido, estar divertido e curtir a velocidade na segurança do meu sofá.

    domingo, 4 de setembro de 2011

    A Space Shooter for 2 Bucks

    Boas



    Este tem sido o meu mais recente vicio e a quantidade de gargalhadas que dei mais que compensa os "2 Bucks" que dei por este singelo e simples shooter.

    "Shoot aliens first, second and then shoot them again!" é a receita do nosso comandante P. Jefferson, para quem um bom alien, é um alien morto.

    Claro que existiriam (e existem) psicólogos e idiotas avulsos a "verem aqui racismo" caso isto fosse um jogo famoso, essas "attention whores" que são isso mesmo, umas putas parvas desejosas de atenção e promoção à custa dos outros.

    A introdução ao jogo revela que é um joguito que é totalmente despretensioso. Não se leva a sério.
    Não conto o início para não spoilar, mas deveriam comprar e ver. Nem que seja só por isso.

    É um entertainer puro, não tem ambições a gráficos "state of the art". Aliás, e tendo acabado a primeira parte enquanto escrevo (constituída por 8 missões iniciais que depois dão acesso a mais outras tantas), a dificuldade aumenta pelo aumento de inimigos e o seu frenesim, sendo que os bosses finais pouco diferem entre si, tal como os aliens (dei por mim a lembrar-me do R-Type nalguns, mas este é um scroll vertical).

    Como shooter não traz nada de novo. À medida que se avança no jogo e se agregam "remnants", podemos ir fazer update ao nosso veículo de justiça mediante o valor pretendido para uma arma ou seja o que for.

    O que brilha aqui, de forma brilhante (redundância de significado para abrilhantar o importante), são os diálogos e a narrativa.

    É impossível não ficar cativado por este convencido bully desde pcanino, como nos mostra a introdução do jogo.

    Todos os textos são hilariantes. As trocas de falas, os innuendos, a idiotice pegada deste bully que não consegue perceber uma indirecta da Jenny, a moça que nos vende os updates.

    Os bosses de final depois de vencidos...céus, que ror de gargalhadas! xD

    No entanto, nem tudo são rosas. E ainda bem. Vale a pena investir em fazer grinding numa das missões onde nos sintamos confortáveis, porque à medida que as dificuldades aumentam, o nosso pequeno ecrã se torna cada vez mais claustrofóbico, tal o volume de acontecimentos a acontecer, portanto é conveniente ter mais firepower.

    Muito!

    Hordas de aliens e meteoritos, fogo cruzado, auto-aiming missiles, tudo faz parte deste pequeno e frenético jogo.

    Existe ainda o modo "Survival" que é isso mesmo, aguentar até onde der, que não só é uma boa forma de obter remnants, como fica significativamente mais simplificado se tivermos alguns updates na nossa nave, cujo nome me escapa neste momento.

    [Edit] - Agora que estou "mais forte" no jogo, é mesmo a melhor opção de fazer grind, uma vez que as missões desbloqueadas após a 1ª parte são muito exigentes. E todo o firepower que se possa ter para matar aliens, é sempre bem empregue pelo nosso brilhante Comandante P. Jefferson

    Este é um jogo divertido. É daqueles jogos que nos dão prazer porque nos dão um sorriso a cada diálogo. (e porque é divertido matar milhões de aliens!)

    Acresce a isto os "Achievments". Uma espécie de troféus, onde após se conquistarem certos marcos, se ganham. Um nice touch.

    Este é um jogo que me lembra o porquê de eu gostar de videojogos. Diverte-me, desafia-me, envolve-me.
    Com o bónus de o "value form money/fun" ser mais que justo.

    Infelizmente, jogos como este ou rareiam, ou tẽm que ser mesmo assim, Minis. Porque com esta idiotice chapada dos milhões de lançamentos de FPS's actualmente, pérolas destas (e outras) são mais difíceis de achar.

    A Space Shooter for 2 Bucks


    http://img695.imageshack.us/img695/5486/spaceshooterhero.jpg
    http://img190.imageshack.us/img190/4963/cursecursecurse.jpg

    Commander P. Jefferson

    O nome diz tudo. Comprem e divirtam-se! =)

    segunda-feira, 29 de agosto de 2011

    [Not a review] Mortal Kombat 9

    Boas


    Primeiro que tudo, em segundo lugar, temos o terceiro ponto mais importante que quero transmitir:

    • Isto não é uma review, é apenas uma opinião incompleta no que joguei até agora baseada num sorriso e num prazer que um jogo me tem dado a jogar, e que perdi em 1995 quando comprei o meu Mortal Kombat 3 para a Sega Megadrive.


    Por vezes há critérios que se mudam nos jogos que não dá para perceber. Na tentativa de melhorarem, só afastam os fãs. Se um jogo é bom na sua mecânica base e intervenientes, para quê mudar?

    Alguém joga Pac Man 3D? Não. Jogamos o clássico, o original, que nos enche de sorrisos nostálgicos.

    Longas foram as horas que passei a jogar MK e MK II, mais a minha irmã (viciada do catano!), mais amigos, a fazer autênticos torneios 1x1 tardes a fio.

    Objectivo simples: dar uma coça ao outro e passar o resto dos dias a lembrar a humilhante derrota.

    Como tal, simples era o jogo. Directo ao assunto, com uma vaga história, mas que mesmo assim era interessante e recompensador chegar ao topo dos topos para sabermos como a coisa se concluia.

    Desde sempre que me identifiquei com um único personagem:

    http://images1.wikia.nocookie.net/__cb20110704224818/mortalkombat/pt/images/d/dd/Mortal-kombat-deadly-alliance-wallpaper-scorpion.jpg


    Portanto, nunca percebi a sua não aparição no MK3, e perdi o interesse na série.

    Fui lendo reviews dos spin-offs e outros lançamentos sub-sequentes noutras máquinas, sempre com más prestações. Nunca mais comprei um título MK.

    Até este MK9, que finalmente! decidiu regressar às suas origens: Simplicidade e divertimento.

    Depois de anos aos comandos do joypad da Megadrive, e depois do Arcade Stick de 6 botões (ainda hoje, fabuloso controlo), necessitei de algum "re-treinamento" mental para me habituar ao SixAxis.

    Algo que não me demorou muito tempo, graças à opção de treino, muito útil e que me escusa o trabalho de instalar mais um comando pra estar a bater no ceguinho(não-do-metro) para assimilar os golpes.

    Em pouco tempo dei por mim a fazer mais ou menos os mesmos combos, modo de jogar e tácticas que costumava usar há anos atrás. E o bem que me soube, só eu sei. Cheiro a pó de nostalgia e bolor de divertimento.

    Especialmente quando o meu polegar esquerdo começou a mostrar sinais de cansaço do D-Pad, que instintivamente regressou à vida. Nunca mais usei um D-Pad na vida desde o comando PSX pré-analógicos, e claro, o Joypad.

    Sair dos frames pixelizados de outrora para este luxo de sangue e vísceras actual meteu-me uma subtil lagriminha ao canto do olho. Não só está absolutamente HD-lindo, como tem aquele "feeling" especial que me viciou.

    Já mais confiante com o meu Scorp, estava na altura de meter mãos à obra.

    Estava curioso com o modo storyline. Como é que iriam pegar nas coisas anteriores e fazer algo dali que conseguisse adequar-se aos tempos actuais.

    O facto é que, até agora onde estou tem sido absolutamente épico jogar isto.

    Não só a coisa está interessante com os "velhos do restelo", como a integração dos novos elementos se fez com uma naturalidade impressionante, sem se terem que impor no enredo de forma forçada.

    Foi criado um mundo credível onde tudo assenta. Honra à Netherealm, e um obrigado pelo enredo.


    Enredo que está muito bem feito, diga-se. Dei por mim a querer passar isto pra saber o que realmente se passa, e não apenas encher a boca de porrada aqueles tipos todos.

    Não estava era à espera de ter que jogar com todas as personagens. O que pra mim foi fatelo, já que como já disse, apenas um e um só personagem me interessa e apenas com um e só um personagem sabia/sei jogar.

    Mas lá está, saía do storyline, treinava um pouco os golpes, combos, ver pontos fortes, como contra-atacar e lá estou a andar com as várias personagens.

    No entanto, afirmo: era muito mais complexo jogar no Joypad com os combos da altura que jogar no SixAxis. Facilitaram e de que maneira.

    Onde estão os combos meia-lua e último botão ao mesmo tempo que o A, B ou o C? Ou Baixo - Trás -Diagonal traseira (ou prá frente), extremamente fatelos de meter? Gone.

    Reflexos da preguiça actual? (Final Fantasyzação XIII...)

    Talvez. Mas isso torna-se de somenos importância quanto ao resto. Temos o Ladder, Vs, o online, que não me interessa, e os challenges, tudo contribuindo para a longevidade do jogo.

    Sem esquecer a integração como Facebook e Twitter, algo que cada vez mais devia ser a norma porque é cool e geek.

    How cool is that????

    Krypt e Nekropolis na sua essência adorei. É sempre um misto de expectativa para saber o que vamos comprar com o sangue derramado. Literalmente.

    Tudo junto este é um jogo com bom value for money em termos de execução, grafismo, cutscenes e extras. E acima de tudo, divertido. Sorrio enquanto jogo, e nem todos os jogos ultimamente me fazem isso.

    Na realidade, só um ou dois me causaram isso na PS3. vá, três, o heavy rain é uma pérola.
    Um retrocesso, tendo em conta a PSX, a PS2 e os momentos que me deram.

    Claro que falar no MK é falar nos fatalities. E mais que isso, a "beleza" dos X-rays

    É uma alegria. Só consigo dizer isso. Apesar de ainda não ter feito muitos, porque estou agora viciado no storyline, mas os que fiz, estão absolutamente fantásticos. Uma selvageria com classe e estilo, lol.

    É daqueles jogos que que troféus não me assistem. Essa coisa parva que eleva o "status".

    É daqueles jogos que me provocam um sorriso.

    Uma frustração quando quando naquele momento quero meter um combo, falha qualquer coisa e levo na boca que nem gente grande.

    Em que fico que nem um estúpido a gritar prá tv em tom jocoso/provocador:

    "-TOMA!!!! INCHA CÃO!!!"

    sem razão pra isso. Porque ele não me ouve. Tá KO. Ou fatalizado.

    Estou feliz com este jogo. E com um enorme sorriso de poder dizer bem dele. De novo.

    Obrigado Netherealm/Aklaim