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quarta-feira, 29 de abril de 2015
Para o senhor Jaime Pereira:
Somos fruto do teu amor,
um doce amor paternal.
Felizes sejam os filhos,
que tiveram assim um amor total.
Nascemos de espinha direita,
crescemos com moral e educação.
És para nós o nosso Herói,
da nossa Família, a nossa Nação.
Somos filhos abençoados,
nesta tão breve dádiva da Vida,
de a ter partilhado contigo
desta forma tão sentida.
Agora foste, não há Justiça!!!
depois de tanto sofrer.
A forma brava como te bateste
ainda quase nos fez crer.
Fica o bom Homem, Marido, Pai.
Um exemplo de civilidade.
Da tua Milú, Carla e Zé,
fica uma Eterna Saudade.
Adeus Papá...
(Este blog foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.)
sábado, 14 de fevereiro de 2015
Tempo
Tempo
que voa, que passa e corre.
Tempo
que ri, chora, se zanga e perdoa.
Tempo
inexorável no seu tic-tac dos ponteiros,
Tempo
de emoções e sentidos profundos certeiros.
Tempo
que é curto quando dele se precisa
Tempo
longo, cruel, quando pela saudade desliza.
Tempo
que pára quando os olhares se cruzam amados
Tempo
intemporal quando dois corpos descansam entrelaçados.
Longe
vai o tempo onde o céu me era escuro.
Longe
vai o tempo onde o sorriso me escasseava,
Longe
vai o tempo da tristeza a cada acordar.
Perto
está o tempo onde a cada manhã te posso chamar.
E
fluindo, grãos de areia na ampulheta,
uma
sombra que marca as horas na parede.
O
relógio que avança saciando a sua temporal sede,
o
sino que rebomba na igreja,
o
ponteiro dos segundos que avança,
o
dos minutos que retrocede,
o
das horas que desvanece,
enquanto
lentamente o mês aparece,
a
folha de calendário que inexorável no ano se finda,
a
cada dia me dá mais esperança,
quando
há uns tempos era desavinda,
a
cada ano me encontro mais enamorado,
por
uma criatura tão doce, catita e linda.
Tempo.
Tempo
que passa sem parar.
Tempo
de sonhar, sorrir e recordar,
que
sabe sempre a pouco o tempo de te amar.
(Este blog foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.)
sábado, 3 de agosto de 2013
A grey day, a darker night

"Porque um dia cinzento se alegra,
quando de feminilidade vestido.
Porque um dia cinzento se alegra,
quando aquele robe estiver despido.
Porque um dia cinzento não é dia,
sem dizer palavras de amor.
Porque um dia será sempre cinzento,
se ele não nos der esse calor."
(Este blog foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.)
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Idiots...idiots everywhere...
Banco de Braga atende cliente “mal vestido” na rua e pede-lhe para “tomar banho”
Um bancário da dependência do Santander de Celeirós, freguesia de Braga, obrigou um cliente a sair do banco, atendendo-o na rua, justificando que o homem estava “mal vestido. Paulo Ribeiro, de 36 anos, conta ao JN que o gerente não lhe deu o livro de reclamações, exigindo que tomasse banho.
Cannibal, ao seu serviço,
que ao seu desidério atendo.
Eu escrúpulos até que os tenho,
Inteligência sua, não se vai vendo.
Não tenho é nariz empinado,
e estou ao nível do meu Povo.
Mas para mandar bocas a imbecis,
cá estarei eu sempre de novo.
Um banco é por nós pago,
por nossos depósitos e receitas.
A nós nos devem bons cuidados,
e atender-nos nas devidas direitas.
Se você, imberbe criatura,
que não sabe o que é real trabalho,
ainda acha que o homem,
um banho deveria ter tomado,
para ir buscar o que é seu,
através de suor espalhado,
num lugar onde lhe é recusado,
um direito ao cliente lesado,
então cure-se dessa doença,
que se chama "parasitismo".
Porque nós, do Povo real,
chamamos-lhe pragmatismo.
Um serviço é um bem,
que está sujeito a um horário.
Por muito que alguns idiotas,
queiram que acontecesse o contrário.
É uma coisa esquisita,
esta dos direitos do cliente.
Mas antes de mandar bocas ao ar,
deveria estar disso ciente.
Mas para que gasto eu latim,
numa mente deveras enclausurada?
Basta ver como a sua "citação",
contra ela é tão bem virada.
«Sociedade sem preconceitos,
É uma sociedade sem escrúpulos.»
Mas sem escrúpulos, com preconceito,
foi essa tirada citada.
Um banho não é sinónimo,
ou belas roupas também,
de gentis doutas pessoas de bem.
Aliás, temos políticos,
e o Vale e Azevedo também,
que roubaram a bem roubar,
sem que a entrada no banco
alguém a fosse barrar.
Pelo contrário, é pior,
o tal nível de confiança,
que roubam a olhos vistos,
tal o nível de confiança.
Mas quem trabalha, caro(a) Partilhas,
esse não tem que enganar.
Quer aquilo que é dele,
e merdas como você, manda-as cagar!
(Este blog foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.)
Um bancário da dependência do Santander de Celeirós, freguesia de Braga, obrigou um cliente a sair do banco, atendendo-o na rua, justificando que o homem estava “mal vestido. Paulo Ribeiro, de 36 anos, conta ao JN que o gerente não lhe deu o livro de reclamações, exigindo que tomasse banho.
"Para os "cannibais" que proliferam por aí eu digo, "Sociedade sem preconceitos é sociedade sem escrúpulos."
(Louis Bonald)
Mais uma vez afirmo que não somos obrigados a aturar as porcarias e os desleixos dos outros. Aprendam a viver em sociedade"
Cannibal, ao seu serviço,
que ao seu desidério atendo.
Eu escrúpulos até que os tenho,
Inteligência sua, não se vai vendo.
Não tenho é nariz empinado,
e estou ao nível do meu Povo.
Mas para mandar bocas a imbecis,
cá estarei eu sempre de novo.
Um banco é por nós pago,
por nossos depósitos e receitas.
A nós nos devem bons cuidados,
e atender-nos nas devidas direitas.
Se você, imberbe criatura,
que não sabe o que é real trabalho,
ainda acha que o homem,
um banho deveria ter tomado,
para ir buscar o que é seu,
através de suor espalhado,
num lugar onde lhe é recusado,
um direito ao cliente lesado,
então cure-se dessa doença,
que se chama "parasitismo".
Porque nós, do Povo real,
chamamos-lhe pragmatismo.
Um serviço é um bem,
que está sujeito a um horário.
Por muito que alguns idiotas,
queiram que acontecesse o contrário.
É uma coisa esquisita,
esta dos direitos do cliente.
Mas antes de mandar bocas ao ar,
deveria estar disso ciente.
Mas para que gasto eu latim,
numa mente deveras enclausurada?
Basta ver como a sua "citação",
contra ela é tão bem virada.
«Sociedade sem preconceitos,
É uma sociedade sem escrúpulos.»
Mas sem escrúpulos, com preconceito,
foi essa tirada citada.
Um banho não é sinónimo,
ou belas roupas também,
de gentis doutas pessoas de bem.
Aliás, temos políticos,
e o Vale e Azevedo também,
que roubaram a bem roubar,
sem que a entrada no banco
alguém a fosse barrar.
Pelo contrário, é pior,
o tal nível de confiança,
que roubam a olhos vistos,
tal o nível de confiança.
Mas quem trabalha, caro(a) Partilhas,
esse não tem que enganar.
Quer aquilo que é dele,
e merdas como você, manda-as cagar!
(Este blog foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.)
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Indigesto!
«Restauração: receita do IVA aumenta 106%»
Dados são do Governo e dizem respeito ao período de Janeiro a Agosto
O secretário de Estado dos Assuntos Fiscais disse esta segunda-feira que o IVA da restauração subiu 106 por cento até agosto e defendeu um maior combate à evasão fiscal, mas a oposição acusou o Governo de «farsa»
in Agência Financeira
Este (des)Governo já nem mente.
Já nem mesmo pra isso prestam.
Ainda nos tomam por tontos,
aqueles que todos os dias protestam.
Nenhuma conta deles está certa,
nenhuma previsão foi atingida.
E estes merdas mandam assim ao ar,
receitas desta forma mal fingida.
É que já nem é estupidez,
é mesmo imbecilidade.
Como raio querem estes gajos ter,
lá fora a tal "credibilidade"?!
É cortar tudo a eito,
porque bate certo na "teoria".
Mas quando se vê bem tudo à lupa,
"-Estávamos errados. Quem diria?"
E a culpa, é de quem?
Pergunto-me sem me responder.
É que este é um país sui generis
que nem corruptos manda prender.
É o caso das SCUT,
feitas com dinheiros de Bruxelas.
Arrasam-se as estradas públicas,
e agora pouca a gente anda nelas.
É o caso do BPN,
que servia para lavar dinheiro.
Só há um que está lá dentro,
e até fugiu o Loureiro.
Fantasmas são as Fundações,
que nada fazem nem apresentam.
Mas as mordomias dos gestores,
somos nós que as aguentam.
De resto neste país,
é sempre fácil cortar no trabalho.
Na gasolina, eles não tocam.
Só me apetece é mandá-los pró caralho!
E estes merdas mandam assim ao ar,
receitas desta forma mal fingida.
É que já nem é estupidez,
é mesmo imbecilidade.
Como raio querem estes gajos ter,
lá fora a tal "credibilidade"?!
É cortar tudo a eito,
porque bate certo na "teoria".
Mas quando se vê bem tudo à lupa,
"-Estávamos errados. Quem diria?"
E a culpa, é de quem?
Pergunto-me sem me responder.
É que este é um país sui generis
que nem corruptos manda prender.
É o caso das SCUT,
feitas com dinheiros de Bruxelas.
Arrasam-se as estradas públicas,
e agora pouca a gente anda nelas.
É o caso do BPN,
que servia para lavar dinheiro.
Só há um que está lá dentro,
e até fugiu o Loureiro.
Fantasmas são as Fundações,
que nada fazem nem apresentam.
Mas as mordomias dos gestores,
somos nós que as aguentam.
De resto neste país,
é sempre fácil cortar no trabalho.
Na gasolina, eles não tocam.
Só me apetece é mandá-los pró caralho!
(Este blog foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.)
domingo, 7 de outubro de 2012
Aparências

Aparências, no olhar.
Aparências, no escrever.
Um vazio, quando a observar,
Um vazio, tento compreender.
Mais que o visível,
o que deve mesmo ser palpável,
obscurecido por falsos espelhos
escondendo o inadiável.
Todos sabemos o nome do jogo.
Regras mudas, carnais.
Uma coisa é esconder e ser descoberto,
mas ser tão óbvio, jamais.
Porque acredito na palavra,
como o reflexo do que somos.
Porque nelas a Alma se desbrava,
quando possessos por escritos assomos.
De modos que não entendo,
compreendo, ou mesmo aceito,
este "mercado de faz de conta"
que entendo ser uma afronta.
Sinónimo da actualidade? Talvez.
Mentiras, são elas que nos rodeiam.
São elas que nos governam,
e nas tuas teias nos enleiam.
Raros são os casos reais,
de quem real se apresenta.
Corações com esperança.
com sonhos de amores perfeitos,
polvilhados por desilusões,
muitas vezes desfeitos,
por vãs e tristes ilusões,
que se mascaram, mas deixam ficar,
a sombra de quem sabe escrever "amar".
Mas não é isso que conta,
nesta desafogada sociedade.
Interessa o imediatismo,
alicerçado na mocidade.
Aparências, no olhar.
Ignorâncias, no escrever.
Um vazio, quando a futilidade observar,
Um vazio, quando envelhecer.
(Este blog foi escrito em completo desacordo com o novo acordo ortográfico.)
terça-feira, 20 de março de 2012
Mais do mesmo - Greve geral que nada adianta
Viva a greve geral! (outra),
que de geral ela não tem nada.
Alguns sectores de transportes dominam,
o resto da gente faz porque obrigada.
De resto, e produzir?
Essa é uma palavra a esquecer.
A malta quer é muito descanso
e ao fim do mês receber.
Não me venham cá com merdas,
que só o Governo tá a roubar.
Trabalhem mais e falem menos,
pra isto ir mais ou menos ao lugar!
A greve é um direito de todos,
Mas para todos ela não é igual.
Alguns sectores ganham sempre com isso,
para os outros fica sempre tudo igual.
Estamos como estamos,
por via de muita hipocrisia.
Tão maus são os Governos,
como quem os trabalhadores guia!
No fundo quem sempre se fode,
é o trabalhador que faltar não pode.
É apenas um mero peão frugal,
num campo de batalha desigual.
Enquanto isso come-se e bebe-se,
à conta do erário nacional.
Fazem-se políticas fiscais customizadas
para que os amigos tenham as contas camufladas.
O pior é que nesta trampa,
não se pode confiar em ninguém.
Greves não levam a nenhum lado,
a irresponsabilidade também.
Está na altura de crescerem.
Alguém que abra o caralho dos olhos!
Somos um alvo a abater,
E isso tem que se perceber.
Temos uma economia endémica,
assente em bases de areia.
Retirar um dia de produção,
apenas ajuda a coisa a ficar mais feia.
Os sindicatos deveriam,
e isto na minha modesta opinião,
deixarem-se de merdas de tretas
e incentivarem a uma melhor produção.
Não é à toa que nos é (há anos) apontado,
o déficit de produtividade.
O que aqui se faz num dia,
na Alemanha fazem em metade.
Não é à toa que as melhores empresas,
quem mais exportam com resultados,
não têm lá destes cancros,
e os seus trabalhadores bem remunerados.
Veja-se o exemplo da Autoeuropa
e a sua Comissão de Trabalhadores.
Fazem acordos e concessões
em troca, aumentam exportações.
Ou as grandes empresas de informática,
que já são lideres internacionais.
Não precisam de sindicatos,
basta-lhes trabalharem melhor e mais.
E é nisto que se resume,
a base da economia sustentável.
Tem que haver boa gerência,
seguida com uma boa dose de inteligência.
Querem melhor exemplo de burrice,
neste grave cenário de crise,
que pedirem aumento (populista) de salário mínimo?!
Bom-senso no seu mais idiótico ínfimo!
Não estou com isto a defender,
sucessivos Governos incompetentes.
Que prestem contas num Tribunal,
se fizeram o seu dever mal.
Mas não vejo culpas só num lado,
quando os problemas são (há longos anos) partilhados.
Governos e sindicatos são todos iguais,
há sempre filhos e enteados.
