sexta-feira, 30 de maio de 2008

Depois da Tempestade...




Oiço o calmo gotejar,
gota a gota, lentamente a parar,
passa lentamente a tormenta,
que nomes toldou de uma forma violenta...

Lentamente, urge reconstruir,
o que uma catástrofe quase fez ruir.
A lama acumulada,
amontoa-se à beira da estrada molhada.

E uma brecha de Sol irrompe,
ilumina a minha suada fronte,
enchendo-me de esperança,
que a vida siga novamente em frente,
e que daqui para diante,
tudo seja para melhor, diferente.

É esta a minha luta,
o meu novo desafio.
Como sempre, em tudo um papel destinado,
Agora vejo com o que fui abençoado.

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