Ao por-do-sol, de mãos dadas,
almas gémeas eternamente apaixonadas,
olhares cúmplices que se entre cruzam de desejo,
levam os nossos lábios a trocar um doce beijo.
São os corpos que se despem em união,
e se juntam como um só numa frenética paixão,
pois nenhuma distância de ti me detém,
da vil saudade que me prende como refém...
E a cada nossa batida toráxica,
embarco em mais uma viagem de amor fantástica,
e assim, ficamos felizes no nosso leito,
com o nosso pacto de carinho feito.
Saboreando lado-a-lado cada momento,
perdidos no nosso intemporal tempo,
e sem que todas as carícias estejam esgotadas,
cansados juntos adormecemos de mãos dadas...
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