A história mal contada do Freeport, onde jornalistas convivem com poliícas e magistrados, e dirigentes do PSD, numa investigação em Segredo de Justiça, mas com esses ditos jornalistas a saberem de tudo com pormenores de antemão e sempre em cima dos novos desenvolvimentos.
É o caso da Manuela Boca Guedes, onde num espaço de dita informação, se atacava a torto e a direito um representante eleito pelo Povo, e onde a vergonha do Jornalismo se expressava por birras duma menina mimada.
Foi o caso patético da Presidência da República, onde acontecimentos de há ano e meio (se existiram, e digo que não) são "deixados escapar" para jornalistas.
É inacreditável que, em Portugal, um PR faça campanha política contra um PM!
E agora uma biografia não autorizada que sai, onde se tenta descredibilizar o mesmo Sócrates:
Biografia não autorizada retrata um Sócrates em que «tudo se confunde»
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Uma biografia não autorizada do primeiro-ministro, intitulada, "José Sócrates - o homem e o líder", chega às livrarias esta segunda-feira, dias antes das eleições legislativas. O autor Rui Costa Pinto explicou que não é fácil escrever sobre o secretário-geral do PS, porque em Sócrates «tudo se confunde».________________________________A biografia, que se detém sobretudo no percurso político do Chefe do Governo, não entrando em detalhes íntimos, está dividida em quarto partes: ascensão, glória, queda e resistência do socialista.
O autor explicou que começa o livro a contar um episódio em que contactou o então secretário de Estado do Ambiente sobre o processo da Cova da Beira. «Começa por demonstrar claramente a pressão e a ameaça, quando estão em causa notícias de última hora que o incomodam», algo que «é uma constante neste politico», contou.
A biografia não autorizada revela dados da vida académica, profissional e política, insistindo no envolvimento do secretário-geral do PS em casos de corrupção e tráfico de influências e não esquecendo a licenciatura do primeiro-ministro.
«Seria absolutamente incompreensível que uma biografia de José Sócrates não tivesse os grandes casos mediáticos de corrupção em que o seu nome está envolvido», justificou Rui Costa Pinto.O jornalista admitiu que não é fácil escrever sobre o actual primeiro-ministro, tendo em conta que nem sempre é clara a diferença entre o homem e o líder.
«Em José Sócrates tudo se confunde. Por isso o seu passado pessoal e político é hoje tão posto em causa», afirmou, sublinhando que o livro não tem objectivos políticos, partidários ou agendas escondidas.O jornalista disse ainda que o facto de o livro ser publicado em plena campanha eleitoral é uma mera coincidência
Desta notícia, gosto particularmente da parte em que o autor diz:
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(...)que o facto de o livro ser publicado em plena campanha eleitoral é uma mera coincidência.
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Claro filhote. E eu acredito piamente no Pai Natal.
Para ser sincero, começa a meter nojo esta politica de ataque pessoal. Porque é apenas isso.
De todos os Governos que passaram, este fez algumas coisas que permitiram passar a crise com efeitos menores que Espanha, França ou mesmo a Alemanha, coisa que irrita muita gente.
Parece ser tudo feito por encomenda, com prazos muito bem delineados.
Eu não acredito em coincidências. Quem o faz, é ingénuo. Quem, como eu, não acredita, dever-se-á questionar sobre as razões destes ataques, todos eles apontados à esquerda, mas com origem na direita.
Estranho, não?...
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