Já tinha lido isto no CM, mas deixo aqui o mail que recebi.
Quem me conhece, sabe que considero as telenovelas brasileiras lixo intelectual. Mas este Portugal como gosta de re-colectar lixo, importa às carradas as merdas que os outros fazem.
E vendem para cá, em tom jocoso, como que enganando o pagode.
Chegamos ao ponto dum canal televisivo dar umas 6 merdónovelas por dia, imagine-se!
Lamento, mas eu é que fui descobrir o Mundo, não aqueles gajos. Já bem me basta a merda do desacordo ortográfico. Não quero nada daquela "cultura".
Mas pronto, isto sou eu. Cada um come o que gosta.
Mas e que tal sustentarem em parte alguns daqueles otários e eles cuspirem na sopa que lhes dá de comer?
Olhem, Maitê Proença. Muito amiga de "Portugau né?"
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Este vídeo foi para o ar no programa Saia Justa. A actriz (?) e escritora (?) Maitê Proença estava em Portugal por causa de uma peça teatral e aproveitou o seu momentos de horas vagas (?) para fazer algumas imagens para o quadro do semanal do canal GNT.
A pergunta é: como isso foi para o ar? O tema?
Aquele mesmo assunto pobre de sempre: gozar com os portugueses. Como isso ainda não basta, ela terminou o vídeo cuspindo. A pergunta é novamente: para quê? Será um laboratório para ela ser “o próximo chafariz” da nova novela da TV Record?
Todo o vídeo é uma ofensa a Portugal e aos portugueses. Começa por ir a Sintra para mostrar uma porta de uma casa aparentemente comum com o 3 virado para a direita e, sem perceber o significado esotérico, zoa com os portugueses, pois diz que aquilo demonstra que está em Portugal - os caras nem sabem colocar direito um algarismo numa porta! Só vai a Sintra, que tem imensos monumentos, castelos e palácios, para gozar com aquilo.
Depois goza com o Tejo ser, para os portugueses, o mar, quando na realidade ela está junto ao Estuário do Tejo, onde o rio desagua no mar e ambos se confundem. Fala também no Salazar, de que ela não sabe nada, imaginando que, por ter sido um ditador, foi igual a Hitler ou a Mussolini.
Goza com o túmulo de Camões, com o estilo arquitectónico manuelino, enfatizando o Manuel, nome injuriado no Brasil nas piadas de português e fala também no episódio no Hotel com o seu PC, quando o Hotel tem áreas de Internet e se tinha problemas com o seu Computador pessoal, deveria usar o equipamento disponível no Hotel para os clientes. O Hotel não tem obrigação de reparar os equipamentos pessoais dos clientes, sejam PC's ou carros ou máquinas de barbear ou sei lá o quê.
Eu acho que ela vai ter muita vergonha quando souber das reacções dos portugueses ao vídeo e vai pensar duas vezes antes de voltar a falar do país e dos seus habitantes. Infame, só revelou ignorância e rancor, talvez dor de cotovelo.
Quem deveria ter acesso a este vídeo eram os milhares de portugueses que gastaram muitos euros para assistir às suas peças de teatro em Portugal. O que lhe vale é que o povo português é o mais simpático e sereno do mundo.
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Vejam bem a merda que andam a sustentar, comprando os livros, vendo as peças, e merdónovelas.
Vejam bem a hipocrisia que reina por lá!
Ao tempo que digo que são uns facínoras que nas nossas costas, gozam com o pagode.
Continuem-se a chafurdar com estes palhaços. Continuem-se a rebaixar.
Gente de merda sem nada nos cornos! Uns, e outros!
Desde que isto teve visibilidade, nenhum dos sites oficiais da...coisa, esteve online, e tweeter, nem vê-lo. Porque o meu recado foi bonito.
Vergonha na cara precisa-se, e ouvir umas boas verdades nunca fez mal a ninguém. Mas isso só Pessoas com Pê grande o sabem admitir.
Agora, eu tenho a seguinte ideia sobre estas coisas da comunicação, escrita, visual ou tecnológica:
- escrevo e critico (ou louvo, quando é o caso) sobre politica, sobre o panorama actual de insegurança, sobre a estupidez da Justiça em certos casos, sobre a vergonha da gasolina em Portugal, sobre a geração "morangos com açucar", enfim, critico tudo o que acho mal, incongruente ou parvo.
Aliás, a minha introdução nos meus blogs diz tudo de mim:
Aqui escalpelizo a estupidez, critico a idiotice, falo de actualidade, escrevo a minha poesia, exponho pensamentos, expresso opiniões e divulgo o que acho interessante para mim
Escrevo e por vezes de forma muito áspera, duma forma muito minha, mas com um sentimento de convicção no reparo que faço tendo em conta os meus princípios éticos e morais, ou simplesmente, de civilidade urbana, na sociedade onde me incluo.
Nem sempre certas verdades ditas de forma crua são bem aceites por franjas da sociedade, que se preferem esconder atrás duma falsa imagem de "civilização" e castidade intelectual. Mesmo que largos impropérios lhes sejam velados, há que ter uma postura "civilizada" e dialogante
Coisa que eu não aceito.
Têm esse direito. E eu tenho o "dever" de aceitar a critíca e contra-argumentar, se mesmo assim considerar que o meu ponto de vista, que faço sempre, mas sempre questão, de ser sustentado em fontes, se possível, múltiplas, de modo a reforçar o que escrevo.
Se repararem, escrevi "dever", porque embora na Net, com um avatar feio e um nick pavoroso, a minha personagem sou eu, real,e faço questão de ser minimamente educado, como os meus pais me ensinaram.
Sinto esse "dever" mesmo sendo um anónimo navegante. Gosto que quando escrevo algo, faça com que o leitor reflicta, ria, ou chore, que sinta o meu estado de espiríto, alegre, furioso, revoltado ou feliz. Mas que sinta algo nas palavras que uso como tinta na tela que é o meu monitor. Que veja cada minha pincelada emotiva.
Porque é essa a maravilha da escrita. É a minha voz que ecoa através do silêncio entre o monitor e os neurónios de quem me lê.
Mas isto sou eu, um alegre e anónimo internauta. Nada do que diga influencia massas num mass média. Uns concordam comigo em certos artigos, outros não.Mas serão sempre poucos.
Neste caso, desta...coisa, a gravidade prende-se pelos números que são influenciados. Temos uma...coisa, que num programa real, num país, se diverte a mostrar videos onde trata os outros como meros camponeses burros, incivilizados ou ignorantes.
Eu sei o que é um 3 ao contrário, é um símbolo esotérico, e quem o meteu, sabe-o.
Sobre o Salazar, devias de o conhecer em pessoa. Aposto que farias outras novelas a lavar o chão da cela.
Aqui, em Portugal, chamamos de "rato" ao rato, porque "Mouse" é simplesmente estúpido.
Um hotel não tem que prestar serviços informáticos a máquinas alheias. Nem o pessoal é preparado. Aposto que nenhum hotel vai manter um gabinete informáticos para aceder a pedidos destes.
E cuspir numa fonte é demonstrar ainda mais ignorância, porque as fontes são de onde bebemos água, e em tempos idos, se carregavam os cântaros de água.
Mas sim, cuspir no chão, ainda hoje o meu pai leva comigo porque acho porco. Mas no Brasil, também o fazem.
Nós não temos favelas sobre-povoadas, não temos crianças assassinas, não temos carteis de droga enormes, não temos jornalistas que mandam matar para terem reportagens, não temos igrejas fraudulentas, não temos gangs que passam em carros matando aleatóriamente para demonstrar quem manda ali, nós não temos políticos corruptos, nem ministros, como os que há no Brasil.
Portanto, não sou camponês, não sou burro e muito menos incivilizado.
Pelo menos sei rebater ponto por ponto o que esta...coisa, disse.
Será que esta...coisa, pode fazer o mesmo do que eu afirmei?
Duvido.
Isto sim, é duma mente campónia. Incapaz de prever que cuspir contra o vento, tráz aguaceiros na volta.
Isto sim, é duma mente burra, incapaz de prever que ao atirar pedras a um telhado de vidro, elas podem voltar não só às tenhas, mas como tambèm às paredes e soalho.
Isto sim, é duma mente incivilizada. Porque subir ao poder é fácil. O dificil á aplicá-lo com justiça e generosidade.
Ser ídolo de massas implica uma responsabilidade acrescida a nós, comuns e anónimos internautas. Uma mera palavra errada pode despoletar consequências muitas vezes incómodas.
Cresce! Get a life!
[Edit] - Toma lá fresquinho!
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