Boas
Tudo o que está no titulo, não existe numa certa ilha, que tem como presidente o Alberto "Chavez" João "Castro" Jardim.
Democracia é criticar, e saber ser criticado.
Democracia é respeitar, para ser respeitado, nas suas opiniões.
Democracia não é FASCISMO como o que acontece na Madeira. E que agora, já é combatido com mais do que palavras, já há seguranças privados para, num espaço público, se barrar opiniões contrárias.
Se o Sócrates barrasse metade das manifestações "espontâneas" criadas por esbirros do PCP, não faltaria quem criticasse!
A Madeira é governada por alguém que se julga dono e senhor de tudo e todos, sem respeito a quem efectivamente tem o poder. Presidente da República, Governo Nacional, deputados do Parlamento e Assembleia da República. Esses sim, são o poder em Portugal!
Ele é apenas um poder local, superior a um presidente de câmara, mas nada mais que isto.
Há mais de 20 anos que não percebo como raio o deixam chamar tudo o que quer, fazer tudo o que quer e enxovalhar seja quem fôr, para nessa palhaçada emocional, ter os eleitores a rir e a votarem no "gajo simpático que nos defende do Mal".
Ponham este gajo em tribunal crl. Não se acobardem.
Esta história da PSP é o cúmulo do ridículo por não ter havido resposta:
________________________________________Jardim acusa polícias «que não são da Madeira»
O líder madeirense quer esclarecimentos de comandantes da PSP que vieram de fora sobre os incidentes com o PND
Alberto João Jardim disse que o que o irritou no incidente com o PND «foi uma polícia que não era da Madeira e que não soube controlar a situação».O presidente do Governo Regional da Madeira quer mesmo esclarecimentos de comandantes da PSP que vieram de fora, avança a TSF. Jardim quer saber quais foram as orientações dadas aos comandantes da PSP que não são do arquipélago e afirmou que estes graduados permitiram a agressão de um membro do Governo Regional. O líder madeirense fala mesmo de «uma grande manobra política».
Incidentes em inauguração de Alberto João Jardim
«Quero dizer que tenho toda a confiança nos graduados da Madeira e nos polícias de Segurança Pública da Madeira. O problema foi o aparecimento de novas orientações através de um comando de graduados que não são aqui da Região», explicou Jardim.
O líder madeirense afirmou também que não descansará «enquanto não tiver isso deslindado».
Jardim faz queixa-crime contra a PSP
Uma inauguração de uma nova ligação ao porto do Funchal pelo Presidente do Governo Regional ficou marcada por incidentes entre a população e militantes do PND, que criticavam as «inaugurações eleitoralistas de Jardim».
Na altura, o líder da Madeira criticou a actuação da sua segurança e dispensou a sua presença, afirmando que não estavam a garantir a ordem pública.
«Os senhores estão a assistir a uma palhaçada. A polícia está aqui para defender os zaragateiros e não para garantir a ordem pública num acto oficial. Dispenso-os», afirmou.
Alberto João Jardim garantiu também que vai apresentar uma queixa-crime contra a PSP
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in IOL
Infelizmente, a Democracia é demasiado civilizada para esta estirpe de gente sem nexo. è pra isto e terroristas. Estas coisas do "ser civilizado" por vezes dão -me a volta ao estômago.
Este palhaço chama "bastardos e filhos da puta" a jornalistas da SIC:
e nada acontece.
É esse o mal. Cobardia. Houvessem 20 ou 30 processos em tribunal, este palhaço estaria mais caladinho e o mundo "civilizado" agradecia.
Porque eu não gosto de circo. Há ursos, há elefantes, sempre de trombas, e especialmente palhaços, que não gosto porque me lembram o It!

Não que eu não goste do filme, aliás, adorei. Brutal, como tudo do Stephen King, mas este palhaço insular não tem piada.
E sim, chamo palhaço porque chamar alguém de palhaço não é insulto, mas sim uma profissão, e é apenas também considerado "não ter consideração por alguém".
E por este gajo, não tenho mesmo nenhuma. Respeito mais um monte de merda, que ao menos fertiliza a terra para que nasçam legumes viçosos.
Portanto, temos um Presidente Regional Palhaço, no seu circ(ul)o eleitoral insular, a fazer palhaçadas para os indígenas se rirem como uns atrasados mentais, incapazes de distinguir politicas de anos que em nada têm feito a Madeira progredir, enquanto nós, Continente, fornecemos o dinheiro para uma campanha eleitoral dum partido decorrer num carro oficial do Estado!
Aliás, isto é algo que nem se percebe, quando agora diz que não se sente ligado ao partido que o sustenta, mas no entanto fez campanha por ele.
Estas incongruências políticas são mesmo engraçadas, não são?...

Felizmente, em Democracia, fora da Madeira, onde ainda há PIDE activa ao serviço do Governo local, posso dizer o contrário.
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