Não gosto de hipocrisias. E muito menos de hipócritas.
Existem alguns que aproveitando o poder do petróleo, se espalham por outros países infectando-os com o seu ódio, em alguns casos, ou os seus costumes idiotas, em todos.
Pior que isso, é imporem as suas vontades e aí de quem as contradizer!, porque são ameaçados disto e daquilo, acusados de desestabilizarem e serem racistas com eles.
Sim sim, são muito espertos. E hábeis, na sua forma retorcida de manipular a opinião pública para lhes servirem os interesses. Mas eu topo-os à légua. E não papo grupos!
Nunca fui daqueles que lhes dão razão quando mandam crianças para a frente de tanques de guerra mandar pedras e depois são victímas de fogo cruzado.
É uma festa passearem o corpo da criança. Que alegria terem algo para queimarem bandeiras dos outros, chamarem nomes e culparem-nos da sua própria estupidez.
Vem isto a propósito do mais recente "incidente" sobre estes gajos. Já não bastou tentarem mexer cá cordelinhos para tirarem crucifixos das escolas, e em vários países da Europa, obrigarem as crianças francesas a assistir nas escolas ao degradante espectáculo de ver crianças a levar a cara semi-coberta por um manto de vergonha e termos que aturar os seus modos de vida, agora queriam obrigar os suíços a terem mais que as montanhas no horizonte:
__________________________________Suíça aprova interdição da construção de minaretes
A Suíça aprovou a interdição da construção de minaretes, ao aprovar em referendo uma proposta de dois partidos de direita. A proposta foi aprovada por 53 por cento dos helvéticos e apenas rejeitada em quatro dos 26 cantões do país.Os suíços decidiram, este domingo, interditarem a construção de minaretes de mesquitas, aprovando assim em referendo uma proposta de um partido da direita populista e de um pequeno partido cristão de direita do país.
Só quatro dos 26 cantões suíços rejeitaram esta proposta da UDC e da UDF, que contou com a aprovação de 53 por cento dos eleitores suíços que deram o seu sim a esta interdição que será uma medida «própria para manter a paz entre as diversas comunidades religiosas».
A UDC entende que os minaretes são um «símbolo aparente de uma reivindicação político-religiosa do poder que coloca em causa os direitos fundamentais», ao passo que o intelectual muçulmano Tariq Ramadan considerou «catastrófico» o resultado deste referendo.
Este intelectual controverso, que vive em Genebra e dá aulas na Universidade de Oxford, considerou que os «suíços exprimiram um verdadeiro medo» e «questionaram de modo profundo a questão do islamismo na Suíça».
Os Verdes helvéticos entretanto já indicaram, por seu turno, que vão apresentar um recurso no Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, em Estrasburgo, contra o resultado deste referendo, por violação da liberdade religiosa que é garantida pela Convenção Europeia dos Direitos do Homem.
O resultado surpreendeu os analistas, isto depois de as sondagens feitas durante a campanha eleitoral predizerem uma vitória do "não", que teria o apoio de 53 por cento dos eleitores
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in TSF
Construção de minaretes em países estrangeiros porquê?
Alguma vez eu quero ver no meu país coisas que me são estranhas e que em vez de serem de integração na sua comunidade, servem como prova de domínio e expansão do seu credo?
Que façam e sigam as coisas lá na terra deles, quero lá saber! Fodam-se todos!
Nos outros países, há o direito a não querer ver mulheres aprisionadas em burkas, crianças a terem que usar véus em escolas públicas e separação SEXISTA entre os 2 sexos. Por isso, caso onde?
É preciso minaretes para irem rezar?
Nope, não é.
É apenas bom senso suiço, este referendo. Em Roma, sê romano, na Suiça integrem-se e sejam suíços.
E não se victimizem. Sabem muito bem explorar isso para atingir os seus fins.
Esta foi uma resposta do Povo suíço ao óbvio:
Ou quem está "escandalizado" com isto esquece-se destes pormenores?
Na terra deles é proibido qualquer outra religião. Mas nós temos que levar com a deles.
A pena é a morte em alguns casos, decretada por idiotas com toalhas na cabeça.
Na terra deles é proibido as mulheres do Ocidente serem mulheres. Mas aqui querem-nos obrigar a ver aqueles vultos estranhos.
Na terra deles é proibido consumir álcool. Ou comer carne de porco. Quem o fizer sujeita-se a ser chicoteado como um animal, ou pior.
Na terra deles, as mulheres têm menos direitos que um cão...ou melhor, não têm direitos.
Na terra deles uma mulher é apedrejada por dá cá aquela palha, pode ser morta ou espancada por "crimes de honra".
Na terra deles podem casar com quantas mulheres quiserem e desvirginar crianças dadas como dote.
O contrário é punido com morte.
Na terra deles podem queimar símbolos nacionais, chamar nomes a líderes políticos, hostilizar outros credos, mas ai de quem sequer ouse criticar os seus modos de vida, como a estapafúrdia crise dos cartoons.
Que seria dos Monty Python e o The Meaning of Life se isto acontecesse com os católicos?...

Por isso, caso onde? Por um Povo recusar estes mensageiros da barbárie e os seus símbolos de crueldade e escravatura espiritual?
Quem me dera ver tomates destes no resto dos políticos. Isto de baixarem as calcinhas sempre que alguma coisa chateia os meninos irrita-me!
E isto sim, é um caso!
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