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«1 – O SL Benfica não tem dimensão moral para apontar o que quer que seja em matéria de comportamento de adeptos e de organização de jogos;
2 - O clube, de resto, é o denominador comum nos seguintes factos: morte de espectador numa final da Taça de Portugal; ataque a uma equipa de hóquei em patins, que deixou um atleta do FC Porto em coma; incêndio de um autocarro de portistas em visita ao pavilhão da Luz; invasão de campo e agressão a um árbitro assistente; conivência e apoio a claques não legalizadas, que acarreta multas a ritmo quase semanal, devido ao lançamento de material pirotécnico diversificado; colocação estratégica de stewards num túnel, a fim de provocar a equipa adversária;
3 – Não faz sentido, por conseguinte, que dirigentes ou papagaios falem sobre temáticas como a segurança. E não será a complacência ou o deferimento das forças da autoridade que apagará os factos supracitados ou legitimará discursos atabalhoados;
4 – O jogo deste domingo, no Estádio do Dragão, apenas veio sublinhar o despudor vermelho;
5 – É normal que «virgens ofendidas», que conseguem que a polícia responda a sacos de tinta com tiros de «shotgun», arrombem portas de um balneário?
Ou então quando elementos vossos atacaram pessoas de família, não claques, nas estações de serviço no Algarve.
A não ser que seja considerado normal que arruaceiros façam isso, o que tendo em conta certos exemplos que vou dar mais abaixo, é mesmo muito normal.
E não é normal que passados 300kms de viagem calma, na ultima parte tenham havido falhas que permitiram isto. E não é normal que jogadores não convocados sejam agredidos, e sequestrados nos corredores e não tenham absolutamente ninguém para protecção.]
6 – Faz sentido que um dirigente suspenso consiga comparecer na zona técnica, ainda por cima com direito a escolta policial?
[Se houver algo, o Delegado da Liga o dirá. Até agora, nada, pelo que sem provas do que falam, é mais areia pós olhos]
7 – É «fair play» ver um jogador lançar um objecto e cuspir para a bancada?
[Na verdade, é falso. O Luisão fez a melhor finta da vida dele.]

8 – A violência é algo que, efectivamente, deve ser erradicado. Mas a incoerência, os abusos de autoridade e as provocações também devem sê-lo;
9 – Diz o SL Benfica que a PSP deve ter «critérios uniformes por todo o país». Aqui chegados, finalmente uma verdade. De facto, os critérios devem ser uniformes, mas acontece que nunca o FC Porto entrou em Lisboa com tiros de «shotgun» (basta recordar a recente chegada da comitiva do FC Porto ao Estoril…), nunca um comandante de polícia fez uma espécie de «guarda de honra» aos seus responsáveis e nunca um par de agentes acompanhou um treinador azul e branco à sala de Imprensa;
[Por acaso, num dos anos em que acompanhei o SLB aí acima, se não fosse a escolta de Lisboa a remover carros estrategicamente colocados de forma a impedir o autocarro de entrar nas Antas, os jogadores teriam que fazer 80m a pé por entre uma turba furiosa. Curioso como realmente uma Polícia trabalha, a outra não. Uma diz que não há incidentes, a outra vê 3 vidros partidos à chegada ao Dragão]
10 – O FC Porto aguarda tranquilamente os relatórios da força policial e dos responsáveis da Liga, seguro de que, dentro do campo, derrotou claramente o seu adversário e que este campeonato será para sempre recordado por túneis e pelas decisões da Comissão Disciplinar.
Porto, 03 de Maio de 2010
O Conselho de Administração da FC Porto – Futebol, SAD»
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«2 - O clube, de resto, é o denominador comum nos seguintes factos: morte de espectador numa final da Taça de Portugal; ataque a uma equipa de hóquei em patins, que deixou um atleta do FC Porto em coma; incêndio de um autocarro de portistas em visita ao pavilhão da Luz;»
Prontos. É a "Mãe de todos os Argumentos".
A "Bomba Atómica".
O "Armagedão".
A "Extrema Unção" do condenado ou moribundo.
O último cigarro antes de execução.
O último recurso, a derradeira pedra que podem atirar para acabar a conversa...
Realmente trazer o very light é bom como justificação para o que vimos Domingo. Arrumo a viola no saco e vou-me embora, porque é a página que mais me envergonha na história do meu Clube, nada posso fazer...sniff, sniff...
Mas vendo bem, vamos lá a ver o fair play ao longo dos anos:
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José Saraiva, director do Jornal de Notícias. Agredido à porta de casa por dois jagunços. Nunca chegou a haver queixa judicial.
Carlos Pinhão, jornalista de “A Bola”. Agredido barbaramente, apesar da sua idade, em Aveiro, depois de um jogo Beira-Mar-FC Porto. Processo judicial arquivado por falta de provas.
Santos Neves, jornalista de “A Bola”. No Porto, desapertaram-lhe as jantes do carro e ia-se despistando em plena estrada. Nunca se provou quem foi o autor do crime
João Freitas, jornalista de “A Bola”. Agredido barbaramente junto ao Estádio das Antas. Processo judicial concluído, mas ninguém foi condenado em julgamento por falta de provas.
Marinho Neves, jornalista da Gazeta dos Desportos e autor do livro sobre corrupção na arbitragem “Golpe de Estádio: Emboscado à porta de casa por dois jagunços. Processo judicial arquivado na PJ do Porto por falta de provas, apesar de haver cinco testemunhas que nunca foram ouvidas.
António Paulino, jornalista do Expresso. Agredido à porta do seu jornal na redacção do Porto, segundo o próprio, por Pinto da Costa e dois jagunços. Não chegou a haver processo porque foi feita uma negociação com Pinto Balsemão. Em causa esteve um directo na SIC.
João Martins, jornalista ligado ao automobilismo. Trabalhava na rádio do filho de Pinto da Costa e sacou a namorada ao Alexandre. Agredido à porta de casa por dois jagunços. Não houve processo judicial porque lhe pediram desculpas.
Eugénio Queiroz, jornalista do “Record”. Agredido no Estádio do Restelo. Não houve queixa judicial. Parece que gostou.
Paulo Martins, jornalista da RTP 1. Agredido em directo no final de um jogo nas Antas por um jagunço. Não houve queixa judicial porque a empresa o obrigou a comer e calar.
Pedro Figueiredo, jornalista da RTP 1. Agredido no Estádio do Bessa no final de um jogo, Boavista-FC Porto. Não houve queixa judicial porque a empresa não autorizou.
Donato Ramos, árbitro de Viseu. Agredido no restaurante em Matosinhos por quatro jagunços. Teve de fugir pelas traseiras e destruíram-lhe um carro que estava estacionado à porta. Não chegou a haver queixa judicial.
Filomena Morais, ex-mulher de Pinto da Costa. Conforme confessou na altura publicamente, foi agredida pelo marido e pelos seus seguranças. Processo judicial arquivado devido a acordo antecipado.
Carolina Salgado, ex-companheira de Pinto da Costa. Agredida por Pinto da Costa e dois jagunços.
Queixa corre na justiça.
Ricardo Bexiga, vereador da Câmara de Gondomar. Agredido num parque de estacionamento por dois jagunços. Queixa judicial está a correr neste momento. Com um grito de revolta das vítimas do futebol.
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Futebolar (felizmente tinha esta compilação nos meus favoritos...)
E também:
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O pessoal mais novo não se lembra, mas num Porto-Sporting para a taça em 1988 já no fim do prolongamento o Sporting marca um golo por um brasuca chamado Mário, um golo monumental!
De repente não vi mais nada...socos, pontapés, insultos, tudo serviu para expiação da derrota Portista. Até um adepto da Juve foi esfaqueado e na altura as autoridades chegaram à conclusão que tinha sido uma rixa entre adeptos Sportinguistas logo a seguir ao golo. Uma comédia, e com uma espera dos Dragões Azuis na Campanhã em que acabou tudo à pedrada.
Eram outros tempos, em que o "Lisboa a arder" era nº1 do top de músicas mais cantadas acima do Mondego.
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in Relvado resposta by skin69, 2 pontos , Sábado, 14 de Abril de 2007 às 19:57 (também nos meus favoritos...)
Faltam mencionar as ameaças ao Paulo Assunção, Rodriguez, com a filha ao colo, Mourinho, que ganhou uma Champions depois de ser ameaçado, o Luis Fernandez num treino à porta fechada ter a companhia, à força dos SD´s e outras coisas mais.
Perto disto, não me vejo muito pior. E não levo areia para os olhos com argumentos toscos e rebuscados.
Um conselho apenas a quem escreveu este «comunicado», que provavelmente ou é merceeiro ou peixeira na ribeira:
Não sejam arautos da moralidade...especialmente numa empresa. Se fosse accionista, ao olhar para este «comunicado», ficaria com dúvidas sobre o tipo de gestores que gerem a coisa. Especialmente quando recebem entre 33 a 52 Mil € por mês para o gerir. Esperava mais profissionalismo.
Mesmo assim, a moralidade em telhados de vidro, dá mau resultado.

Falta ainda a outra parte do outro lado do fair play...




Em suma,
E é por isto que não tenho amigos e ninguém gosta de mim...sniff, sniff...![]()
Recomendo Rennie, bicabornato de sódio Kompensan ou águinha de carvalhelhos. Ou bebe Freeze que isso passa-te pá.
Tens 80h pra jogar no FF. Joga e não mandes bocas do que não te lembras/desconheces/não te interessa.
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