quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

A demagogia dos idiotas politicamente (in)correctos

Boas

Se há coisa que eu não goste de pagar com os meus impostos, é dar condições de vida a quem muitas vezes a tirou, a quem roubou ou agrediu fisicamente alguém.

Comida, roupa e cama lavada, não fazem um caralho prá sociedade e ainda exigem direitos.

Por mim, o único direito é ainda estarem vivos.

Mas se há coisa que supremamente me irrita, são os idiotas demagôgos que acham que a prisão é uma "violação dos direitos humanos". É porque nunca lhes calhou na pele, é sempre mais fácil falar.

Estas bestas hipócritas ainda não perceberam que a história do coitadinho é uma mera forma de enganar o sistema. Nada mais, nada menos.

Quem está preso, tem que seguir regras. Se não as seguem, levam nos cornos. Simples.
Por isso, esta história absolutamente mete nojo, não pela situação, mas pelas ESTUPIDEZ que políticos, juristas e o crl que os foda todos os dias, demonstram, apenas para que não fiquem mal na fotografia.

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Uso de arma eléctrica na prisão de Paços Ferreira motiva inquéritos

O disparo de uma arma eléctrica, a agressão e a humilhação contra um recluso indefeso da cadeia de Paços de Ferreira, em Setembro do ano passado, por elementos do Grupo de Intervenção de Segurança Prisional (GISP), estão a ser investigados em dois inquéritos, um aberto pela Direcção Geral dos Serviços Prisionais e outro pela Inspecção Geral dos Serviços de Justiça.


"Vai limpar a sua cela? Sim ou não?", pergunta o homem fardado, voz alta e firme. É um dos seis elementos do GISP especialmente vocacionado para controlar motins nas prisões. Desta vez, não vai enfrentar nenhum desacato. A sua missão é resolver o problema do homem da cela 28. Um homem, só de cuecas, tatuagem a ocupar as costas todas, apático. Sentado na cama de uma cela imunda. No chão, há fezes, restos de comida, chinelos, pratos de papel.

"Não limpa nada?", pergunta o guarda, voz poderosa, capacete e viseira. Então dá ordem ao recluso para se virar para a janela com as mãos atrás das costas, abre a cela. E apesar do recluso se mostrar colaborante, obedecendo, aponta às costas nuas do preso, uma pistola Taser, uma arma que emite descargas eléctricas.

O preso é algemado, os seis homens fardados e de capacete, de luvas e de escudo, rodeiam-no, mas só um é que fala. Trata-o por "senhor" enquanto lhe dá ordens. Para se deitar, para se levantar, para se voltar de costas, para andar de "cabeça baixa". E ameaça-o: enquanto não se comportar como um ser humano, "vai ser altamente violentado". Levanta a voz: "Está compreendido?"

Passa-se numa cadeia portuguesa em Setembro de 2010. É o que mostram as imagens do vídeo que chegou ao PÚBLICO acompanhado de uma carta anónima. O mesmo vídeo, diz a carta, foi enviado ao director-geral dos Serviços Prisionais, ao Ministério Público e ao ministro da Justiça.

A actuação do GISP já deu origem à abertura de dois processos de inquérito. Um, a cargo do Serviço de Auditoria e Inspecção da DGSP, coordenado por um magistrado do Ministério Público, e outro pela Inspecção-Geral dos Serviços de Justiça.

O vídeo, que mostra a operação do Grupo de Intervenção dos Serviços Prisionais na cadeia de Paços de Ferreira, terá sido feito por um elemento da própria equipa. Numa das passagens, o líder ordena a quem tem a câmara na mão: "Filma a cela, Alfa [por tradição, o elemento que está logo a seguir ao chefe numa equipa de guardas prisionais], filma a cela bem filmada em todos os cantos. Cagalhões... Quero essa merda bem filmada!".

Ao longo dos quase 14 minutos que dura o filme percebe-se que o operador de câmara tem total liberdade de movimentos e responde a ordens directas da chefia.

Em resposta escrita enviada ao PÚBLICO, a Direcção-Geral dos Serviços Prisionais (DGSP) disse ontem que a "17 de Setembro de 2010, por força de uma situação anormal que estava a acontecer, desde há semanas" no Estabelecimento Prisional de Paços de Ferreira, próximo do Porto, "foi determinada uma intervenção do GISP no local".

A situação em causa, explica a mesma nota, "prendia-se com o facto de o recluso intencionalmente conspurcar totalmente com fezes a cela de habitação, corpo e roupa pessoal a ponto de os restantes reclusos alojados no sector estarem a iniciar greve de fome e outros protestos por não suportarem a situação que estava a pôr em causa a sua saúde e a dos funcionários".

O seu comportamento foi avaliado "por diversas vezes" em consultas de psiquiatria, "a última das quais em 1 de Setembro de 2010", explicam os responsáveis da DGSP. Mas "nunca" houve "indicação para tratamento do foro psiquiátrico", garantem.

Na mesma nota, a Direcção-Geral dos Serviços Prisionais salienta que "a utilização de meios coercivos nos serviços prisionais está prevista no Código de Execução das Penas e dispõe de um regulamento próprio". E esclarece que "o processo que agora corre termos visa, entre outros assuntos, apurar as circunstâncias e a adequação da intervenção no terreno."


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in Publico

  • Primeiro, se nenhum psiquiatra, ou junta psiquiátrica, a custas do Estado, acha normal ser recorrente o gajo encher-se da sua própria merda e nada fazer, rua!, e poupa-se um ordenado com incompetentes!
  • Segundo, que eu saiba, fezes ou outro tipo de fluidos corporais transmitem doenças. Ninguém pode dizer com certeza se, apesar do seu aparente conformismo em ser manietado, não se poderia virar à ultima hora e cuspir, ou mandar fezes, aos guardas. O tazer foi uma forma precisamente de precaver essa situação.
  • Terceiro, vocês, políticos, vocês, idiotas de merda que defendem os coitadinhos dos presos que «nada fazem», metem-me mais nojo que a merda daquela cela conspurcada!
Tenham vergonha na cara e poupem-nos a estas alarvidades pseudo-intelectuais!

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