domingo, 13 de fevereiro de 2011

Revolução no Oriente

Boas

Tunísia

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Egipto

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Argélia

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Eu sei que provavelmente alguns se andam a inquirir (sempre quis usar esta palavra) porque não falei eu, ou melhor, escrevi, sobre os acontecimentos recentes no Mérdio-Oriente.

Mais vale tarde que nunca. Porque eu prefiro esperar pra ver.

Neste blog tenho imensos blogs sobre a escravatura, modo de vida e pensamentos ideológico destes países. E escrevo porque são contrários a tudo o que penso, sinto e acho que a Vida, como milagre que é, é desperdiçada em nome de coisas que até agora, nenhuma prova há que realmente aconteceram.

Isto além de que, certas coisas são habilidosamente introduzidas de modo a manter os palhaços no poder.

É conhecido, neste meu blog, o ódio que sinto pela forma como tratam as mulheres.

Mas, e há sempre um mas, e se apesar de todos os esforços de modo a limitar que o Povo conheça as verdades, o Povo as fosse descobrindo?

Vamos ser honestos, a "Democracia" é uma treta. Há sempre tachos e beneficiados, mas, e este é um MAS, pelo menos posso falar, escrever e partilhar o que sinto, penso ou acho sem medo de ser agredido, preso ou morto.

Posso apreciar uma bela mulher, posso apreciar um belo dia de sol, posso fazer o que quiser.

Por isso, entre uma "democracia" da treta e uma escravatura religiosa/ideológica, prefiro, obviamente, a primeira.

Nós, em Portugal, terra de brandos costumes, tivemos o nosso 25 de Abril, que eu agradeço a cada sol que nasce ter acontecido.
Não é o país mais perfeito, não é o melhor, e sim, eu farto-me de bater nos nossos dirigentes, mas vivo em paz, tenho um belo país, belas pessoas, pessoas generosas, que partilham o pouco que têm com quem nada tem.

Tenho orgulho do meu Portugal, apesar de eu escrever muita coisa.

Por isso estou absolutamente com esta nova geração destes países. Geração que conhece e possui mais informação sobre o Mundo que aquela que lhes é fornecida pelas autoridades.

Uma geração que quer Liberdade. Quer pensar por si. Tomar decisões por si. Errar por si. Andar por si. Pensar pela sua cabeça, não pelo aquilo que os velhos hipócritas e odiosos querem, de forma a manter o seu exército de zombies.

Apenas temo que haja mortes. Mais. E que falhe no apoio quem os deve apoiar.

E espero, sinceramente, que o Ocidente não os chule mais.

Haja paz, haja ideias e ideais que respeitem a existência humana, haja honestidade e coerência, bom senso, humanismo, tolerância.

Que seja a partir de agora que as pessoas nesses lados possam sair à rua e apreciar a Vida.

Como sabem, escrevi já sobre o Metal no Irão e no Iraque, mas não só. Só eu sei e sinto o entusiasmo que esses bacanos sentem em sentirem-se livres. E é só isso que desejo a todos os outros.

A religião deve ser um apoio, não umas algemas.

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